segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Parauapebas: 2019 - uma nova postura da ASCOM



Mostrando a que veio

Finalmente a ASCOM produz um material de qualidade, fazendo justiça ao governo de Parauapebas, sem dúvida teve muito o que mostrar nesses 2 anos que administra a cidade, mas parecia acuado, sem comunicação.

Parece que a situação está mudando, na hora certa!

sábado, 19 de janeiro de 2019

A metamorfose da insignificância, por Nilson Lage






Estamos em vias de nos transformar em outro país.

Nossa base populacional foi constituída, originalmente, por milhões de indígenas distribuídos pelo território e número pequeno de negociantes europeus – portugueses, principalmente – que aqui aportaram nos primeiros dois séculos após o descobrimento.

Quando Portugal começou a colonizar de fato o território, por volta do Século XVIII, com os ciclos da mineração e da cana-de-açúcar, agregou-se à população um contingente de africanos estimado em quatro milhões de trabalhadores trazidos como escravos.

Nos últimos 150 anos, finalmente, outras correntes migratórias trouxeram ao país, e distribuíram de maneira desigual no território, excedentes populacionais e refugiados (europeus, principalmente) que foram se integrando à cultura originária – miscigenando aos poucos e aprendendo a ser livres.

Um país mestiço e diversificado, portanto. Nele se formou ideologia nacionalista, porém inclusiva, fundada na aspiração de harmonia, no orgulho da diversidade e na indispensável tolerância; os objetivos nacionais traçados exaltavam desenvolvimento e paz – destacadamente, desde o último quarto do Século XIX, com os vizinhos.

O que temos agora?

Não um novo governo, mas um novo regime, implantado pela fantasia que cerca uma família de sujeitos misóginos que refletem, em diferentes facetas, dinâmica de grupo esquizofrênica paranoica. O atraente carro alegórico dos Bolsonaro, armado de impressionantes e vazias palavras-de-ordem, transporta os demolidores do que resta de suporte institucional da nação que se desmonta: a burocracia do Itamaraty, as portentosas redes de ensino básico e superior e as estruturas concebidas para moderar conflitos étnicos e sociais agravados pela pobreza. Legiões de fanáticos os apoiam, numa reação religiosa subjacente, movida a Antigo Testamento, exorcismos e extorsão dos fiéis.

O exército nacional, covarde e estulto, aceita e colabora.

Outros pilares do edifício institucional brasileiro foram anulados ou abalados em longo processo de castração cultural, infiltração e convencimento que, na última década, configura o quadro de guerra híbrida, patente norte-americana. Assim ruíram as áreas industriais de tecnologia avançada, a indústria de infraestrutura e, em particular, de extração e processamento do petróleo: dono de enormes jazidas, o país poderia apoiar-se nelas para um salto maior, porque não constituiriam suporte único (como na Venezuela ou na Arábia Saudita), mas se integrariam ao quadro de uma economia diversificada, como é o caso dos Estados Unidos.

Nesse processo utilizaram-se destacadamente herdeiros de famílias oriundas de regiões em que grassavam ideias fascistas, há três ou quatro gerações – os Moro, os Franceschini, os Dallagnol etc. – alojadas no Sul do país em “terras novas” do interior; e personagens de guetos étnicos coloniais, base eleitoral do antigo integralismo pró-nazista/salazarista. Tal como em outras partes do mundo, o fascismo renasce, inflado pelo capital; seu discurso nacionalista é hoje meramente cínico.

O único objetivo do regime em implantação é destruir o país que havia. O novo terá muitas farmácias, enormes lojas de quinquilharias, milícias e bangue-bangue: se imaginará branco, pertencerá à ganância e será gerido com base em interesses externos. Não pretende nada, não construirá nada, não quer ser nada – apenas um campo de combate enorme, onde lutaremos todos, do berço ao túmulo, uns contra os outros e pela sobrevivência de cada qual.

Indefesos, apenas individualmente armados.

