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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Com Bolsonaro as milícias terão salvo conduto, a omissão das autoridades será a senha

MILÍCIAS E MILICIANOS a verdadeira ameaça ao Brasil

"O terrorismo bolsonarista cresceu espantosamente mal terminado o primeiro turno eleitoral. São alarmantes os relatos das vítimas de agressões, ameaças, espancamentos, ofensas e intimidações de bolsonaristas.

Em menos de 1 semana, quase 1 centena de casos de agressões foi registrado, o que é inédito na cultura política brasileira – incluindo assassinato por motivação política, espancamentos, remoção de placa indicativa de rua com o nome da Marielle e a gravação, com canivete, da suástica nazista no corpo de uma jovem!"




POr JEFERSON MIOLA
Integrante do Instituto de Debates, Estudos e Alternativas de Porto Alegre (Idea), foi coordenador-executivo do 5º Fórum Social Mundial


As portas do fascismo foram abertas; por elas passaram as milícias e os milicianos bolsonaristas que ameaçam de morte a já bastante debilitada democracia brasileira.

O terrorismo bolsonarista cresceu espantosamente mal terminado o primeiro turno eleitoral. São alarmantes os relatos das vítimas de agressões, ameaças, espancamentos, ofensas e intimidações de bolsonaristas.

Em menos de 1 semana, quase 1 centena de casos de agressões foi registrado, o que é inédito na cultura política brasileira – incluindo assassinato por motivação política, espancamentos, remoção de placa indicativa de rua com o nome da Marielle e a gravação, com canivete, da suástica nazista no corpo de uma jovem!

Não é somente a escalada e o padrão da violência que apavora. O destemor e o sentimento de impunidade dos agressores, que já nem se preocupam em esconder a identidade quando estão praticando crimes contra a pessoa humana e contra a ordem política e social, é uma constatação não menos que perturbadora.

Os bolsonaristas, sentindo-se empoderados, se permitem agir à luz do dia na perseguição e na agressão de inimigos ideológicos e desafetos políticos, sociais, religiosos e culturais.

Agem como milicianos; atuam como milícias na caça e agressão a democratas, progressistas, LGBTs, feministas, ecologistas, mulheres e a qualquer pessoa que pensa e age diferente.

Os milicianos consideram que a eleição do seu "mito" é irreversível, e por isso antecipam as ameaças dos tempos sombrios que se aprofundarão a partir de 1º de janeiro de 2019.

O bolsonarismo é um fenômeno que irrompeu na realidade concreta saindo diretamente do esgoto subterrâneo do facebook e do whatsapp – onde inúmeros formigueiros humanos foram moldados com meticulosas técnicas de doutrinação e condicionamento fanático.

O pensamento tacanho e totalitário que até meses atrás só conseguia circular clandestinamente nas mídias digitais porque era mal-aceito e censurado se dito em público, agora ocupa a paisagem cotidiana do país na forma de atos terroristas e da violência horripilante.

O terror e a violência não são atos descontrolados ou isolados de eleitores do Bolsonaro, mas dispositivos conscientemente usados pelo bolsonarismo para exibir seu poder e sua força e intimidar a sociedade.

Explorar e incutir medo nas pessoas para paralisá-las, intimidá-las e dominá-las, é uma estratégia de poder do bolsonarismo. Bolsonaro disse em recente entrevista, com todas as letras, que "o ser humano só respeita o que teme".

Com mais de 54% dos votos válidos, Hélder larga com boa vantagem no segundo turno

Hélder teria 54,29% dos votos válidos no segundo turno, Márcio Miranda ficaria com 45,71% - diz a pesquisa Doxa 




Primeira pesquisa mostra boa vantagem de Hélder

O instituto DOXA divulgou a sua primeira pesquisa para o segundo turno no Pará, Helder (MDB) tem 46,8%, o que equivale a mais de 54% dos votos válidos, Márcio Miranda (DEM) obteve 39,4%, algo como 45,71% dos votos válidos (AQUI).

O crescimento de Márcio Miranda, que no primeiro turno teve apenas 30,21% dos votos válidos, é impressionante, embora seja preciso alguma ressalva com  a pesquisa DOXA, muito benevolente com esse candidato.


Vantagem pífia em município governado por aliado

Os números ainda apresentam um franco favoritismo do ex-ministro Hélder (MDB), mas o alerta acendeu, principalmente em municípios do sul do Pará, caso de Parauapebas, onde a vantagem do candidato ficou bem abaixo do esperado. 

Alguns creditam o resultado do MDB em Parauapebas a baixa popularidade do governo Darci Lermen. Na verdade, parece que o quadro está sendo agravado pela falta de competência da equipe de comunicação do que propriamente do desempenho real do prefeito. A ASCOM do governo municipal é muito capenga! 

