O boquirroto Bolsonaro, eleito presidente do Brasil, em questionável eleição, suspeito de usar caixa 2, vai se apequenando ainda mais. Ao chegar no Centro Cultural do Banco do Brasil, em Brasília, o fascista teve que se esconder, diante de Ana Victória, estudante da UNB, ela sozinha enfrentou o esquema de segurança do Bolsonaro, dando voz a indignação de milhões de Brasileiros.
terça-feira, 20 de novembro de 2018
MULHERES: Dandara, Tereza, Antonieta...
Grandes mulheres negras que fizeram a história do Brasil
Na véspera do dia da Consciência Negra, conheça algumas mulheres negras que ousaram lutar contra os preconceitos da sociedade e entrar para a história
19/11/2018 16h59 - atualizado às 17h24
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A dívida histórica que o Brasil tem com os negros e negras é gigantesca. Para as mulheres negras uma das grandes consequências enfrentadas por conta da herança escravocrata é uma sociedade que tenta a todo custo as invisibilizar, desde sua estética até suas contribuições para a formação histórica do país.
Na escola, pouco se fala durante as aulas sobre a memória negra do país além da escravidão, acerca de mulheres negras é ainda mais grave, quase nada é ensinado.
Por isso, na semana em que se comemora o Dia da Consciência Negra é fundamental valorizar algumas das mulheres negras que dedicaram suas vidas para mudar a história do Brasil.
Tereza de Benguela
Tereza coordenou o Quilombo do Quariterê, maior quilombo do Mato Grosso. Apesar de existirem diversas versões sobre sua história, sabe-se que seu quilombo abrigava mais de 100 pessoas. Ficou conhecida como Rainha Tereza em alguns registros históricos.
Em 1922, o dia 25 de julho foi instituído como o dia da Mulher Afro-latinoamericana e caribenha. No Brasil, a data só foi oficializada em 2014 e se transformou no Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra.
Antonieta de Barros
Jornalista, fundadora e diretora do jornal “A Semana”, foi a primeira mulher negra eleita deputada federal no Brasil. Nasceu em 1901 e enfrentou inúmeras dificuldades para conquistar espaços que na época não eram ocupados por mulheres, encontrou mais dificuldades ainda por ser negra.
Começou a trabalhar como jornalista em 1920, também foi educadora, além de fundadora do Curso Antonieta de Barros, o qual dirigiu até 1952, ano de sua morte.
Carolina Maria de Jesus
Autora do best seller “Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada” em 1960, morou a maior parte de sua vida na favela do Canindé, em São Paulo. Sua obra, assim que lançada, vendeu 10 mil cópias em cerca de uma semana, foi traduzida em mais de duas dezenas de línguas e vendida em mais de 40 países.
O livro traz em forma de poesia a realidade da vida de Carolina, e apesar de sua obra ser reconhecida mundialmente, muitos brasileiros desconhecem.
Antes de se tornar uma notória escritora, trabalhou como catadora de lixo para criar sozinha seus três filhos.
Lélia Gonzalez
Lélia dedicou sua vida à luta das mulheres negras no Brasil e é considerada atualmente um dos grandes nomes do movimento negro no país. Graduada em história e filosofia, lecionou na rede pública de ensino e deu aula de Antropologia e Cultura Popular Brasileira na PUC-RJ.
Lélia fez parte do Instituto de Pesquisa das culturas negras (IPCN-RJ), do Movimento Negro Unificado (MNU) e do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras. É autora das obras Festas populares no Brasil, premiado na feira de Frankfurt, e Lugar de negro. Criou o conceito de Amefricanidade, que trata da questão fundante da América e do Caribe a partir da África.
Dandara dos Palmares
Muitos sabem quem foi Zumbi dos Palmares, mas poucas pessoas conhecem Dandara, grande lutadora pela libertação das negras e negros. Foi esposa de Zumbi e teve três filhos com ele. Capoeirista, enfrentou batalhas ao lado de homens e mulheres. Não há registros do local de seu nascimento, por isso não se sabe se nasceu no Brasil ou na África.