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Publicado no Blog www.tijolaco.net

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Milícias togadas e fardadas governam o Brasil, desde meados de 2014 - eis o que é a LAVA JATO

Não precisou nem de um soldado e um cabo: bastou a dancinha do Queiroz e o STF fraquejou. Por Kiko Nogueira




Não precisou nem de um cabo e um soldado. Bastou uma dancinha vagabunda no hospital

O ministro Luiz Fux, vice-presidente STF, suspendeu as investigações sobre movimentações financeiras suspeitas de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

A decisão é temporária — mas o efeito de desmoralização completa do Judiciário é duradouro.

Fux, que responde pelo plantão até o início do mês que vem, pediu para esperar a análise de Marco Aurélio Mello sobre uma reclamação protocolada pela defesa de Flávio.

Missão dada é missão cumprida

Em nota, o MPRJ disse que, “pelo fato do procedimento tramitar sob absoluto sigilo, reiterado na decisão do Supremo, não se manifestará”.

Queiroz foi pilhado no Coaf pela “movimentação atípica” de mais de 1,2 milhão de reais entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

Um cheque dele foi para a conta de Michelle Bolsonaro. Viu-se que o esquema envolve os Bolsonaros e o resto dos Queiroz.

Foge que nem miliciano fugiria se a lei fosse respeitada no Brasil

Alegando motivos de saúde, o ex-motorista do Zero 1 faltou a todos os depoimentos marcados. Sua família deu outro balão.

Apesar disso, deu uma entrevista chapa branca ao SBT dizendo que o dinheiro vinha da revenda de carros.

Samba escárnio

Ainda encontrou disposição para um samba em pleno Einstein, devidamente registrado em vídeo pela filha Nathália, que era lotada no gabinete de Jair em Brasília apesar de trabalhar como personal trainer de famosos no Rio.

Os advogados de Queiroz alegaram que aquilo foi um “um raro momento de descontração”.

A festinha teria rolado no dia 31 de dezembro à meia noite, “dentro do contexto humanamente compreensível, pois trata-se de uma data comemorada universalmente”.

"TALQUEI"

Agora se sabe que a euforia tinha outro motivo. O principal era a certeza da impunidade. Continua valendo o lema de Jucá. 

As panelas continuarão em silêncio, Bolsonaro terá mais tempo para respirar.

O mundo gira, a lusitana roda e o Supremo continua um lixo. Talquei?

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

ARMA DE FOGO: O governo de milicianos esconde de você - Nos EUA, para cada 1 criminoso executado, 34 inocentes morrem e 78 suicídios são praticados

Bolsonaro e Moro violam o estatuto do desarmamento para tentar liberar a posse de armas de fogo. A intenção oculta é facilitar a vida das "milícias oficiais", os pistoleiros das periferias do Brasil, além, obviamente, receberem ajudas dos fabricantes de armas nas suas campanhas





Irresponsáveis e ficarão impunes 

Somente pessoas irresponsáveis usam as competências e atribuições das instituições e cargos públicos que ocupam para alcançar interesses não confessáveis é o que se pode dizer de quem tenta facilitar o porte ou posse de arma de fogo no Brasil.

EUA é onde mais se mata por arma de fogo

Uma matéria do WASHINGTON POST (clique AQUI) mostra a realidade dos EUA, que tem taxas de homicídios cerca de 5 vezes superiores à média dos países desenvolvidos, em algumas cidades dos EUA a taxa de homicídio é similar a de São Paulo.

É raro o uso legal

Nos EUA, as "armas raramente são usadas em autodefesa", segundo a reportagem do Washington Post, os números são alarmantes, conforme o Centro de Políticas de Violência, um grupo de defesa do controle de armas que atua no Estados Unidos. 

Dados do FBI comprovam

Os dados do FBI foram consolidados até o ano de 2012, hoje a situação pode ser ainda pior. Os números mostram que de 8.855 homicídios por arma de fogo, apenas 258 tiveram alguma justificativa legal, ou seja, para cada morte em legítima defesa ou amparada pela lei outras 34 pessoas inocentes também foram executadas.

Suicídios

A quantidade de suicídios que revela o banco de dados do FBI é alarmante, são 20.666 vítimas por arma de fogo, ou seja,  78 suicídios para cada morte em legitima defesa com arma de fogo. 