Reerguendo, mas "quem não se comunica se trumbica"

Darci Lermen herdou o município de Parauapebas quase à beira da falência, perdendo receita, com dívidas de toda monta, numa luta de Davi contra Golias, Darci foi peça chave para mudar o cálculo da CFEM, enfrentando a poderosa mineradora Vale, ele iniciou uma recuperação da Cota Parte do ICMS, Darci está conseguindo fazer o município de Parauapebas se reerguer aos poucos, mas a ASCOM não consegue mostrar isso pra população.

PT resiste a aderir ao MDB no sul do Pará

Outro problema a ser enfrentado pela candidatura Hélder no sul do Pará é sua rejeição dentro do PT. 

As principais lideranças do partido não acataram a decisão da executiva estadual de apoiar o MDB, há resistências, o caso mais emblemático é do deputado Dirceu Ten Caten, com base na cidade Marabá, ele anunciou apoio ao candidato Márcio Miranda, Dirceu foi o deputado estadual mais votado do PT.

Em Parauapebas não é diferente, no município as lideranças do partido não esqueceram a saída do atual prefeito Darci Lermen para o MDB, ainda nas eleições de 2016. Há feridas abertas.

Dados da Pesquisa

A pesquisa foi registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-07843/2018 e foi realizada no período de 10 a 13 de outubro com 1.896 eleitores, entrevistados nas seis (6) mesorregiões do Estado.

O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro estimada de 2,25% para mais ou para menos.

A pesquisa foi encomendada GRAVASOM/A Província do Pará.

domingo, 14 de outubro de 2018

Na Suécia isso não seria juiz, no Brasil é juiz federal, aliás, um típico juiz lavajateiro

Um juiz ensinando um "jeitinho" pra pegar mais R$ 4 mil todo mês - é mesmo um típico juiz brasileiro e lavajateiro - que HORROR!




O juiz lavajateiro ensinando seus "parceiros" a driblarem a lei pra receberem auxílio por acumulação de cargo, de lambuja, ainda dar lição de como incorporar essa indecência às suas milionárias aposentadorias!

É esse tipo de gente que julga você aqui no Brasil, já na Suécia...!

Você acha pouco? Veja o vídeo abaixo, é ele mesmo, o mesmo juiz WITZEL - é esse tipo de gente que julga sua liberdade, decide sobre a sua propriedade e, pelo jeito, sobre a sua vida - que horror!


sábado, 13 de outubro de 2018

FRAUDE ELEITORAL: Vídeo mostra grupos de "whatsap" que foram criados para espalhar FAKENEWS para ajudar Bolsonaro e pastores charlatãos

Fakenews e o fundamentalismo charlatão dos pastores evangélicos a grande fraude eleitoral que levará as eleições de 2018 e o Brasil para um impasse



Filho de Bolsonaro está envolvido diretamente com as "fakenews" 

O próprio filho, CARLOS BOLSONARO, já foi flagrado espalhando "fakenews" e foi condenado pelo TSE a retirar suas mentiras das redes sociais (leia AQUI).

O TSE mandou retirar 35 "fakenews" contra o candidato HADDAD, as mentiras vão de Kit Gay e "mamadeira erótica", com certeza você recebeu (Valor).

Ao receber uma "fakenews", copie as imagens, identifique o autor e envie aqui (11) 993223275.


97% das notícias espalhadas por bolsonaristas são mentiras

"O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pediu ajuda do aplicativo WhatsApp para conter as fake news lançadas pela campanha Jair Bolsonaro (PSL).

Segundo estudo da Folha, ainda no 1º turno, são falsas 97% das notícias compartilhadas por apoiadores da candidatura do ex-capitão. Ou seja, 9 de cada dez compartilhamentos de bolsonaristas são mais falsos que notas de R$ 3" (aqui).


Veja o vídeo de grupos de fakenews no whatsap


sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Parauapebas: Valmir da Integral e seu "xeque-mate" - Uma aliança pelo bem do município



Valmir da Integral aprendendo a jogar o "xadrez na política"

No aspecto eleitoral, Valmir da Integral foi o vencedor das eleições no município de Parauapebas, conquistou 21.045 votos na cidade. No aspecto político ele foi derrotado, mas pelo jeito quer reverter essa impressão e, agora, acertou o passo.

Os números obtidos por Valmir da Integral, no seu aspecto exclusivamente eleitoral, não são nada desprezíveis (como já foi dito por AQUI), foi um vitória e que pode ser bem explorada, pelo jeito o ex-prefeito percebeu isso e começou a jogar xadrez com seus concorrentes locais.


"Xeque mate" de Valmir da Integral

Ao anunciar seu apoio ao candidato Hélder, Valmir da Integral deu um "xeque-mate" no atual governo municipal de Parauapebas.

No segundo turno, caso Hélder amplie sua vitória em Parauapebas, Valmir da Integral colherá os frutos e poderá dizer que contribuiu muito para isso, do contrário, ou seja, Helder perdendo ou tendo uma vantagem ainda mais pífia, isso será debitado na conta do atual prefeito Darci Lermen (leia sobre - aqui - Blog do Branco)


Valmir da Integral só tem a ganhar

Ao anunciar apoio ao ex-ministro Helder (MDB), Valmir da Integral toma de conta da cena política de Parauapebas, dessa vez ele só tem a ganhar. 


