CORONAVÍRUS - FIOCRUZ

CORONAVÍRUS - FIOCRUZ
TIRES SUAS DÚVIDAS SOBRE A PANDEMIA

segunda-feira, 18 de março de 2019

LAVA JATO - a MILÍCIA de togas e gravatas que deve ser combatida pelo bom jornalismo

Somente o mau-caratismo do jornalismo corporativo ainda tenta esconder a face miliciana da operação Lava Jato, a maior fraude judicial da nossa história 




A lava jato quebrou o país, por Esmael Morais

O fetiche da lava jato do combate à corrupção quebrou o país e talvez precisemos duas décadas para nos recuperarmos do ponto de vista político, econômico e moral.

A força-tarefa foi criada para perseguir o PT, tirar o ex-presidente Lula da corrida presidencial — que ele venceria com os pés nas costas — e garantir a ingerência dos Estados Unidos no petróleo brasileiro.

Em parte, a missão do ex-juiz Sérgio Moro e do procurador Deltan Dallagnol foi cumprida: prender Lula, eleger Bolsonaro e entregar a Petrobras aos norte-americanos. Só pifou a parte da destruição do PT, que sobreviveu ao linchamento político e midiático jamais visto na história da humanidade.

O fato é que a lava jato quebrou o país ao jogar mais de 13 milhões de pais de família no desemprego, destruir as indústrias naval e civil, a petrolífera, enfim, recolocar o Brasil da fome e da miséria.



sábado, 16 de março de 2019

“Nova era” de Bolsonaro foi um mal súbito que acometeu a sociedade, por Marcos Coimbra


O presidente está menor 70 dias depois da posse. Nem foi preciso esperar que a realidade frustrasse as expectativas

O CAPITÃO JAIR BOLSONARO, QUE GOSTA DE GANHAR AS COISAS NO GRITO – E PELAS
REDES SOCIAIS (FOTO: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)



Um erro comum na análise política é interpretar as vitórias eleitorais como sinal da superioridade dos mais votados e da inferioridade dos derrotados. Os ganhadores seriam “melhores” porque souberam “se dar bem”.

O tempo passa e, muitas vezes, chega-se ao oposto. Quem ganhou se apequena e o derrotado fica maior. Ri melhor quem ri mais tarde.

Mais de 70 dias depois da posse, Bolsonaro está menor, antes sequer de que o desgaste inevitável do governo produza efeitos. Não tem sido necessário aguardar para que a realidade frustre as expectativas da população.

Em seu caso, essa tendência à entropia é acelerada e agravada pelo discurso de campanha. Tomando emprestada a ficção, disseminada nas elites e nas classes médias, de que todos os problemas nacionais são “culpa do PT”, Bolsonaro dispensou-se de fazer qualquer diagnóstico sério e adotou o antipetismo como bandeira fundamental. De própria, apenas uma ideia: “Matar bandido”.

Se os problemas brasileiros se resumiam a um só, a solução era simples e produziria resultados imediatos. Removido o PT, tudo estaria resolvido, ou, no mínimo, encaminhado, em questão de meses. Como é evidente, isso não aconteceu e não vai ocorrer em qualquer prazo razoável, muito menos no prometido.

Mudança foi apenas um solavanco

Quem saudou a vitória de Bolsonaro como demonstração de competência e sagacidade política talvez admita o equívoco. É bem possível que, em horizonte não muito distante, todos venhamos a perceber que, ao contrário de inaugurar uma “nova era”, ela não foi mais que um solavanco, uma espécie de mal súbito que acometeu um pedaço de nossa sociedade, do qual está se recuperando mais cedo do que o previsto.

Fez parte da supervalorização do resultado a imagem de um tsunami que teria varrido a política brasileira, com a vitória do capitão e o séquito de bizarrices que com ele foi para o Congresso Nacional. Ainda hoje, especialmente na mídia internacional, há quem insista nessa lenda. Alguma aritmética ajuda, contudo, a ver que a noção de maremoto é descabida.

Não há dúvida de que são muitos os 10 milhões de votos que Bolsonaro obteve a mais que Fernando Haddad no segundo turno, mas, nas eleições presidenciais dos últimos 25 anos, só superam a vantagem que Dilma Rousseff conseguiu em relação a Aécio Neves em 2104. Fernando Henrique, em 1994 e 1998, Lula, em 2002 e 2006 (quando estabeleceu o recorde ao bater Geraldo Alckmin com 21,2 milhões de votos de frente) e Dilma em 2010, todos venceram com margens mais dilatadas que o capitão.

Seu partido de aluguel, o PSL, beneficiou-se do ambiente que o elegeu, mas com resultados que não chegaram a significar nenhuma inundação. Recebeu 11,4 milhões de votos para a Câmara dos Deputados, o que representa 7,7% do eleitorado brasileiro. É um número expressivo, embora queira também dizer que mais de 92% dos eleitores preferiram outras opções.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Governadores do NORDESTE unidos contra Bolsonaro, armas e "reforma" da previdência

Governadores do Nordeste batem duro na reforma da previdência e na liberação de armas  de Sérgio Moro para beneficiar  as "milícias pró-Bolsonaro"





Dia histórico para o NORDESTE e seu povo


Ontem, dia 14 de março, todos os governadores do NORDESTE assinaram um protocolo que cria o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste, o Consórcio Nordeste. 