Um dos mais violentos do mundo

Os EUA cultiva a cultura da violência e desigualdade, não é apenas com armas de fogo que os dados revelam o quanto a sociedade que elege TRUMP é doente, caso se some aos números de assassinatos por armas de fogo nos Estados Unidos com aqueles causados no trânsito, o desprezo pela vida neste país é similar ao de qualquer nação subdesenvolvida.

Para pensar

Saiba que para matar um criminoso, antes dele morrerão 34 inocentes, 2 pessoas por acidentes e 78 suicídios por arma de fogo.

Realmente, quem defende a liberação do porte e posse de arma de fogo não valoriza a sua vida, na verdade trabalha é para promover o caos e a violência - é um pária!

Taxa de homicídios dos EUA comparado com países desenvolvidos






quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Portugal ignora Brasil: Moro e Lava Jato degeneram e desmoralizam o Poder Judiciário

Primeiro foi a Interpol que negou cumprimento de decisão do ex-juiz Sérgio Moro, agora é o Supremo Tribunal de Justiça que mais uma vez desmoraliza os trapaceiros da Lava Jato brasileira

As trapaças da Lava Jato já estão desmoralizadas no mundo civilizado, ainda são praticadas em países párias cujas instituições são utilizadas para LAWFARE e interesses pessoais dos seus membros (juízes, procuradores e delegados) em busca de holofotes, cargos públicos e dinheiro


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"Aceita um ministério com muitos cargos
para nomear seus amigos trapaceiros?"


Onde tem Lei e Constituição em vigor a Lava Jato é vista como uma imundície jurídica

O Supremo Tribunal de Justiça de Portugal negou ao desmoralizado Poder Judiciário do Brasil a extradição do empresário Raul Schimidt, mostrando que definitivamente a LAVA JATO é uma vergonha, uma imundície jurídica típica de países onde a LEI é utilizada para propósitos políticos e partidários, quase nunca para fazer justiça.

Ele, sempre ele, o ex-juiz que desmoraliza o Brasil perante as nações civilizadas

Sérgio Moro tentou de tudo, usando seu poder de ministro do corrupto governo Bolsonaro fez o Brasil contratar advogados caríssimos em Portugal, mandou a desmoralizada procuradora-geral, Raquel Dodge, ir para Lisboa com diárias e todo tipo de luxo e privilégios, mas as autoridades daquele país deram às costas e disseram um retumbante não aos lavajateiros tupiniquins.

Ao contrário do Brasil, países civilizados respeitam suas LEIS

Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, emitiu uma nota onde critica o despedício de dinheiro público autorizado pelo lavajateiro Sérgio Moro (AQUI): “Os representantes do governo brasileiro sempre foram alertados que os recursos eram protelatórios e a contratação de escritórios em Portugal, bem como as viagens para cuidar do caso, apenas significavam desnecessário gasto para o contribuinte brasileiro. O Judiciário Português demonstrou sua independência e seu respeito à Constituição”.

São como jabuticabas 

O jornalismo do Diário do Centro do Mundo (Clique aqui no DCM) definiu bem o tipo de juiz que milita na Lava Jato: "Magistrados como Sérgio Moro e Gabriela Hardt agem de uma maneira que não é compreendida em países já civilizados. Só existem no Brasil, não por acaso o país que tem na presidência um defensor da tortura, auxiliado por um juiz acusador. Nossa imagem está péssima lá fora, e a decisão da justiça em Portugal confirma o que já se suspeitava".

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Parauapebas: SINSEPPAR entrega a primeira etapa da SEDE CAMPESTRE



SINSEPPAR

A atual Diretoria do SINSEPPAR realiza um sonho dos servidores públicos de Parauapebas - a conclusão e entrega das obras da primeira etapa da sua SEDE CAMPESTRE.

Resultado de 2017/18

O espaço da Sede Campestre do SINSEPPAR foi viabilizado durante as negociações da categoria nos anos de 2017/18.

Agora, o servidor poderá contar com uma ampla área de lazer e confraternização, as obras foram iniciadas ainda em 2018, a conclusão da primeira etapa contempla: piscinas adulto e infantil, salão de festa com cozinha, churrasqueira e banheiros, campo de futebol society com iluminação e drenagem.