Sueli Carneiro
Doutora em filosofia pela USP, foi a única negra no curso de graduação da Universidade, na década de 1970. Atualmente, Sueli é uma das mais importantes pesquisadoras sobre feminismo negro do país. Seu nome e história foram relacionados à formulação da política de cotas e à lei antirracismo.
Fundadora do Geledés – Instituto da Mulher Negra, uma das maiores organizações políticas de mulheres negras contra o racismo e sexismo, além disso fornece assistência jurídica gratuita a vítimas de discriminação racial e violência sexual. É ganhadora dos prêmios Benedito Galvão, Prêmio Direitos Humanos da República Francesa e Prêmio Bertha Lutz.
Por Jéssica Rodrigues, da redação da Secretaria Nacional de Mulheres do PT
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segunda-feira, 19 de novembro de 2018
O mundo sabe que LULA é preso político e repudia o ódio de Bolsonaro e a canalhice/leviandade de Sérgio Moro
O corrupto judiciário brasileiro que ajudou a eleger Bolsonaro está sob suspeição aos olhos do mundo
| Moro é um malandro que tentou enganar o Brasil |
"A Prefeitura de Barcelona divulgou, dia 14 de novembro, uma declaração institucional condenando o discurso de ódio e violência de Jair Bolsonaro, presidente eleito no Brasil. A nota repudia as atitudes machistas, racistas e autoritárias de Bolsonaro e exige a proteção e o cumprimento estrito dos direitos previstos na Constituição de 1988. Além disso, expressa o apoio da cidade de Barcelona a todos os cidadãos e cidadãs do Brasil que estão mobilizados contra esse discurso de ódio. As autoridades da prefeitura de Barcelona manifestam ainda “profunda preocupação pela nomeação do juiz Sérgio Moro como ministro da Justiça, defende o envio de uma missão internacional de observadores para avaliar a independência do Judiciário brasileiro e a libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, conforme habeas corpus concedido pelo juiz Rogério Favretto, do Tribunal Regional Federal da 4a. Região, de Porto Alegre."
sábado, 17 de novembro de 2018
MAIS MÉDICOS: 122 municípios atingidos por Bolsonaro. 59 municípios do Pará tinham apenas médicos cubanos
Nem precisou 2019 chegar, o Brasil já está numa noite, que ao fim dela venha Nuremberg pra "elles"
Bolsonaro e filhos batem chifres e provocam fim do programa "Mais Médicos" - 122 municípios do Pará são prejudicados
O irresponsável acredita nos seus "fakes e memes"
Apenas por abrir a boca e falar suas asneiras, os danos ao Brasil e ao seu povo já é inestimável, o irresponsável Bolsonaro causa prejuízos de toda ordem, acredita que governará com "fakes e memes", um tosco!
Mais de R$ 81,7 bilhões
Na campo da diplomacia internacional, especialista já fazem a conta e estimam que o Brasil poderá perder mais de R$ 81,7 bi nas suas exportações, apenas para os países que foram envolvidos nas declarações do próprio Bolsonaro, ele pensa que o mundo se reduz a um grupo de "alucinados do zap-zap". (leia aqui)
Fim dos "Mais Médicos"
"O Programa Mais Médicos (PMM), foi lançado através da medida provisória nº 621/2013 em 08 de julho de 2013, fruto de um debate histórico dos defensores do SUS para ações mais efetivas do governo Brasileiro na busca de médicos disponíveis ao SUS nas regiões de maior vulnerabilidade social e da garantia constitucional do direito à saúde", é assim que a Famep - Federação das Associações dos Municípios Paraenses - a entidade lançou um manifesto (aqui) contra a irresponsabilidade do Bolsonaro, o sem noção, ele causou danos e pode provocar a perda de vidas humanas, em número grande, apenas o município de Santarém-PA, estima-se, ficará sem 17 médicos, um drama para a população carente que recorre aos serviços públicos de saúde, o estrago se espalha por quase todos os municípios do interior do estado do Pará.