Derrota em Parauapebas

HÉLDER, a bem da verdade, ao obter apenas  e míseros 7% de vantagem sobre Márcio Miranda, candidato que nem fez campanha no município, sofreu foi um duro revés, ou seja, em Parauapebas Hélder teve uma votação abaixo da média alcançada em todo o estado.

Valmir da Integral quer ser o fator para mudar isso.


Darci Lermen e sua débil ASCOM

Blog do Branco (clique AQUI) faz uma boa análise e deveria servir de alerta para o prefeito de Parauapebas.

Darci herdou uma situação de caos nunca vista em Parauapebas, uma verdadeira tragédia, que pelo jeito, graças a sua incompetente, tosca e bolsonariana ASCOM,  a "herança maldita" está sendo debitada na sua conta.

Por onde o Cláudio Feitosa anda? Acho, está por aí!

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

PT do Pará declara apoio ao ex-ministro Hélder

Paulo Rocha e Hélder selam aliança pelo Pará e Haddad presidente

PT confirma apoio ao HÉLDER

O apoio do PT oficialmente ao candidato HÉLDER parece mais coerente, afinal, todos os parlamentares ligados ao MDB/Pará votaram contra o impeachment da presidente Dilma na Câmara dos Deputados.

O único deputado do MDB do Pará que votou pelo golpe foi o Priante.

No senado, etapa posterior do golpe, o jogo já estava jogado e não se pode crucificar a posição adotada pelo senador Jáder Barbalho.

MDB Pará não apoiou o impeachment 

É falsa a informação que o MDB do Pará apoiou o impeachment contra a presidente DILMA na Câmara dos Deputados, basta consultar a votação.

Dirceu Ten Caten

Mais cedo, vários blogs noticiaram o apoio de Dirceu Ten Caten e sua família ao candidato Márcio Miranda (DEM), o que sinalizava uma divisão interna no PT, mas a decisão no partido não abre portas para dissidências, restando saber se o deputado estadual do PT manterá sua posição ou a retificará.

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NOTA DO PT PARÁ

A Executiva Estadual do PT, reunida nesta quinta feira (11), em respeito ao povo do Pará e a expressiva votação recebida por Fernando Haddad, Paulo Rocha, Zé Geraldo e as candidaturas proporcionais no primeiro turno, vem a público manifestar sua posição sobre o 2º turno nas eleições de 2018 no Pará:

A polarização do segundo turno das eleições no Brasil nos coloca em confrontação com um projeto que representa uma política de destruição do ideário de nação iniciado em 2003, de liquidação dos direitos sociais e econômicos da grande maioria da população, de mutilação da soberania do Brasil, e de incentivo do ódio e da intolerância como método de disputa política.

Trata-se de uma disputa entre a democracia contra o autoritarismo, da civilização contra a barbárie, da preservação dos direitos sociais contra a manutenção de privilégios. Desta forma, reiteramos a necessidade de unificarmos todos os setores democráticos e antifascistas do Pará em torno do movimento *HADDAD PRESIDENTE* para defendermos as liberdades democráticas e o povo brasileiro.

Assim, a partir do debate de ampliação e fortalecimento da campanha HADDAD PRESIDENTE no Pará; de acolhimento dos pontos centrais do programa de governo apresentado por Paulo Rocha no primeiro turno das eleições; e da defesa incondicional das liberdades e do estado democrático de direito, deliberamos apoiar à candidatura de Helder no segundo turno das eleições para o governo do Pará.

*TODOS PELO BRASIL, HADDAD PRESIDENTE!*

*Executiva do PT Pará*

ELEIÇÃO PARÁ: Deputado mais votado do PT anuncia apoio ao candidato do DEM, Márcio Miranda

Não é uma posição oficial do PT, mas sinaliza que o segundo turno começa a ficar complicado para a candidatura de Hélder, uma aliança com o PT era tido como certa (era...)


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Dirceu Ten Caten, deputado reeleito pelo PT, anuncia apoio ao Márcio Miranda

O troco

O candidato do PT, Paulo Rocha, teve 17,05% do votos válidos ao governo do Pará, existia uma aliança branca, um pacto de não agressão e até um compromisso em torno da candidatura do petista Zé Geraldo, tudo foi rompido com a decisão de Jáder Barbalho concorrer ao senado.

Também, existia um compromisso de muitas prefeituras do PMDB com algumas candidaturas petistas, tudo descumprido.

Agora, pode ser a hora do troco!

Sobre o apoio dos Ten Caten, Leia AQUI no Hiroshi Bogea

Parauapebas: O que disseram as urnas na eleição para governador no município

A pequena diferença conseguida por Hélder Barbalho em Parauapebas serve de alerta para o governo local? 