A Sede Campestres está localizada na Rodovia PA – 275, no 6 Km,  após o Lago da Nova Carajás, sentido Curionópolis.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

BBC: BRASIL EM TRANSE - Emissora inglesa exibe documentário sobre a farsa da Lava Jato e o Golpe no Brasil


O corrupto Poder Judiciário brasileiro proibiu que a BBC entrevistasse LULA, que teve de responder as perguntas dos jornalistas por escrito. SÉRGIO MORO fugiu da BBC, o ex-juiz não sobrevive diante de uma imprensa séria 




“What Happened to Brazil… (“O Que Aconteceu Com o Brasil…”)

Episódio 1 -  “The Dream Dies (“O Fim do Sonho”)
Episódio 2 - “Carwash and ‘the coup’”(A Lava Jato e “o golpe”)
Episódio 3 - “Divided Nation” (“Nação Dividida”)

Para compreender como o país se tornou um Estado de exceção com milicianos fardados e togados tomando o poder central no Brasil

"O documentário cobre o período que vai de junho de 2013, quando começaram grandes manifestações de rua no Brasil, até a eleição e posse de Jair Bolsonaro. Aborda as chamadas jornadas de junho e julho de 2013, a eleição presidencial de 2014, o processo de impeachment, todo o tempo da Operação Lava Jato até a ida de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, a greve dos caminhoneiros, o assassinato de Marielle Franco, a intervenção militar no Rio de Janeiro, o governo Temer, a prisão de Lula, as fake news que dominaram as eleições e a vitória de Bolsonaro.

(...)

O documentário é um convite para o público brasileiro refletir sobre os acontecimentos recentes da história do país, que radicalizaram a opinião pública e nos trouxeram até o momento atual. O Brasil despontou no cenário mundial como uma potência e tudo se esfacelou em menos de uma década. No exterior, muita gente não entendeu nada. O país perdeu a sua relevância para o resto do mundo e ficou prisioneiro de um enredo interno de crise econômica e instabilidade política. Compreender o que aconteceu me parece fundamental para evitar o aprofundamento da crise e um retrocesso civilizatório." (Leia aqui no www.blogdokennedy.com.br)

DARCI LERMEN consegue recursos para a construção do Centro de Eventos de Parauapebas

O prefeito DARCI LERMEN deu um importante passo para o município se consolidar como destino turístico

O Ministério do Turismo e a Prefeitura investirão R$ 4.05 MILHÕES num projeto de Infra Estrutura Turística - CENTRO DE EVENTOS DE PARAUAPEBAS



Um longo caminho foi percorrido, trabalhando

No último dia 8, o prefeito de Parauapebas assinou um importante convênio com o Ministério do Turismo, visando a construção do Centro de Eventos de Parauapebas, mediante o investimento de R$ 4.05 milhões.

Quem de longe assiste, acha que isso brota do nada ou do "zap zap", não é bem assim, é preciso paciência, persistência, capacidade política e competência técnica, se hoje Parauapebas tem essa possibilidade, antes um longo caminho foi percorrido, desde o início do governo: a) a instituição e posse do Conselho Municipal de Turismo (COMTUP); b) a criação do Fundo Municipal do Turismo; c) a elaboração e implementação de um Plano de Desenvolvimento do Turismo; 

Trabalhando consegue

Com o empenho da equipe do governo local, Parauapebas já se encontra na categoria B do Mapa do Turismo do Brasil, algo que apenas 5 municípios do estado do Pará conseguiram, em 2018, essa conquista foi um passo fundamental para a captação de recursos federais.

Convênio

O prefeito Darci Lermen conseguiu a assinatura do convênio junto ao Ministério do Turismo no valor de R$ 4.05 MILHÕES, sendo que desse montante o município ingressa com uma contrapartida de R$ 320 mil.