O Consórcio é um instrumento político e jurídico de cooperação visando o fortalecimento regional e a proteção e promoção dos direitos sociais. E terá, entre as estratégias, o diálogo permanente com os 153 deputados e 227 senadores representantes da população desses estados para que se unam contra os retrocessos embutidos nas propostas do governo Bolsonaro.

O documento foi assinado pelos representantes dos 9 estados do Nordeste

Flávio Dino (PCdoB) - Maranhão;
Wellington Dias (PT) - Piauí; 
Camilo Santana (PT) - Ceará; 
Fátima Bezerra (PT) - Rio Grande do Norte; 
Paulo Câmara (PSB) - Pernambuco;
João Azevedo (PSB) - Paraíba; de Sergipe, 
Belivado Chagas (PDT) - Sergipe;
Rui Costa (PT) - Bahia; 
Luciano Barbosa (MDB) - Alagoas (vice).

Reforma da Previdência proposta por Bolsonaro é descartada

O NORDESTE, por seus governadores se manifestam contra a proposta do Bolsonaro, que assalta a aposentadoria dos trabalhadores, na dira reforma da Previdência, só quem cultua milicianos é quem ainda defende esse roubo contra os cidadãos mais pobres do Brasil.

Armas só beneficia milicianos que nem o vizinho do Bolsonaro

Outra medida que foi duramente combatida pelos governadores do NORDESTE foi a liberação de armas proposta por BOLSONARO e SÉRGIO MORO, se depender do apoio do NORDESTE os "milicianos" que dominam o Planalto do Central do Brasil podem mudar de rumo e endereço.

HELDER BARBALHO

No Nordeste, como se percebe, essas loucuras desse governo federal, dominado por milicianos, não tem a menor chance de prosperar, Hélder Barbalho, governador do Pará, bem que podia seguir o exemplo e se alinhar ao NORDESTE, juntamente com o governador do Tocantins.

Leia mais - CLIQUE AQUI - Jornal GGN

quinta-feira, 14 de março de 2019

General HELENO e MOURÃO podem explicar os 117 fuzis da "marinha americana" apreendidos com o vizinho do presidente BOLSONARO? Seria ajuda humanitária para as "milícias amigas" ou para Guaidó (Venezuela)?

A GLOBO tenta abafar o caso dos 117 fuzis do miliciano, do vizinho do presidente do BRASIL, ele foi preso e é dono de um arsenal de 117 fuzis M-16 ou M-27, com inscrição USMC (United States Mariners Corp)




Como que o PRESIDENTE DO BRASIL tem um vizinho miliciano e a ABIN não sabia de nada? Um assassino, dono de 117 fuzis USMC, uso da Marinha dos Estados Unidos, o miliciano foi sogro do filho do BOLSONARO e a ABIN do General HELENO nada sabia?

117 fuzis M27 ou M16, produzido pela Heckler & Koch, empresa de armas alemã que também tem fábricas nos EUA, na França e no Reino Unido. O modelo se tornou o fuzil padrão dos Fuzileiros Navais dos EUA em 2018, mas pelo jeito é o modelo padrão das milícias cariocas.


O incompetente e inútil "general político" Augusto HELENO (aquele do HAITI)

Um exército que tem uma figura como esse AUGUSTO HELENO ostentando a sua mais alta patente já diz muito do nível precário da instituição.

Esse sujeito, de nome AUGUSTO HELENO, um político de farda, permite a ABIN monitorar e espionar padres e bispos da Igreja Católica, mas não monitora e não sabe quem mora ao lado do presidente da república do Brasil, do chefe dele?

O político de farda, um imprestável para qualquer exército do mundo, no do Brasil ele é simplesmente general, não sabia que o VIZINHO do presidente da república do Brasil, cuja filha namorava o filho do Bolsonaro, adquiriu FUZIS de uso militar, 117 armas, ao custo de até R$ 300 mil cada FUZIL.

Até 3.5 milhões de reais em fuzis

Isso mesmo, o vizinho e ex-sogro do filho do presidente da República do Brasil, JAIR BOLSONARO, adquiriu 117 fuzis, M27, no total de até R$ 3.510.000,00 (3,51 MILHÕES DE REAIS), o fuzil M-16 custa algo em torno de R$ 100 mil.

Especialistas

Especialistas do setor militar afirmam que essas armas, nessa quantidade, todas encaixotadas, não circulam assim, sem a participação de altas patentes dos EXÉRCITOS nacionais, isso mesmo, não é um FUZIL encaixotado, é uma carga de FUZIS, embalada.

Há quem diga, embora não se tenha qualquer prova disso, que certa ajuda humanitária para a VENEZUELA foi parar nas mãos do vizinho do presidente da república do Brasil (que HORROR).

Imagens do arsenal do miliciano vizinho do BOLSONARO




Em cada fuzil M27 encontrado está gravado USMC (United States Mariners Corp), seguido do número de série.

AUGUSTO HELENO, o miliciano dono dos FUZIS é vizinho do seu CHEFE? 

Como essas armas, com circulação controladíssima no mercado internacional, chegaram nas mãos do VIZINHO DO BOLSONARO, o miliciano assassino de Marielle Franco? 