59 municípios do Pará tinham apenas médicos cubanos
Segundo a nota da FAMEP, no Pará, atuam cerca de 770 médicos no programa MAIS MÉDICOS, sendo que 542 deste percentual total são de médicos cubanos (70,38%), que trabalham em 122 municípios paraenses e nos Distritos Sanitários Indígenas (DSEI), dos quais 59 municípios são exclusivamente atendidos por cubanos devido ao não interesse de profissionais médicos brasileiros em atuar nestes locais.
Nuremberg
Anistia, nunca mais! Nuremberg, sim!
Com Bolsonaro, o Brasil já iniciou mais uma grande noite, ao fim, que não se anistie, como foi feito com os bandidos de farda da ditadura militar.
sexta-feira, 16 de novembro de 2018
A farsa de uma "justiça lavajateira" contra LULA
Aécio solto, Bolsonaro eleito, Moro ministro, Temer presidente, podemos concordar em uma coisa: "O BRASIL NÃO É UM PAÍS SÉRIO"
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| Trecho do depoimento de LULA ao podre judiciário lavajateiro do Brasil |
Mais uma farsa contra LULA
O Brasil e o mundo sabem que a perseguição ao LULA é uma farsa da casta de toga em busca de "recompensas financeiras" e holofotes, o mais desqualificado uso do cargo pra fins não previsto na lei, vide o cínico SÉRGIO MORO, nem esperou seu candidato Bolsonaro ser diplomado e já aceitou ser ministro, sem abandonar as regalias do cargo de juiz federal, uma vergonha, algo próprio e exclusivo de autoridades que não se dão ao respeito, que não se importam com o BRASIL e com o seu povo.
Falseia
LULA é vítima de uma farsa, de uma imundície chamada LAVA JATO, cujo objetivo é político-partidário, vide seu nefasto juiz SÉRGIO MORO, além, obviamente, de colocar a Petrobrás aos pés dos interesses dos Estados Unidos.
A sentença do político de toga e de férias, da imunda Lava Jato, diz textualmente LULA teria praticado "ato de ofício indeterminado", quando um juiz escrever isso na sua decisão, esqueça o juiz, pois o que resta é um CANALHA DE TOGA, um político em busca de holofotes e de poder, violando às leis que deveria ser o primeiro a respeitar, já que o primeiro a exigir o seu cumprimento.
Qual o crime?
“Qual é o crime que Lula cometeu? Corrupção passiva precisa de um ato de ofício definido. Precisa que se comprove a Lavagem de dinheiro também. LULA lavou dinheiro de quem e onde? Essas perguntas os canalhas da LAVA JATO não respondem, nem precisam, não há lei para eles seguirem, eles são políticos, vide o juiz de Curitiba.
Não tem juiz, tem político; não tem provas, estas são impossíveis de aparecerem, pois não há crime. Há convicções políticas, partidárias e ideológicas, há canalhice!
Não tem juiz, tem político; não tem provas, estas são impossíveis de aparecerem, pois não há crime. Há convicções políticas, partidárias e ideológicas, há canalhice!
Sobre o processo e sobre Sérgio Moro
Para o deputado federal Wadih Damous (PT), que integra a equipe de advogados de Lula, o processo do “sítio de Atibaia” tem semelhanças com o processo do “triplex do Guarujá”, pelo qual Lula foi condenado. Na análise de Damous, existe uma “tentativa de incriminação ao ex-presidente Lula em um processo farsesco”.
“São dois processos diferentes do ponto de vista do objeto, mas são processos parecidos. Da mesma forma como no caso do triplex, atribuiu-se a propriedade e a responsabilidade ao presidente Lula de um imóvel que não é dele. Tentam vincular melhorias que foram feitas no tal sítio de Atibaia a contratos da Petrobrás na época em que Lula era presidente. É bom que saiba que essas tais melhorias foram realizadas quando Lula não era presidente. Não há qualquer prova”, afirmou.