O primeiro turno das eleições de 2018 foi marcado pelo uso criminoso de "fakenews", o resultado pode ser tido como atípico ou de fato é uma tendência para o segundo turno?




Parauapebas é oposição

O cidadão de Parauapebas tem sido implacável com qualquer aliado do governo do Pará, os eleitores tem sempre votado com a oposição, foi assim em 2006, 2010 e 2014, as vitórias sempre foram com folgado números.

Em 2018, embora o eleitor de Parauapebas também tenha dado uma vitória ao candidato oposicionista, um fato está chamando a atenção:  a votação obtida por Hélder (MDB) no município ficou aquém do esperado, a diferença para o seu adversário Márcio Miranda foi muito pequena, alguns creditam isso ao baixo desempenho administrativo do governo local. 

A pergunta de difícil resposta

A pergunta de difícil resposta é saber se é possível relacionar o desempenho do governo local com o resultado das eleições para governador do Pará no município de Parauapebas.

Parauapebas negou votos pra Hélder vencer no primeiro turno

Em 2018, Hélder teve 44,89% dos votos válidos, ou seja, abaixo da média no estado e insuficiente para ganhar no primeiro turno, como apontavam as pesquisas.

Para ter idéia, em 2014, Hélder teve 64% no primeiro turno e 60% no segundo turno.

Governo Darci Lermen dominado pelo "bolsonarismo"

Fácil constatar no governo municipal de Parauapebas, apesar do inquestionável espírito democrático do prefeito Darci Lemen, a verdade é que 80% dos cargos comissionados estão sob controle de apoiadores de Bolsonaro, vide manifestações públicas de membros da ASCOM (jornalistas tipo "merdinha de açúcar"), o que pode ser fatal para Hélder Barbalho no segundo turno em Parauapebas.

Darci Lermen


Para o prefeito Darci Lermen, o resultado eleitoral de 2018 teve um aspecto muito bom, diria até excelente, praticamente aniquilou os seus principais concorrentes nas eleições de 2020, a começar pelo ex-prefeito Valmir da Integral.

Porém, o resultado político, no geral, parece muito desastroso, não pelo que realmente foi, mas pela sensação que causou, podendo trazer surpresas ainda no segundo turno.

Não custa lembrar, HELDER venceu em Parauapebas com pífios 7% de vantagem sobre o seu adversário, mas não podemos esquecer que este, Márcio Miranda, nem campanha fez no município.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Presidente/Governador - Resultado em Parauapebas e no Pará



O Pará resistiu a onda fascista

No primeiro turno, o cidadão paraense resistiu a onda fascista, o mapa eleitoral mostra a votação distribuída por cada município, o vermelho indica a vitória de Fernando Haddad com mais de 50% dos votos válidos, o verde aponta a vitória de Jair Bolsonaro, também com mais de 50%. A cor lilás indica vitória de Haddad, mas sem superar a marca de 50%, assim como o verde claro indica vitória de Jair Bolsonaro, sem atingir os 50%.

Fica evidente que o Pará, a maior parte dos seus cidadãos prefere Fernando Haddad, resistindo a uma onda fascista que ameaça a democracia brasileira, derrotando o candidato da violência e dos fazendeiros, o candidato que incita o ódio.

Parauapebas sucumbiu

Impressiona a vitória de Jair Bolsonaro em Parauapebas, ele teve 55,22% dos votos contra 30,27% de Fernando Haddad, uma diferença de 24,95%.

Diferença mínima

Outro número que mostra a existência de problemas sério para o segundo turno no município é a pequena diferença de votos entre Hélder Barbalho (44,89%) e Márcio Miranda (37,80%), ou seja, apenas 7,09%.

Alerta

Os números mandam um sinal de alerta ao governo municipal, ainda mais considerando o fato de que praticamente não houve campanha para o candidato do DEM na cidade, onde teve, como em Curionópolis, Márcio Miranda venceu.

Vitória provável

A vitória de Hélder ainda é o cenário mais provável. O contrário, as consequências seriam extremamente negativas em Parauapebas, quase que imediatamente.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

PARÁ: Pesquisas eleitorais, o Doxa errou menos ao cravar o segundo turno

No meio de tantos erros, o Doxa conseguiu cravar o segundo turno, o Ibope nem isso



Ibope - margem de erro de 3%

No Pará, o Ibope sai com sua imagem muito arranhada destas eleições de 2018, reincidiu em erros anteriores, noutros pleitos, mesmo com a margem de erro de 3%, o instituto não conseguiu salvar seus números para nenhum dos principais concorrentes ao governo do estado.

Para Hélder, o Ibope apontou 54% dos votos válidos, as urnas trouxeram apenas 47,69%. O erro foi grosseiro, muito fora da margem de erro de 3%.

Para o segundo colocado, Márcio Miranda, o Ibope também errou fora da margem de erro, o instituto cravou 25%, as urnas deram 30,21%.

Para o terceiro colocado, Paulo Rocha, o erro também escapou da margem erro, o Ibope deu 14%, as urnas cravaram 17,05%.