Miliciano, além de vizinho tinha a filha namorando o filho do presidente JAIR BOLSONARO?

A mídia silencia


Imagem que circula na internet? Polícia afirma que os
FUZIS são M-16 (R$ 100 mil), mas a foto
é de um FUZIL M-27 (R$ 300 MIL)


A mídia até o momento silencia para um fato tão importante e grave.

O governo Americano deve urgentemente explicar como 117 fuzis americanos de uso das suas forças armadas, intactos, lacrados e ainda em suas embalagens originais, vieram parar nas mãos de um chefe de milícia carioca, vizinho do presidente do Brasil.

O que gera ainda mais indagações é o fato da família Bolsonaro ter relações públicas e notórias com os milicianos cariocas.

O BRASIL precisa de respostas oficiais urgente.

quarta-feira, 13 de março de 2019

BOMBA: GOVERNADOR do RJ afasta DELEGADO que revelou elo da família BOLSONARO com MILICIANO ASSASSINO de MARIELLE FRANCO

A imagem pode conter: 1 pessoa, texto


O delegado Giniton Lages, da Polícia Civil do RJ, responsável pela investigação do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, será afastado do caso. Segundo o jornal, "oficialmente, o motivo dado será que ele cumpriu sua missão". O delegado Giniton confirmou, durante coletiva de imprensa na manhã de ontem (12/03), que a filha do PM reformado Ronnie Lessa — preso sob acusação de ser um dos autores do assassinato — namorou um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

O BRASIL comandado por uma sucursal do ESCRITÓRIO DO CRIME: BOLSONARO e as milícias cariocas

Bolsonaro: os indícios contra um cidadão acima de qualquer suspeita, por Luis Nassif (Clique aqui no Jornal GGN)

Enfim, aproxima-se o momento crucial, que pode revelar um país ameaçado de ser tomado pelas milícias




O filme “Um cidadão acima de qualquer suspeita” é um clássico do cinema italiano dos anos 70. Recomenda-se que assistam, para entender um pouco da realidade brasileira.

Com a informação de que o homem detido hoje, acusado da morte de Marielle, mora no mesmo condomínio do presidente Jair Bolsonaro, surge mais um indício forte do envolvimento da família com as milícias que executaram a ex-vereadora Marielle.

Acompanhe o gráfico.

De tudo o que saiu publicado até agora, descontando os milicianos homenageados por Flávio Bolsonaro na ALERJ, há três elementos-chaves nessa história:

  • Luiz Braga, o Zinho, chefe de milícias, acusado de ter contratado o assassino.
  • Capitão Adriano: um dos chefes do Escritório do Crime, onde o assassinato teria sido encomendado
  • Ex-PM Roni Lessa, detido hoje sob a acusação de ter participado diretamente do assassinato de Marielle.

Vamos analisar as relações dos três com os Bolsonaro:

Zinho – comanda uma milícia que tem três integrantes diretamente envolvidos com Flávio Bolsonaro: os gêmeos Alan e Alex Oliveira, seus seguranças na campanha, e sua irmã Valdeci, tesoureira do PSL.

O motorista Queiroz – suspeito de ser o elo dos Bolsonaro com a milícia do Rio das Pedras, e de lavar dinheiro confiscado do salários dos assessores.

A propósito do PSL, outra linha de investigação remete ao governador Wilson Witzel. Não apenas comemorou a morte de Marielle, participando da cerimônia de quebra da placa com seu nome, como tem como um de seus assessores de segurança um miliciano acusado de vários crimes.

Capitão Adriano – tido como o chefe do Escritório do Crime. Esposa e mãe foram empregadas por Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa.


Ex-PM Elcio Vieira de Queiroz e Jair Bolsonaro

Roni Lessa – foi detido em sua casa, no mesmo Condomínio onde tem residência Jair Bolsonaro. Certamente haverá uma investigação jornalística para explicar as afinidades políticas e milicianas dos moradores do condomínio. Junto com ele, foi preso o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz, que teria sido o motorista do carro que abordou o de Marielle. 

Queiroz – é questão de tempo para ser detido e interrogado.

Enfim, aproxima-se o momento crucial, que pode revelar um país ameaçado de ser tomado pelas milícias. Seu poder intimidatório, somado aos das milícias virtuais alimentadas pelos Bolsonaro, em nada fica a dever aos porões da ditadura. É um poder paralelo e assassino.

O destino do país, mais do que nunca, dependerá das instituições. É hora do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria Geral da República, do Ministério Público Federal e das próprias Forças Armadas começarem a se preparar para uma luta inevitável em defesa do país.

O que é coincidência?

O que pensar de todas essas curiosas ligações entre o assassinato de Marielle Franco e o clã Bolsonaro? questiona o colunista Thomas Milz*

Carro da polícia entra para fazer apreensões na casa do assassino de
 Marielle: vizinho de Bolsonaro

"Tentar fazer essa relação é mais do que absurdo, é repugnante." Com essas palavras reagiu o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República, aos relatos da imprensa sugerindo uma relação do clã com Ronnie Lessa, preso na terça-feira (12/02) pelo assassinato de Marielle Franco.

Estaria a imprensa brasileira insinuando que a família presidencial está envolvida no caso? Não sei. Mas a história é, no mínimo, curiosa.