“O juiz Sergio Moro encontra-se, hoje, numa situação de absoluta ilegalidade. Não existe, na legislação brasileira, a figura do juiz de férias que faz política. Juiz não faz política. Isso está no conselho federal, na lei orgânica da magistratura, isso está no código de ética. Esta figura, juiz de férias fazendo política, nunca existiu, porque ela é ilegal”, disse o deputado Paulo Pimenta.
quarta-feira, 14 de novembro de 2018
LE MONDE: Lugar de militar que defende tortura e ditadura é na cadeia, não é na presidência e nem na vice presidência de um país
"Impunidade dos crimes da ditadura abriu brechas para o retrocesso atual"
ENTREVISTA – EUGÊNIA AUGUSTA GONZAGA
Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos fala sobre dificuldades para esclarecer as violações da ditadura, problemas enfrentados desde o impeachment de Dilma Rousseff e a necessidade de revisão da Lei de Anistia, além das expectativas da continuidade dos trabalhos a partir de 2019.
Grande parte do apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL) e seus seguidores é fruto de um pacto de esquecimento estabelecido durante a transição para a democracia no Brasil há quase trinta anos. É o que defende Eugênia Augusta Gonzaga, procuradora da República e presidente da Comissão Especial Sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP).
A comissão foi criada em 1995, durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), para encontrar mortos e desaparecidos políticos e colocar em prática medidas de reparação a familiares, vítimas e sobreviventes. Sua criação representa um marco no direito à verdade no país: foi a primeira vez que o Estado brasileiro reconheceu sua responsabilidade pelas graves violações cometidas durante a ditadura militar (1964-1985).
Eugênia Gonzaga se engajou no tema a partir do caso da vala comum de Perus. Até hoje, o episódio é o único do gênero que possui trabalhos avançados de identificação das vítimas. A prática de enterros em valas clandestinas foi repetida em outros pontos do país, como Rio de Janeiro e Recife, além de haver suspeitas de seu uso durante a Guerrilha do Araguaia.
Sem esclarecimentos e responsabilização, a visão sobre a história recente do país torna-se nebulosa: assim, parte do eleitorado que apoia o viés militar de Bolsonaro segue acreditando nas benesses do regime durante a ditadura militar no Brasil. “É importante dizer que nenhum governo desde a redemocratização foi ideal no âmbito de implementar uma justiça de transição, de estabelecer o pleno direito à memória. O Brasil segue tímido quanto à possibilidade de abrir seus arquivos”, afirma Gonzaga.
Em entrevista ao Le Monde Diplomatique Brasil, a presidente da comissão falou também sobre dificuldades para esclarecer as violações da ditadura, problemas enfrentados desde o impeachment de Dilma Rousseff (PT), a necessidade de revisão da Lei de Anistia, além das expectativas da continuidade dos trabalhos a partir de 2019."
Oposição derrota as maluquices e os ataques de Bolsonaro/Temer aos trabalhadores brasileiros
A resistência contra o ataque aos trabalhadores e ao meio ambiente
O candidato eleito pelo esquema das "fakenews" vai escancarando a cada "zap zap" a sua alucinação, decorrente da sua principal característica - a idiotice.
Anunciou o fim do Ministério do Trabalho, o fim do Ministério do Meio Ambiente, a mudança da embaixada em Israel, de Tel Aviv para Jerusalém, evidenciando que se trata de um lunático sem a menor noção das coisas.
O Brasil está à deriva, haja fake news de "kit gay" para sustentar um sujeito desse como presidente.
O Brasil é grande e sobreviverá!
terça-feira, 13 de novembro de 2018
Como tratar bandido, o exemplo vem do CHILE: 11 marginais do exército vão pra cadeia, já no Brasil, todos eles estão soltos, ameaçam as instituições e nada acontece
Entre os condenados, o ex-comandante-chefe do Exército do Chile, entre os anos de 2002 e 2006, o general Juan Emilio Cheyre
No Brasil os defensores da ditadura militar assumem o poder, no Chile eles estão indo pra cadeia - o local certo
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O general Juan Emilio Cheyre foi condenado,
no Brasil os bandidos de farda estão soltos
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No Chile, o ex-comandante-chefe do Exército é condenado por cumplicidade nas mortes de 15 pessoas após o golpe militar de 1973
Enquanto a mídia brasileira e Bolsonaro/Temer tentam empurrar a falida previdência chilena como exemplo para os brasileiros, a justiça daquele país, que não tolera medíocres que nem Sérgio Moro, deu mais um exemplo de seriedade ao mundo, condenando a três anos e um dia de prisão o marginal de farda Juan Emilio Cheyre, ele é general e foi ex-comandante do exército chileno entre os anos de 2002 e 2006.