A Doxa acertou o principal, a ocorrência de segundo turno

Ao andar bem próximo do percentual de votos de Hélder Barbalho, quase cravando o resultado das urnas, a Doxa aliviou todos os demais erros cometidos, alguns grosseiros, fora da sua margem de erro de 2,25%.

Hélder, o primeiro colocado, teria 47,1% dos votos pela pesquisa Doxa, as urnas deram exatos 47,69%. A Doxa foi muito feliz, acertou o essencial para salvar seu trabalho.

O acerto da Doxa ficou nisso, tudo o mais estava fora do lugar, o segundo colocado, Márcio Miranda, o instituto deu 35,1% para ele e as urnas apenas 30,21%. Para o terceiro colocado, Paulo Rocha, a Doxa apontava 12,7% e as urnas trouxeram 17,05%. Nos dois casos, a Doxa errou bem fora da sua margem de erro de 2,25%.

Ibope x Doxa

O acerto da DOXA em cravar um segundo turno salvou a pátria, mas está evidente que a julgar pelo tamanho da amostra, comparada ao do Ibope, pode se afirmar que também há problemas sérios pra serem corrigidos no instituto. 

A pesquisa Doxa, registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-00747/2018, teve uma amostra de 1.896 entrevistas, o Ibope, registrada  sob protocolo n° PA-06819/2018, teve apenas 812 entrevistas, um universo muito menor. 

Claro, não apenas por isso, tamanho da amostra, a comparação entre as pesquisas desses dois institutos deve ser feita com muitas ressalvas, pois além de tudo, ambas tiveram o período de coleta de dados diferentes, a Doxa foi do dia 2 ao dia 5 de outubro e o Ibope apenas nos dias 4 e 5/10.


Parauapebas: Saiu Valmir da Integral, entrou Chamonzinho - o principal recado das urnas no município mais rico do Pará

De derrota em derrota, Valmir da Integral vai perdendo seu rumo, mesmo obtendo uma boa votação

O resultado das urnas de Parauapebas precisa de muita compreensão, de qualquer modo, dois nomes estão em situações completamente opostas - CHAMONZINHO e VALMIR DA INTEGRAL




A vitória de Chamonzinho, a derrota de Valmir da Integral


Os números que saíram das urnas de Parauapebas mandaram mensagens multifacetadas, compreendê-los, usando apenas o fígado, é tarefa impossível, à parte disso o recado principal foi: Valmir da Integral perdeu; Chamonzinho venceu.

Os erros de Valmir da Integral

Embora tenha obtido uma votação expressiva de 21.045 votos, apenas em Parauapebas, Valmir da Integral, analisando os números no seu aspecto político, o ex-prefeito sofreu uma acachapante derrota, talvez, uma definitiva "facada" na suas pretensões de retorno ao Morro dos Ventos, sede da prefeitura de Parauapebas. 

Porém, contudo e todavia, os números obtidos por Valmir da Integral, no seu aspecto exclusivamente eleitoral, não são nada desprezíveis, mas dada a incapacidade da sua assessoria e do próprio ex-prefeito, ele insiste em viver cercado de "zumbis", é muito mais provável que o aspecto político, nesse caso, uma derrota estrondosa, acabe por prevalecer.

A eleição teve um vencedor - o Chamonzinho

A campanha de Chamonzinho foi perfeita, quase irretocável, lhe proporcionando uma vitória contundente, no seu aspecto eleitoral.

Chamonzinho conquistou 63.722 votos, talvez a maior votação já obtida por um candidato do sul do Pará na nossa história.

Chamonzinho reinou nos 2 principais municípios da região dos Carajás, Parauapebas e Marabá, foram 9.916 e 9.124 votos, respectivamente. 

Não parou por aí, em Eldorado, Curionópolis e Canaã dos Carajás, ou seja, apenas para ficar em cidades da nossa vizinhança, as votações alcançadas pelo Chamonzinho mostram sua enorme capacidade e articulação.

O ex-prefeito de Curionópolis sabe muito bem o que quer, sem sombra de dúvidas, o seu resultado eleitoral, aliada a sua garra, é o suficiente pra se afirmar: a região SUL DO PARÁ tem uma nova liderança - CHAMONZINHO.

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

O mapa do Brasil com o resultado das eleições presidenciais por município

HADDAD venceu em 2.613 municípios do Brasil


Infográfico do G1 - clique aqui


Democracia x Ditadura das milícias

O candidato das milícias cariocas, Jair Bolsonaro, que destila ódio contra negros, nordestinos e índios, venceu em 2.850 municípios do Brasil. 

Fernando Haddad (PT), que tem o desafio de salvar a democracia brasileira de ser dominada pela violência e arbítrio contra os pobres, venceu em 2.613 cidades. 

Ciro Gomes (PDT), que em todas as pesquisas seria imbatível no segundo turno, venceu as eleições em 103 municípios.