Lessa, que segundo os investigadores foi o executor de Marielle, mora no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro no Rio. Segundo o jornal O Globo, três casas mais à frente. Além disso, o delegado Giniton Lages, da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, deu a entender que a filha de Lessa namorou um dos filhos de Bolsonaro.

Isso leva então à pergunta sobre como um assassino profissional conhecido da polícia pode morar ao lado do presidente da República sem que o aparato de segurança tenha feito nada ao longo de meses.

Acima de tudo: não chamou a atenção que um simples policial possa morar numa mansão no mesmo condomínio do presidente? E não deveria Bolsonaro estar incrivelmente aliviado agora, que um vizinho perigoso como esse tenha saído do caminho dele? Nesse sentido, não ouviu-se nada do presidente.

Em vez disso, Bolsonaro preferiu atacar pelo Twitter a filha do jornalista Chico Otávio, que é responsável no jornal O Globo por cobrir as atividades das milícias no Rio, assim como o caso Marielle Franco.

"Constança Rezende, do 'O Estado de SP' diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do Presidente Jair Bolsonaro. Ela é filha de Chico Otávio, profissional do 'O Globo'. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos", escreveu Bolsonaro no Twitter.

O tuíte do presidente se baseou num fake news sobre Constança Rezende.

Claro que tudo isso pode ser coincidência. Mas fato é que Jair Bolsonaro nunca fez segredo de sua simpatia por milícias e grupos de extermínio.

Seu filho mais velho, o hoje senador Flávio Bolsonaro, empregou durante anos a mulher e a mãe do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega em seu gabinete. Nóbrega é um dos líderes do chamado Escritório do Crime, um grupo de extermínio que comete assassinatos por encomenda.

Membros do grupo chegaram a ser homenageados por Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Na terça-feira, a polícia não descartou que o assassino de Marielle faça parte do "Escritório".

Claro que tudo isso pode ser coincidência.

O próprio Flávio Bolsonaro declarou que seu amigo e motorista Fabrício Queiroz era responsável por todas as coisas estranhas, por assim dizer – inclusive a transferência feita para a hoje primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O motorista do carro usado no assassinato de Marielle se chama, também, Queiroz. Mas isso é certamente só uma coincidência.

Tanto o suspeito de ter puxado o gatilho, Ronnie Lessa, como o motorista, Élcio Vieira de Queiroz, teriam sido avisados de que seriam presos na madrugada de terça-feira.

Eles devem ter, portanto, cúmplices – ou pelo menos bons amigos – em postos-chave no aparato de segurança do estado. Isso ajudaria a explicar por que todas as câmeras de segurança na noite daquele 14 de março foram desligadas.

Mas, é claro, isso pode ser também nada mais que uma coincidência.

__________________________

* Thomas Milz saiu da casa de seus pais protestantes há quase 20 anos e se mudou para o país mais católico do mundo. Tem mestrado em Ciências Políticas e História da América Latina e, há 15 anos, trabalha como jornalista e fotógrafo para veículos como o Bayerischer Rundfunk, a agência de notícias KNA e o jornal Neue Zürcher Zeitung. É pai de uma menina nascida em 2012 em Salvador. Depois de uma década em São Paulo, mora no Rio de Janeiro há quatro anos.

terça-feira, 12 de março de 2019

TERROR: PM miliciano que matou MARIELLE FRANCO mora e foi preso no mesmo condomínio de luxo da família BOLSONARO

PM suspeito da morte de Marielle mora no mesmo condomínio de Bolsonaro, onde e quando eles conseguiram os imóveis?

O sargento reformado da PM Ronnie Lessa foi preso por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes



Milicianos e assassinos são vizinhos da família Bolsonaro

Mais uma daquelas "coincidências infelizes",  o marginal PM, um miliciano de nome RONNIE LESSA, foi preso nesta manhã, terça-feira (12), o endereço dele era um condomínio de luxo, nada mais e nada menos, o mesmo onde reside o "Presidente da República do Brasil", JAIR BOLSONARO.

O luxuoso endereço do miliciano

O condomínio de Vivendas da Barra, na Avenida Lúcio Costa, 3.100, por coincidência, o mesmo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), também escondia um "humilde PM", no endereço, além do miliciano RONNIE LESSA, seu parceiro, ÉLCIO VIEIRA QUEIROZ, também foi preso.

A operação foi realizada por volta das 4h da manhã desta terça-feira.




Parabéns a POLÍCIA DO RJ e ao Ministério Público

Que DEUS proteja esses policiais que estão conduzindo essas investigações,  eles e suas famílias.

Todos sabem as dificuldades que envolvem esse trabalho, pois o BRASIL tem certeza, não há dúvidas que por trás do assassinato de MARIELLE FRANCO tem gente poderosa.

Leia a matéria e assista no GLOBO, ainda falta divulgar, com provas cabais, os mandantes do crime.

_____________________________________________

VEJA LIGAÇÕES DA FAMÍLIA BOLSONARO COM AS MILÍCIAS




segunda-feira, 11 de março de 2019

PARÁ: Acusados de liderar milícia permanecerão presos


Seção de Direito Penal do TJPA mantém prisão de milicianos
Foto: Ricardo Lima (site - 
TJPA)

Prisão mantida

Nesta manhã de segunda-feira (11), a Seção de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Pará, por maioria de votos,  manteve a prisão de José Iran dos Santos Lucena, Mateus da Silva Lucena e Hamilton Silva Ribeiro, acusados de atuarem como líderes financiadores de grupos de milícia armada que agem no Sudeste do Pará. 