Darci Lermen, prefeito de Parauapebas,
anunciando a assinatura do convênio


"Na tarde de hoje estive com o superintendente da Caixa Econômica Federal, Paulo Cunha. Na ocasião assinamos um contrato de repasse de recurso federal no valor de R$ 4.050.000,00, celebrado entre o Ministério do Turismo (MTur) e a Prefeitura de Parauapebas. O recurso do convênio, que tem a Caixa Econômica como agente financeiro, será destinado à construção do Centro de Eventos de Parauapebas." (Darci Lermen)

sábado, 12 de janeiro de 2019

CARTA CAMPINAS: Em apenas 10 dias, amigos e parentes do governo Bolsonaro ficam ricos com dinheiro público

Em apenas 10 dias, o governo Bolsonaro já transformou o Estado em aparelho ideológico e de benefícios para amigos e parentes. O governo do capitão do exército chegou com tanta sede ao pote de ouro do Estado Brasileiro que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, anunciou logo na quarta-feira, dia 2, a exoneração de cerca de 300 servidores comissionados da pasta para fazer um completo aparelhamento e colocar os apoiadores do governo.

"Para disfarçar e enganar a população, o ministro chamou de ‘despetização’, mas o PT nem era mais governo e muitos eram apenas funcionários que não demonstraram publicamente apoio ao governo de extrema-direita. O deputado do PT, Paulo Pimenta, classificou a medida como “coisa de neofascista”.

Em outra frente, há as indicações de amigos, parentes e conhecidos. Chamado de “amigo particular” pelo presidente eleito Jair Bolsonaro em um vídeo de campanha política, Carlos Victor Guerra Nagem foi indicado pela direção da Petrobras para a gerência executiva de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras.

O cargo forma o segundo escalão na hierarquia da Petrobras, abaixo apenas da diretoria, tem salário em torno de R$ 50 mil.

A empresa defende a indicação de Nagem e alega que o amigo do Bolsonaro trabalha há 11 anos na Petrobras e tem o currículo adequado para a vaga.

Outro que se deu bem foi o filho do vice-presidente, Hamilton Mourão, o bancário Antonio Hamilton Mourão. Ele trabalha no Banco do Brasil e tinha um salário de aproximadamente R$ 12 mil. Agora, com a promoção, o ordenado do filho do vice-presidente subirá para R$ 37,5 mil.

Além desses, há uma infinidade de cargos estão sendo disputados e entregues a apoiadores do governo. Somente o juiz Sérgio Moro terá 2.647 cargos comissionados com a superministério."

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

TRUMP e BOLSONARO: "Não é exatamente o pensamento de Hitler, mas talvez seja pior..."

"Não é exatamente o pensamento de Hitler, o nacional-socialismo, mas talvez seja pior. Xenofobia, nacionalismo, racismo, classismo, totalitarismo, disfarçado de populismo e redenção, que também usam a religião e a fé como instrumento de manipulação."





Por trás da razão: guerra; EUA e Brasil contra Venezuela e Rússia, por trás da Profecia de Salomão - Por Roberto Madri

Lentamente, pouco a pouco, escondida, mas em público, lentamente, a extrema direita está dominando parte do mundo. Morte, repressão, tortura.

Não é exatamente o pensamento de Hitler, o nacional-socialismo, mas talvez seja pior. Xenofobia, nacionalismo, racismo, classismo, totalitarismo, disfarçado de populismo e redenção, que também usam a religião e a fé como instrumento e talvez manipulação.

Nós vemos surtos no Brasil, Espanha, Alemanha, Reino Unido, Itália, Israel. Quem está por trás disso tudo? E por que todos os caminhos levam ao presidente dos EUA, Donald Trump? E mais para trás, o guru que projetou a estratégia racista para Trump vencer? O mundo está no escuro começo de uma nova ordem nazista?

Estamos no início das cruzadas do futuro, da próxima guerra de ódio religioso e ideológico no mundo? Uma ultra-direita que avança com fascismo, racismo, xenofobia e supremacia?

Porque não podemos entender o que acontece na América Latina sem partir dessas hipóteses. No Brasil, Jair Bolsonaro vence e imediatamente os EUA pede-lhe que una forças para combater a Venezuela, a Nicarágua e Cuba, e quem pensa na esquerda, no socialismo e no comunismo.

E pior, Bolsonaro feliz, ele aceitou também lançou hoje uma limpeza dentro de seu país contra o qual pensa como a esquerda, e ainda abre a possibilidade de colocar uma base militar dos EUA Você está planejando reconfigurar o continente americano?