Empate

Na cidade de Amaporã (PR), ocorreu empate, entre o candidato das milícias, Jair Bolsonaro, e o candidato da democracia, Haddad, com 1.191 votos cada um.

As informações são do portal G1, da Rede Globo, quando foram publicadas ainda faltava concluir a apuração em 3 cidades (Leia no GLOBO)

As milícias de Bolsonaro aterrorizam o Brasil e fazem mais uma vítima na Bahia

Após criticar Bolsonaro, artista é morto na Bahia - Mestre MOA




O ódio de Bolsonaro contra os nordestinos e negros faz mais uma vítima das suas milícias

Ele é o exemplo mais claro do que se pode desenhar como um "anticristo", seu ódio contagia seus seguidores, verdadeiros milicianos.

As milícias de Bolsonaro já aterrorizam o Brasil, intimidam as pessoas pobres, usam pastores evangélicos pra difundirem "fakenews" nas redes sociais do "whatsap" e "facebook", agora, após a sua derrota massacradora no NORDESTE, os moradores dessa região já sentem na pele a violência e o terror.

A vítima foi assassinada nesta manhã de segunda-feira (8)

"O mestre de capoeira e militante da cultura negra, Romualdo Rosário da Costa, de 63 anos, conhecido como Moa do Katendê, foi morto a facadas em um bar, na comunidade do Dique Pequeno, no Engenho Velho de Brotas, em Salvador, na madrugada desta segunda-feira (8)."

A democracia venceu no Pará com HADDAD - 41,39% dos votos válidos


domingo, 7 de outubro de 2018

NORDESTE É AMOR, O NORDESTE É LULA, O NORDESTE É HADDAD - O NORDESTE É 13

HADDAD É LULA, HADDAD É 13 - FORA O "COISO RUIM"



NORDESTE SALVA O BRASIL DO NAZISMO

TE AMO NORDESTE, TE AMO PARÁ, TE AMO AMAZÔNIA



A véspera da mais importante eleição brasileira

"HADDAD projeta esperança. Seu adversário, ódio, divisões, rupturas" - Por Luís Costa Pinto

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Por Luís Costa Pinto, no Poder 360 

O ambiente político do Brasil de 2019 será necessariamente conflagrado. Não é necessário ser astrólogo ou vidente para antever isso. Numa analogia, nós cidadãos livres e democratas brasileiros podemos nos sentir como os heróis aliados que desembarcaram na Normandia em 1944.

Do mar, miravam tensos e cheios de coragem a França ocupada pelos nazistas e por franceses colaboracionistas. Muitos morreram como alvo, ainda nos paraquedas. Milhares morreram na praia. Escondidos em bunkers e casamatas, os apoiadores de Hitler se sentiam onipotentes e inexpugnáveis. A libertação da Europa começava ali, e naquele desembarque escreveu-se uma página memorável da liberdade.

Pela primeira vez na história de nossa República chega-se ao dia da eleição tendo-se a certeza de que o resultado do voto popular pode estar contaminado por um veneno capaz de matar a própria democracia –no nosso caso, tisnada já pelo golpe parlamentar de 2016 que apeou do poder uma presidente sem a caracterização clara de crime de responsabilidade. Nem com Jânio Quadros, em 1960, nem com Fernando Collor, em 1989, o enredo transcorreu dessa forma.

Ícones da direita brasileira e igualmente desprovidos de coluna vertebral política, assim como Bolsonaro, Jânio e Collor se elegeram a partir de discursos populistas e embalados por uma esperança difusa da população. Mas ao menos projetavam esperança. Nenhum dos dois completou o mandato. Um renunciou dizendo enxergar inimigos ocultos e bruxas em Brasília. O outro foi cassado por corrupção.

Nem Collor nem Jânio gozavam de prestígio entre os operadores da política. A política exige operadores frios, experientes, republicanos e democratas –assim como o direito também os exige e os tem.

Neste 2018, que é ano par de uma estranheza ímpar, o radical de extrema direita politicamente amorfo, posto ser desprovido de espinha dorsal no sistema, chama-se Jair Bolsonaro e não projeta esperança alguma –só ódio e preconceito. Prega medos difusos e é defendido por espertalhões travestidos pelo manto bíblico do fanatismo religioso.

A renúncia de Jânio Quadros lançou o país numa conflagração que terminou no golpe militar de 1964 e na longa noite de 21 anos da ditadura militar, em que pese a habilidade política de Tancredo Neves, o respeito que se tinha a San Thiago Dantas, a sofisticada costura política de Juscelino sentado em sua cadeira de senador. Todos eles foram fiadores, em algum momento, da presidência de transição de João Goulart (que também não era nenhum extremista).

A cassação de Collor, ao contrário, converteu-se na confirmação dos acertos de nossa consolidação democrática. O vice-presidente Itamar Franco assumiu a Presidência com seu ar de parvo, seu comportamento de outsider, mas se revelou um régio cumpridor dos compromissos para com a Constituição e a restauração política. Itamar dispunha de interlocução profunda no Congresso, pontes com os sindicatos e a sociedade civil e gozava ao menos do respeito com ar blasé do Judiciário.