Não cumpriram medida judicial anterior

Os habeas corpus foram negados em virtude dos acusados, já beneficiados por igual medida,  não cumpriram as ordens judiciais, violando as medidas cautelares estabelecidas, tendo suas prisões preventivas decretadas novamente pelo Juízo da 1ª Vara criminal de Marabá.

Presos pela Polícia Civil

"De acordo com o processo, os investigados  foram presos em operação realizada pela Polícia Civil que investiga a atuação de grupos de milícias em fazendas, principalmente os que, supostamente, prestavam serviços como segurança particular, ameaçando e expulsando sem terras que ocupavam propriedades na região". 

Jovem católico é executado e queimado, tudo aponta para mais uma vítima do discurso de ódio do Bolsonaro

Fábio Júnior Silva era estudante de Letras, filho de assentado da reforma agrária e membro da Pastoral da Juventude 




Jovem, universitário, católico e assentado do Incra - a vítima do discurso de ódio de Bolsonaro

"O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) informou o assassinato do jovem através de uma nota: "Hoje, o Xingu está mais triste. Mais uma vida jovem foi tirada. Hoje no distrito de NEREU em São Félix do Xingu foi assassinado o jovem Fábio Júnior Silva , da Pastoral da Juventude de São Félix do Xingu. Nós que defendemos a Vida e lutam na prevenção contra o extermínio da juventude choramos a perda de mais um jovem. Pedimos vossas orações e solidariedade junto a familia , a PJ e a comunidade de São Felix do Xingu nesse momento de sofrimento, perda e injustiça cometida" (AQUI).

O jovem Fábio Júnior Silva fazia parte da Pastoral da Juventude da cidade de São Félix do Xingu-PA, era estudante no curso de Letras, através do programa Pronera, destinado aos filhos de assentados do Incra, ele foi executado, seu corpo foi encontrado no último domingo (10) seguinte ao lado de uma moto. Ele e o veículo estavam carbonizados.

sábado, 9 de março de 2019

DIEESE - Reforma da Previdência de Bolsonaro sacrifica ainda mais as mulheres

Resultado de imagem para bolsonaro ataca as mulheresEstudo do DIEESE comprova que a Reforma da Previdência agrava as desigualdades de gênero no mercado de trabalho e nas relações familiares no Brasil

"Se comparadas com as regras atuais, as medidas propostas pelo governo exigirão mais sacrifício das mulheres do que dos homens. No caso da aposentadoria no RGPS, por exemplo, mesmo que ambos os sexos percam o direito à aposentadoria por tempo de contribuição e passem a ter a exigência de idade mínima, as mulheres terão que trabalhar dois anos a mais (dos 60 aos 62 anos), se forem do setor urbano, e cinco anos a mais (dos 55 aos 60 anos), se forem do setor rural. 

Os homens, ao contrário, permanecerão com as mesmas referências etárias da atual modalidade de aposentadoria por idade (65 anos, no setor urbano, e 60, no rural). O tempo mínimo de contribuição exigido de ambos os sexos também aumentará, passando de 180 meses (15 anos) para 240 (20 anos), no campo e na cidade. 

As professoras (e os professores) do ensino básico poderão se aposentar mais cedo, aos 60 anos, desde que comprovem 30 de contribuição exclusiva no magistério."

sexta-feira, 8 de março de 2019

Com Bolsonaro o feminicídio no Brasil explode em 2019, já são mais de 340 casos




Governo Bolsonaro faz crimes contra a mulher disparar em 2019

"Nascimento registrou, até esta quinta-feira, 340 casos de feminicídio — foram 204 episódios consumados e 136 tentativas. A taxa de letalidade é de 60%, com 220 vítimas identificadas, em crimes ocorridos em todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal. A média é de 5,31 casos por dia, ou um caso a cada quatro horas e 31 minutos nos primeiros 64 dias do ano(leia AQUI - no GLOBO).

O presidente que elogia general pedófilo e miliciano estuprador

No país em que o presidente é condenado por atacar uma mulher (deputada) com discurso de estupro, onde o filho do presidente emprega familiares de milicianos envolvidos no assassinato covarde de uma mulher (vereadora), óbvio, que tudo isso vira uma senha para disparar os casos de crimes contras as mulheres, em todo o Brasil.

Para incentivar a violência contra a mulher, o presidente não cansa de elogiar torturador, estuprador e pedófilos.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Família Bolsonaro é "desequilibrada e com requintes de depravação"

Deliverance, o Amargo Pesadelo do Brasil, ante a família Bolsonaro, por Luis Nassif 

Em suma, é uma terra de ninguém. Em algum momento, esse vácuo político será ocupado, sabe-se lá por quem




Se cercar vira hospício; se cobrir, vira circo. É impressionante o que o aventureirismo político produziu no país. É o desmonte institucional completo, com a presidência entregue a uma família desequilibrada e com requintes de depravação.

Parece uma cena de “Deliverance” – ou “Amargo Pesadelo” -, o filme que mostra os amigos que querem se aventurar em uma corredeira e acabam se deparando com uma família de interioranos, isolados da civilização, desequilibrados e violentos contra qualquer “estrangeiro”.