O general Cheyre é a figura mais importante a ser responsabilizada até agora pelos abusos cometidos durante o regime do general Augusto Pinochet.
Caravana da morte
O bandido de farda também deve ser herói do presidente eleito do Brasil e dos seus filhos, mas no Chile a conversa pra esse tipo de bandido é outra, ele foi condenado por cumplicidade com a notória "Caravana da Morte", uma unidade militar enviada pelo general Pinochet a áreas remotas chilenas para caçar ativistas da oposição.
A "caravana da morte" esteve na cidade de La Serena, no norte do país, um mês após o golpe de Estado em setembro de 1973, matando 15 opositores ao regime de Pinochet, foi por esse fato que o general Cheyre foi condenado.
Um justiça de verdade, não essa imundície lavajateira do Brasil
O juiz de investigação Mario Carroza, que não é do tipo "moleque celebridade da Globo", disse que a condenação do general mostra que o sistema judiciário do Chile é "igualitário", ou seja, caixa 2 é caixa 2, já no Brasil.
Ou seja, no Chile, militar que pensa que nem Bolsonaro, vai pra cadeia, já no Brasil!
Sérgio Moro 2022 - Por Marco Atílio
Uma coisa não se pode negar: Sérgio Moro é o cara de pau mais corajoso do Brasil. Em entrevista concedida ontem ao programa do Fantástico da Rede Globo, reconhece serenamente que foi procurado entes mesmo do fim das eleições para compor o futuro governo do então candidato Bolsonaro. A data é um mero detalhe.
Disse que nunca ouviu qualquer discurso de ataque a minorias proferidas por Bolsonaro e que gays, negros e mulheres não correm risco algum. Então tá! Já me sinto mais seguro.
Outra coisa que não se pode negar: Sérgio Moro vem tendo sucesso em sua estratégia de poder, pelo menos até o presente momento. Seus movimentos no tabuleiro foram decisivos para que Bolsonaro fosse eleito presidente. Nada mais justo que se tornasse uma figura proeminente no futuro governo que ele dedicadamente ajudou a eleger.
Mas existem certos problemas que sua visão ofuscada pelos holofotes não consegue ver. Sua embriaguez pelo poder não lhe permite perceber erros toscos que vem cometendo nesses poucos dias desde que foi anunciado futuro superministro.
É visível que a grande imprensa o trata como a pessoa mais importante do governo Bolsonaro, mais que o próprio Bolsonaro. Também é visível como ele sente prazer orgástico em ser visto como tal. A julgar pela sua fala fina e trêmula, apostaria em duas ou três ejaculações ao longo da entrevista à apresentadora do Fantástico, Poliana Abritta.
No best seller "As 48 Leis do Poder", Robert Greene faz um alerta: não ofusque o brilho do mestre. É simplesmente a primeira das 48 leis. Citando Baltasar Gracián, Robert Greene nos ensina: “toda superioridade é odiosa, mas a superioridade de um súdito com relação ao seu príncipe não só é estúpida como fatal.”
Bom, é evidente que Bolsonaro sofre de idiotia aguda, mas também não se pode negar que os 28 anos de congresso e sucessivas eleições lhe forjaram um forte instinto de sobrevivência política. Bolsonaro ainda não sabe, mas chegará o dia em que terá que cortar a cabeça de Sérgio Moro, não por ser habilidoso – porque definitivamente não é –, mas por puro instinto.
Sérgio Moro não pode evitar de ser quem é: um narcisista extremado. Bolsonaro também não pode evitar seus instintos de sobrevivência. O futuro dessa relação está traçado e não é preciso ser mãe Diná para prever o desfecho dessa história.