Não é assim agora.

Sem projetar esperança alguma, sendo o canhão tosco e desconcertante de ódio que não esconde ser, Jair Bolsonaro não possui aptidão para o necessário jogo do poder. Não goza nem da confiança, nem do respeito dos demais poderes da República. Não inspira liderança aos seus, longe disso: desperta o senso de oportunidade em gente que jamais alcançou o respeito em seus habitats naturais e agora enxerga o atalho da proximidade com o candidato melhor posicionado nas pesquisas de intenção de voto como caminho para a glória –é o caso de Onyx Lorenzoni, Magno Malta, Gustavo Bebianno, Hamilton Mourão, Silas Malafaia e os filhos do presidenciável. Quanto a Paulo Guedes, o mercado financeiro, onde se criou, sabe a dimensão mitômana de sua alma.

Fernando Haddad é a negação a isso. Não é preciso ser petista para se tornar eleitor dele –e esse, a propósito, vem a ser meu caso.

A única filiação partidária que tive, aos 19, 20 anos, foi ao PSDB. Depois, a vida profissional obrigou-me a esquecer qualquer pretensão de ter vida partidária.

Nas 7 eleições presidenciais que tivemos desde 1989 votei 3 vezes em candidatos que não eram do PT –Mário Covas (1989), Ciro Gomes (2002) e Marina Silva (2014, em homenagem ao meu amigo Eduardo Campos)– nos primeiros turnos. Sempre encarei o 2º turno como aquilo que ele deve ser: o momento da depuração dos projetos, da construção do encontro da sociedade com a proposta política acordada nas urnas que a pautará nos 4 anos seguintes.

Haddad, homem de sólida formação tanto acadêmica quanto na lide democrática, tem uma virtude hoje escassa entre os políticos de proa: sabe ouvir o outro. Discordando, sabe explicar as razões da discórdia. É do tipo que opta por caminhos vislumbrando e analisando os cenários que poderão vir em revés.

Seu diapasão intelectual permite-o reunir à sua volta personalidades díspares como os economistas Marcos Lisboa e Samuel Pessoa, mas também Laura Carvalho e o cientista social Celso Rocha de Barros. Ele senta à mesa com Guilherme Boulos e com os empresários Josué Gomes da Silva e Walfrido dos Mares Guia. Dialoga com Lula e com Fernando Henrique Cardoso sabendo ouvir de cada um desses ex-presidentes o melhor que têm a dizer –filtrando-lhes os exageros e os partidarismos. São só exemplos, e esses paralelos podem ser elencados e reproduzidos à farta.

Ao escolher Emídio de Souza como interlocutor central com o PT "de raiz", afastando-se paulatinamente de nomes que mais estreitavam e atrapalhavam o diálogo com núcleos mais amplos e não petistas da cena política, Haddad revelou uma habilidade de iniciado. Não se mostrou um iniciante aventureiro e arrivista.

Emídio é hoje, no PT, a ponte mais sólida entre o passado que precisa ser restaurado e procura os caminhos legais e institucionais para isso, e o futuro que urge ser construído. Nisso, faz dupla com Jaques Wagner, que deve ser eleito senador pela Bahia e terá mais tempo para se dedicar à campanha presidencial a partir daí. Wagner é também um dos mais amplos quadros desse PT que representa, inegavelmente, uma considerável parcela dos anseios dos brasileiros.

Tenho certeza que nas 3 semanas de campanha que teremos no 2º turno, numa disputa entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro, as qualidades do candidato do PT serão realçadas ante à ausência de requisitos políticos, morais e intelectuais do ex-capitão do Exército.

Será o momento não só de a maioria do eleitorado brasileiro descobrir que o ex-prefeito de São Paulo é o melhor quadro de sua geração –disputava esse posto com Eduardo Campos– e representa tudo aquilo que desejam os cidadãos ansiosos por escutar alguma autocrítica do PT antes de dar novamente um voto a um petista.

Haddad, por formação e por convicção, não reproduzirá erros partidários. Não fez isso na Prefeitura de São Paulo nem no Ministério da Educação. Foi essa atitude rígida que dificultou seu trânsito inicial dentre os nomes mais antigos do partido.

Haddad possui duas qualidades que Fernando Henrique Cardoso gostava de citar, nos preâmbulos de suas entrevistas no Palácio da Alvorada, como inexoráveis aos candidatos a estadistas: saber rir de si mesmo e diminuir o tamanho das crises quando elas entram em seu gabinete.

Imaginar que alguém será capaz de sufragar o arrivismo estreito, obtuso e obscurantista de Jair Bolsonaro tendo à disposição a biografia e o espírito amplo e aberto de Fernando Haddad é algo que entristece e choca.