É a síntese do Brasil, depois da aventura inconsequente do impeachment, encontrando no final das corredeiras a família alucinada dos Bolsonaro. Durante anos se esconderam em suas bolhas de WhatsApp, da mesma maneira que os interioranos do filme. De repente, por conta da “refundação” do país, os lunáticos assumem o comando, e se vê todos os cidadãos urbanos cercados por vultos toscos, moralmente desequilibrados, violentos, com ligações nebulosas com o submundo.

E agora?

A quantidade de sandices cometidas há muito deixou de ser folclórica para se constituir em ameaça concreta aos interesses nacionais e à imagem do país no mundo. O país que se orgulhava de ter como representante um Fernando Henrique Cardoso e um Lula, agora é humilhado diretamente pela exposição grotesca de um presidente desajustado.


Um pária na presidência do Brasil


quarta-feira, 6 de março de 2019

O projeto de Mefistófeles, por Philipp Lichterbeck

Em outras palavras: o presidente bate na tecla do direito e da lei. Mas não quando se trata dele e do seu clã. Nesses casos, fica raivoso. Curiosamente, agora o seu governo trabalha para tirar o poder do Ibama e esvaziar a proteção ambiental. (www.dw.com)




De longe, o Brasil parece um paraíso ambiental. O país divulga suas praias, seu mar, o Pantanal cheio de biodiversidade e a Floresta Amazônica, aparentemente infinita. Mas, na verdade, o Brasil está caminhando para transformar seu meio ambiente num inferno. Um inferno de soja, pastos, eucalipto, cana de açúcar e lama da indústria de mineração. 

A destruição do meio ambiente brasileiro parece ser um dos principais projetos do novo governo. Ele está numa missão mefistofélica: quer acabar com os bons costumes. Com os direitos humanos. Com a ciência. Com os projetos de emancipação. Com o próprio pensamento esclarecido. 

São pessoas que agem e falam com arrogância e crueldade. São pessoas que riem quando morre uma criança de sete anos. Que comemoram quando a polícia comete massacres em favelas, quando morrem ambientalistas ou vereadoras negras. Pessoas que não conhecem a diferença entre flertar e assediar. Pessoas com relações com milícias. Pessoas que falam toda hora em Deus mas mentem, xingam e difamam. Pessoas que gritam "zero corrupção!", mas que são corruptas. 

Em nenhum aspecto, a Agenda do Negativo fica mais clara do que na relação com o meio ambiente e a saúde dos brasileiros. 

Em alemão, um provérbio diz que "o peixe começa a feder pela cabeça". Já se sabe o que o presidente pensa sobre proteção ambiental desde 2012. Bolsonaro foi multado pelo Ibama enquanto pescava ilegalmente numa reserva natural. Ele violou a lei e prometeu pagar a multa - mas até hoje não o fez. 

Em outras palavras: o presidente bate na tecla do direito e da lei. Mas não quando se trata dele e do seu clã. Nesses casos, fica raivoso. Curiosamente, agora o seu governo trabalha para tirar o poder do Ibama e esvaziar a proteção ambiental. 

O novo ministro do Meio Ambiente é Ricardo Salles. Ele poderia ter sido originado na obra 1984, de George Orwell, na qual o "Ministério da Paz" é responsável pela organização da guerra. Porque, no Brasil, o ministro não tem interesse em proteger o meio ambiente, e sim em explorá-lo. É interessante notar que ele também e já foi condenado: por fraudar o processo do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental da Várzea do Rio Tietê, quando foi secretário estadual de São Paulo. 

Salles anunciou que vai fazer o Ibama entrar na linha. Ele escolheu um novo presidente do instituto. E, como que por milagre, o Ibama anulou a multa contra Jair Bolsonaro.

Salles demitiu 21 superintendentes do Ibama. A justificativa: "Precisam ter um alinhamento conosco. É um cargo de confiança." Isso é a língua da máfia. A tarefa do Ibama é proteger o meio ambiente dos brasileiros, mas não a obediência ao senhor Salles e seus interesses.

Como que por coincidência, entre os superintendentes exonerados do Ibama, também está Julio Cesar Dutra Grillo. Ele havia alertado para o rompimento da barragem em Brumadinho. 

segunda-feira, 4 de março de 2019

Xadrez de como o sistema judicial alimentou o fascismo à brasileira, por Luis Nassif

Mais uma aula de LUIS NASSIF para o JORNALISMO brasileiro e principalmente do Pará que ainda "bate-bumbo" para milicianos/chacineiros de togas e de fardas




Xadrez de como o sistema judicial alimentou o fascismo à brasileira, por Luis Nassif

A semente da politização e início da escalada fascista no Judiciário nasceram e foram alimentados na Procuradoria Geral da República, com a parceria entre o PGR Antônio Fernando de Souza, seu sucessor Roberto Gurgel e seu colega, ex-procurador, e Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa no caso conhecido como “mensalão”.

Nos últimos anos foram publicados diversos livros traçando uma radiografia do fascismo na história, identificando os pontos de partida, a incapacidade da sociedade de se dar conta da escalada até o movimento se tornar irreversível e promover tragédias nacionais.

Esse padrão aconteceu nitidamente no Brasil, no período que antecedeu a ascensão dos Bolsonaro ao poder.