A extrema direita avança na Europa. Pela primeira vez, um partido de extrema direita ganha assentos em Espanha, na Andaluzia, depois da época da ditadura de Franco, e curiosamente o nome do exestratega extrema-direita Casa Branca, Steve Bannon, está de volta, mas pior, o jornal El País revela que o partido de extrema-direita Vox foi financiado pelo grupo terrorista anti-iraniano Mujahideen Jalq (MKO). Israel está por trás disso?

Podemos dizer que o que vemos no mundo é uma guerra entre nacionalistas e globalistas? Ou seja, de um lado, o lado dos globalistas, os Rothschilds, George Soros, o Clintons, Obama ... e do lado do populista Rockefeller nacionalista, Donald Trump, Henry Kissinger, Jared Kushner, banqueiros filho de Donald Trump , O magnata norte-americano Sheldon Adelson, financiador da campanha eleitoral de Trump, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Steve Bannon?

Por: Roberto de la Madrid.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

SÉRGIO MORO inaugurou a era dos "trapaceiros de togas", no mesmo caminho torto, um juiz do Tocantins viola a Lei da Magistratura pra fazer política partidária

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"Por fim, já que deixamos o campo judicial para entrar na arena política, é digno de nota o fato do militante togado de Araguaína ter omitido dois fatos importantes na sua decisão. Mais da metade dos ministros escolhidos por Jair Bolsonaro tem problemas com a Justiça. O próprio presidente da república pode acabar sendo enredado na teia de crimes financeiros cometidos pelo filho e seu motorista. O que o juiz Alvaro Nascimento Cunha tem a dizer sobre isso? Bandido bom é bandido com amigos no Poder Judiciário?"


A era dos juízes justiceiros, por Fábio de Oliveira Ribeiro

"Hoje inicia-se uma nova fase na história do Brasil. E pelo discurso e sua Excelência o Senhor Presidente da República, Capitão Jair Messias Bolsonaro, pela primeira vez em muitos anos, o crime será combatido neste país, não mais agora incentivado por leis e entendimentos jurisprudenciais divorciados da realidade". Essa frase foi proferida pelo juiz Alvaro Nascimento Cunha, de Araguaína (TO), ao manter preso o cidadão Vanderson da Silva Nogueira.

Várias coisas podem ser ditas sobre essa decisão. A primeira e mais óbvia é que o juiz foi movido pela vaidade. Ao citar um presidente da República que foi eleito dizendo ser inimigo do crime, ele imaginou que poderia desfrutar 15 minutos de fama. A repercussão jornalística da decisão confirmou sua hipótese. 

A segunda é a estranha noção de legalidade evocada pela exortação político-partidária feita pelo juiz Alvaro Nascimento Cunha. A principal missão dos magistrados brasileiros é “Cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício;” (art. 35, I, da Lei Orgânica da Magistratura). Não compete ao juiz fazer a Lei ou criticar os limites que foram impostos à sua atuação pelo legislador. Se acredita que a legislação em vigor incentiva o crime, ele deveria se candidatar a um cargo legislativo ao invés de usar um documento público para fazer política partidária.

A terceira questão importante nesse caso é o desprezo que o juiz demonstrou pela técnica processual. O art. 381, do CPP, são requisitos da sentença penal:

Art. 381. A sentença conterá:
I - Os nomes das partes ou, quando não possível, as indicações necessárias para identificá-las;
II - A exposição sucinta da acusação e da defesa;
III - A indicação dos motivos de fato e de direito em que se fundar a decisão;
IV - A indicação dos artigos de lei aplicados;
V - O dispositivo;
VI - A data e a assinatura do juiz.

O Código de Processo Penal não faculta ao juiz fazer comentários político-partidários sobre a Lei que aplicou ou decidiu deixar de aplicar. Aliás, no exercício de seu mister ele é impedido de fazer isso por força do art. 95, parágrafo único, inciso III, da CF/88.