O candidato petista é quem tem a melhor estrutura, o maior preparo e a frieza necessários para contemplar a praia e o teatro de operações depois dos combates que serão travados entre 7 e 28 de outubro e desarmar as minas e as bombas ativadas pelos antagonistas em conflito.

Os aliados que desembarcaram na Normandia, em 1944, eram britânicos, americanos, canadenses, australianos, franceses e italianos arregimentados na resistência, um ou outro holandês ou belga foragido. Como aqui, hoje, o desembarque nas urnas desse 7 de outubro vale ser feito sob qualquer bandeira. Ele não pode ser feito, contudo, sob a bandeira do ódio, da misoginia, da violência, do retrocesso arregimentados por um único candidato que fugiu do debate político e quer ser ungido em nome do medo.

O que os uniu os aliados no passado foi o espírito democrático e a gana por lutar até o fim para derrotar o mais bárbaro dos inimigos. Uniram-se para vencer a maior ameaça já enfrentada pela humanidade até aquele momento: Hitler.

Guardadas as proporções, mas com os mesmos sinais de alerta ligados porque o histrionismo boçal de Bolsonaro é um arremedo tupiniquim e bissexto do hitlerismo, qual um Führer de hospício, confio fortemente na aliança dos democratas de diversos matizes até a vitória da democracia e da liberdade em 28 de outubro.

Voto em Haddad desde o 1º turno, e confirmarei esse voto no 2º turno, porque vejo nele a reunião de qualidades escassas em muitos políticos. Além disso, é o antagonista de um outro candidato que significa ameaça real e objetiva às nossas conquistas democráticas. Fernando Haddad projeta esperança. Seu adversário, ódio, divisões, rupturas.

sábado, 6 de outubro de 2018

VOX POPULI: HADDAD com 31% dos votos válidos vai disputar o segundo turno em defesa da democracia brasileira

Contra a ameaça das milícias de Bolsonaro a união de Ciro e Haddad garante uma vitória no segundo turno, sendo o caminho para retomar o a democracia no Brasil, rompida com o golpe de TEMER e BOLSONARO




Pesquisa Vox Populi/Brasil 247, a primeira financiada pelos eleitores, aponta, na véspera do primeiro turno das eleições: Bolsonaro tem 34% das intenções de voto e Haddad, 27%; em votos válidos, 40% a 31%; no segundo turno, por enquanto há projeção de empate, com ligeira vantagem numérica para Bolsonaro: 40% a 37%. Segundo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi, a pesquisa é um evento "histórico" pela mobilização para seu financiamento e indica: "chance de não haver segundo turno e próxima a zero".

247 - Pesquisa Vox Populi/Brasil 247, a primeira financiada pelos eleitores, aponta, na véspera do primeiro turno das eleições: Bolsonaro tem 34% das intenções de voto e Haddad, 27%; em votos válidos, 40% a 31%; no segundo turno, por enquanto há projeção de empate, com ligeira vantagem numérica para Bolsonaro: 40% a 37%. Segundo Marcos Coimbra, diretor do Vox Populi, a pesquisa é um evento "histórico" pela mobilização para seu financiamento e indica: "chance de não haver segundo turno e próxima a zero".

Votos estimulados totais

Bolsonaro 34%
Haddad 27%
Ciro 11%
Alckmin 5%
Marina 2%
Amoêdo 1%
Meirelles 1%
Cabo Daciolo 1%
Álvaro Dias 1%
Boulos 1%

Votos válidos

Bolsonaro 40%
Haddad 31%
Ciro 13%
Alckmin 6%
Marina 2%
Amoêdo 2%
Meirelles 2%
Cabo Daciolo 1%
Álvaro Dias 1%
Boulos 1%

Segundo turno:

Bolsonaro 40% x Haddad 37%
Bolsonaro 38% x Ciro 36%

Segundo turno votos válidos

Bolsonaro 52% x 48% Haddad
Bolsonaro 51% x 49% Ciro

A pesquisa é a única patrocinada pelos eleitores, em particular a comunidade reunida ao redor do 247. Todas as demais são patrocinadas por grandes grupos econômicos ou mídias comprometidas com o golpe de Estado e, nesta altura, marchando com Bolsonaro.

Pesquisa paga pelos leitores do BRASIL 247

Os eleitores participaram da pesquisa contribuindo, além do patrocínio financeiro, com sugestões para o questionário que foi apresentado no dia de hoje. Nas próximas reportagens, serão apresentados os resultados dos temas do questionário.

Dados da Pesquisa

A pesquisa Vox Populi/Brasil 247 foi registrada no TSE sob número 04071/2018. Foram realizadas 2 mil entrevistas neste sábado (6 de outubro). O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. O Vox Populi cobrou preço de custo para a realização da pesquisa.

Matéria do Brasil 247 - www.brasil247.com.br

VOX POPULI: ÚNICA PESQUISA CONTRATADA PELO ELEITOR, RESULTADO AO VIVO

Eleições 247: a pesquisa Vox 247 e as tendências na reta final