As etapas principais desse processo têm como protagonistas o sistema judicial.

_________________________________________________

Peça 3 – o ovo da serpente do mensalão




A semente da politização e início da escalada fascista no Judiciário nasceram e foram alimentados na Procuradoria Geral da República, com a parceria entre o PGR Antônio Fernando de Souza, seu sucessor Roberto Gurgel e seu colega, ex-procurador, e Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa no caso conhecido como “mensalão”.

Ali inaugura-se a parceria Judiciário-mídia que aniquila com os limites impostos pelos códigos e pelos princípios de direito individual, que sustentavam o pacto democrático pós-Constituinte de 1988.

Com todas suas manipulações, a Lava Jato chegou a fatos concretos, de corrupção e de financiamento de campanha. Já o “mensalão” se baseou em provas falsificadas, manipuladas pelo trio Souza, Gurgel e Barbosa: o suposto desvio de R$ 75 milhões da Visanet, que nunca ocorreu, e a manipulação da chamada teoria do domínio do fato, provocando a indignação do seu próprio autor, o alemão Claus Roxin.

Antes da Lava Jato, um parecer da Pinheiro Neto, dos maiores escritórios de advocacia do país, atestou que a verba da Visanet havia sido totalmente aplicada nas campanhas do cartão. Posteriormente, um relatório técnico da Polícia Federal confirmou o fato.

Em determinado momento, tentou-se centrar o desvio na chamada “bonificação de volume” – sistema criado pelos grupos de mídia para remunerar agências de publicidade pelas campanhas divulgadas. Quando se constatou que o maior beneficiário das campanhas da Visanet eram as Organizações Globo, voltou-se ao mote original.

Ali ficavam claras as intenções da própria cúpula do Ministério Público Federal de começar a manipular investigações e denúncias para se firmar como poder político. E via-se a falta de tradição democrática e institucional do país. A semente do golpismo já estava entranhada na corporação, e não apenas nos Ailton Beneditos da primeira instância.

O ovo da serpente foi gerado naquele julgamento. Uma breve exceção no punitivismo do Supremo, a discussão dos embargos infringentes, fez com que a mídia direcionasse o ódio do populacho contra o Ministro Ricardo Levandowski.

Todo o know futuro, de parceria com a mídia, do discurso diuturno do ódio, da sincronização da escandalização, da sincronização com eventos políticos, visando interferir nas eleições municipais, de manipulação das leis, das teorias jurídicas, do código penal, de intimidação dos recalcitrantes, Tudo isso potencializado pela cobertura intensiva das audiências do STF, revelando personagens toscos e deslumbrados, como o então presidente do STF Ayres Brito, e a submissão da corte aos urros da rua. Ali se formatava o direito penal do inimigo.

Antônio Fernando de Souza aposentou-se da PGR ganhando um mega contrato de advocacia com a Brasil Telecom, de Daniel Dantas, personagem que ele livrou do “mensalão, ao atribuir o financiamento de Marcos Valério aos desvios da Visanet. Abria-se, pelo exemplo e pela blindagem, um caminho que seria seguido no futuro por outros colegas: o de se valer do trabalho no MPF para abrir novas oportunidades profissionais.

Como instituição que defende a revisão da Lei da Anistia e a Justiça de Transição, aguarda-se ansiosamente o momento em que a PGR e o MPF tragam luz sobre esses episódios em uma futura comissão da verdade. O MPF foi peça central no desmonte da democracia brasileira. E o STF o convalidador, ao abrir mão de sua responsabilidade de defender a Constituição e as leis.

domingo, 3 de março de 2019

"Melhor chamar o ladrão que entregar R$ 2.5 bilhões a esses juízes e procuradores da Lava Jato"

LAVA JATO: Eles não tem vergonha, sabotam o país, transformam "num puteiro" controlado por laranjas e milicianos, assim eles ganham mais dinheiro

O Jornal GGN, de Luis Nassif, oferece aos outros jornalistas mais uma excelente matéria (AQUI), abordando os abusos, esquemas e armações dos agentes da Lava Jato para chegarem ao centro do poder em Brasília - imperdível!


Peça 4 – a tacada de 2,5 bilhões de reais

E de ousadia em ousadia, de cumplicidade em cumplicidade, de blindagem dos centros de poder, mídia, Judiciário, em benefício do objetivo maior de anular Lula, a Lava Jato chega ao grande momento. Um acordo firmado entre procuradores regionais de 1ª instância (!), um juiz de primeira instância (!), permitiu a criação de uma fundação de direito privado, controlada por um procurador nomeado pelo procurador regional da República do Paraná, e convalidado pela 13ª Vara Federal, com recursos de R$ 2,5 bilhões (!) fornecidos pela Petrobras, dentro de um acordo de indenização.

O recurso, maior que o orçamento da própria Procuradoria Geral da República, será utilizado para cursos e campanha em defesa da ética e da moralidade, para avaliações periódicas de compliance de empresas.

Segundo o Código Civil:

Artigo 62. Para criar uma fundação, far-lhe-á o seu instituidor, por escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres, especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a maneira de administrá-la.

Ou seja, terá plena liberdade para contratar palestrantes, consultores, empresas de auditoria, universidades, cursos à distância, agências de publicidade etc. Bastará que justifique cada projeto como pedagogia contra a corrupção ou benefício social.