Parágrafo único. Aos juízes é vedado:
I - exercer, ainda que em disponibilidade, outro cargo ou função, salvo uma de magistério;
II - receber, a qualquer título ou pretexto, custas ou participação em processo;
III - dedicar-se à atividade político-partidária.
IV - receber, a qualquer título ou pretexto, auxílios ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, ressalvadas as exceções previstas em lei; 

O processo é uma sucessão de atos legítimos (e regulados por Lei), através do qual o Estado resolve as disputas judiciais. A sentença penal é um documento público. Através dele, o Estado diz aos cidadãos em geral e às partes em especial como a lide foi resolvida. A sentença, portanto, é um documento público e não deve ser transformada num panfleto privado através do qual o magistrado expõe seus ideais políticos ou partidários. Não só isso.

O Judiciário é um poder independente do Executivo. Ao usar a sentença como um documento privado para se colocar sob a tutela do presidente da república, o juiz renuncia à independência funcional necessária e indispensável à produção de sentenças válidas. É fantástico que o juiz Alvaro Nascimento Cunha não tenha aprendido isso antes ou depois de ter sido empossado no cargo.

Num Estado de Direito apenas o Poder Legislativo pode reduzir ou ampliar os direitos que foram conferidos por Lei aos cidadãos e às autoridades. O que esse juiz diria se o Congresso Nacional resolvesse reduzir os direitos conferidos aos membros do Poder Judiciário? A julgar pela sua vocação para justiceiro, ele provavelmente começaria a expedir “sentenças bombas”. Upps... falha minha, Ele já está fazendo isso.

No sistema processual brasileiro o juiz tem o poder dever de proferir a decisão, mas o senhor absoluto do recurso é o defensor do réu. Ninguém tem o poder de impedir o advogado de recorrer da decisão que prejudicou seu cliente. Nenhum membro do Poder Judiciário deve sequer imaginar que o advogado poderá ser compelido a deixar de fazer isso porque o juiz da causa se sentirá ofendido. Suponho que esse direito outorgado por Lei ao advogado incomode bastante o autor da decisão comentada.

Aqui mesmo no GGN tenho criticado o mais famoso de todos os juízes justiceiros. Ao que tudo indica Sérgio Moro fez escola. Salve-se quem puder. Os advogados não se salvarão primeiro, pois compete a eles atacar os abusos cometidos por juízes como Alvaro Nascimento Cunha.

Por fim, já que deixamos o campo judicial para entrar na arena política, é digno de nota o fato do militante togado de Araguaína ter omitido dois fatos importantes na sua decisão. Mais da metade dos ministros escolhidos por Jair Bolsonaro tem problemas com a Justiça. O próprio presidente da republico pode acabar sendo enredado na teia de crimes financeiros cometidos pelo filho e seu motorista. O que o juiz Alvaro Nascimento Cunha tem a dizer sobre isso? Bandido bom é bandido com amigos no Poder Judiciário?


NEPOTISMO e pouca vergonha do vice MOURÃO, o "xepeiro do exército," ele esbanja cinismo diante da mamata para o filho

O cinismo de um imoral diante da mamata arranjada para seu filho no Banco do Brasil - salário pula de R$ 10 para quase R$ 40 mil. No"Brazil", mais que nunca, miliciano não respeita as leis e ainda zomba dos trabalhadores


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Gente!Pegou muito mal a nomeação de Antônio Mourão,filho do vice,no Banco do Brasil.Vai ganhar 3vezes mais(37,5mil) do q ganhava.Há uma rebelião entre funcionários do BB,enquanto o Gen Mourão,frente ao nepotismo imoral e ilegal debocha e diz q seu filho merece e o resto é fofoca.





O filho do vice-presidente Mourão será nomeado assessor do Pres. do Banco do Brasil. O salário irá de R$ 12 mil para R$ 36 mil. O decreto 7203/10 proíbe o nepotismo na adm. direta e indireta e se estende ao vice-presidente. Ilegal e imoral e com a cara do cinismo de Bolsonarismo.

CEARÁ: Sérgio Moro foi ao supermercado e se deu mal

"Lixo de gente"

Será que a GLOBO vai mostrar?




Essa é a postura que todo brasileiro tem que adotar contra esse ex-juiz trapaceiro, que usou o cargo para condenar LULA, recebendo como prêmio um ministério do desgoverno Bolsonaro.

Observe que um miliciano incompetente tenta intimidar o popular!