Questionada pelo GGN, a Procuradora Geral da República Raquel Dodge disse que nada teria a dizer. Não tem força para se opor à República de Curitiba. Espera-se que o STF e a mídia se dêem conta do absurdo dessa proposta e do caminho que abre para a corrupção institucionalizada.

Do Facebook de Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador que anunciou a aposentadoria para se dedicar ao mercado de compliance:





sexta-feira, 1 de março de 2019

ARTHUR - o anjo de LULA


Os foliões mostram como se deve "homenagear" quem cultua miliciano torturador e pedófilo




É hora de festejar

É hora de festejar e não de esquecer que o país está entregue à cultura miliciana, tanto a fardada quanto a togada.

O presidente do Brasil é insuperável, seus discursos e suas manifestações, sem muito esforço hermenêutico, a literatura jurídica permite definir como permanente apologia ao crime de estupro e pedofilia, caso da cerimônia de posse da diretoria da binacional hidrelétrica de Itaipu, onde Bolsonaro elogiou Alfredo Stroessner, ditador paraguaio que estuprou mais de 400 meninas entre 10 e 15 anos de idade.

Para um sujeito desse, que mancha a imagem do Brasil perante à humanidade, os foliões de Salvador-BA mandam uma singela mensagem, no vídeo acima, assistam.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

IPSIS LITTERIS: O JORNALISMO que o "jornalismo" do PARÁ deveria copiar, assim talvez aprendesse a fazer JORNALISMO


O mapa do Estado de Exceção, por Luis Nassif (AQUI - CLIQUE)

Por Luis Nassif - 27/02/2019



Hoje, o Tribunal de Justiça de São Paulo anulou a condenação imposta pelo juiz Leonardo Valente Barreiros e pelo procurador estadual Marcelo Mendroni ao ex-prefeito Fernando Haddad. Constatou que como o presidente da UTC foi prejudicado em seus interesses pelo então prefeito Haddad, sua delação premiada era vingança.
Era óbvio desde o começo. A gráfica, que teria recebido o dinheiro, garantira que não havia trabalhado para Haddad. Mas o objetivo das autoridades era criar fatos políticos. E criou.
Ao mesmo tempo, com uma sincronização típica de combinações pelo WhatsApp, juízes eleitorais de diversos estados encetaram uma ofensiva contra 17 universidades, proibindo-as de qualquer debate público. Os campis foram invadidos por Polícias Militares agressivas.
E não apenas isso. Nos últimos anos, o Estado de Exceção se apresentou de diversas maneiras.
Na Universidade Federal de Santa Catarina, levando um ex-reitor ao suicídio.
Na Universidade Federal de Minas Gerais, humilhando reitor e diretores.
Os abusos foram generalizados. A Lava Jato do Rio de Janeiro, sem nenhuma base fática, ordenou a condução coercitiva de quarenta funcionários do BNDES.
O grupo não tem grande respeito pelo juiz Marcelo Bretas. Mas este concede tudo o que é pedido. Convalida todos os absurdos. Graças a isso, conseguiram uma ordem para fechar o Instituto Lula.
De criminalizar a licitação FX, totalmente conduzida pela Aeronáutica.
De ordenar a apreensão do passaporte de Lula, em um gesto gratuito de autoritarismo.
E teve muito mais, antes que a imprensa abrisse os olhos para o monstro que ajudara a criar. O juiz Ademar Vasconcellos, na Vara de Execuções de Brasília, quase foi responsável pela morte de José Genoino. Tenho ido para a Papuda após uma operação delicada, Ademar proibiu que fosse levado para uma clínica, quando sobreveio grave crise cardíaca. Genoino foi salvo por uma moça corajosa, que o transportou clandestinamente em seu carro.
Em São Paulo, a juíza Cecilia Pinheiro da Fonseca e o promotor Fernando Albuquerque indiciaram jovens, rapazes e moças, alvos de um espião militar. E nem se deram ao trabalho de questionar o Segundo Exército por uma espionagem feita sem autorização civil.
O juiz Jailton Tontini decidiu impor multas a quem participasse de passeatas.
E o delegado Adriano Chohfi invadiu a Escola Florestan Fernandes, ameaçando velhos, mulheres e crianças.
No Rio, o delegado federal Igor de Paulo promovia o episódio dantesco de condução do ex-governador Sérgio Cabral algemado nos pés e nas mãos.
O juiz Alex Costa de Oliveira ordenou que se cortasse a água de uma escola ocupada por alunos.
Ou o vexame pré-Damares da juiza Carla Fullin, de Campinas, intimando um cientista de renome internacional por sua participação em um seminário sobre maconha.
Deu para entender porque Jair Bolsonaro não é um fenômeno isolado. Os bravos juízes e procuradores ajudaram a adubar o solo fértil, de onde brotaram Jair e os três filhos, Damares, Veléz, Ernesto, Ricardo Salles.
Nesses momentos de desequilíbrio, cada qual trata de administrar seus nacos de poder, sem um pingo de preocupação com a imagem da sua corporação. E sem um pingo de visão de futuro. Quando esta maré insana refluir, suas arbitrariedades ficaram boiano, como dejetos que aparecem na praia, em tempos de maré baixa.