Eu, na condição de “fã” de Sérgio Moro, humildemente desejo que sofra e que sangre lentamente até a morte. Obviamente que me refiro à sua vida política, e não à biológica.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Procurador-Geral do MP pediu e Tucuruí pode sofrer Intervenção Estadual
Caso o pedido seja aprovado, o governador já tem um nome para interventor
Tucuruí pode sofrer intervenção
O Procurador Geral, Gilberto Valente Martins, concordou com a 2ª Promotora de Justiça do Município, Amanda Sales, e ingressou com um pedido de Intervenção Estadual no município de Tucuruí/PA.
Desde 2016 que as autoridades do município não prestam contas ao TCM-PA. As irregularidades atingem o poder executivo e o legislativo de Tucuruí.
Bagunçou geral
Após a morte do prefeito Jones William, assassinado poucos meses após assumir o cargo, o município de Tucuruí não encontrou mais um rumo, vive uma instabilidade política que parece não ter fim.
O governador já teria escolhido o interventor
A viabilidade do pedido de intervenção colocou o governo do Pará em prontidão, Jatene teria um nome pronto pra assumir o município, trata do presidente da Associação Comercial e Industrial de Tucuruí, Marcelo Alexandre C. Silva.
Aposentadoria dos servidores públicos de Marabá em risco, dívidas chegam a R$ 48 milhões
Ex-prefeito foi denunciado por dívidas de R$48 milhões com Instituto de Previdência do Município
De junho de 2015 a dezembro de 2016
O plenário do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM-PA) julgou procedente a denúncia e representação contra o ex-prefeito João Salame Neto, devido ao não recolhimento das contribuições dos servidores ao Instituto de Previdência do Município de Marabá (IPASEMAR), no período de junho de 2015 até 31 de dezembro de 2016, o valor do rombo é de R$ 48.123.095,17.
O Tribunal encaminhou os autos ao Ministério Público Estadual e à Câmara Municipal de Marabá, para as providências cabíveis.
Alerta
O que ocorre em Marabá é um alerta para todos os municípios, não há controle prévio nem do Tribunal de Contas e nem do Ministério Público, há política, muita política.
O rombo será debitado na conta dos servidores e em prejuízo das sua aposentadorias, impressiona que ainda tem sindicatos de servidores que defendem esses regimes próprios nas mãos de prefeitos e afins.
domingo, 11 de novembro de 2018
Parauapebas: A família de Jhackelyne pede a sua ajuda


21 anos
Jhackelyne Rodrigues tem apenas 21 anos, no último dia 1° de maio ela foi vítima de um assalto na sua residência, no município de Parauapebas/PA, quando sofreu um tiro, o projétil ficou alojadona sua coluna, ela precisa realizar o mais rápido possível um procedimento cirúrgico.
Você pode ajudar
NÃO DEIXE DE FAZER SUA DOAÇÃO para que Jackelyne possa realizar sua cirurgia, o valor que a família precisa é de R$ 20 mil.
Por favor faça uma doação de qualquer valor na conta:
Caixa Econômica Federal
Agência: 3145
Conta Poupança n° 51.783-5
Operação 013
Nome: Fernanda de Morais Rodrigues
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Nos EUA, TRUMP e seu partido sofrem a maior derrota em 8 anos
Rejeitado pela maioria dos eleitores, TRUMP é o grande derrotado, a oposição retoma o controle da Câmara dos Deputados com grande folga (representantes)
Depois de 8 anos
O cansaço do povo norte americano com o governo tresloucado de Donald Trump dobrou a esquina, o Partido Democrata emplacou uma grande vitória nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, na votação encerrada na última terça-feira (6/11), após 8 anos de seguidas derrotas.
A oposição a Trump já tinha confirmado 223 deputados Democratas contra 197 do partido Republicano, essa maioria deve aumentar ainda mais um pouco.
Impeachment
Impeachment
A oposição a Trump conquistou os votos necessários para iniciar investigações e até um processo de impeachment.
Vários negócios do TRUMP podem ser alvos investigações pela oposição Democrata, além de a partir dessa maioria conquistada ficar difícil para o presidente americano aprovar as sua maluquices, como por exemplo o de erguer um muro na fronteira do México para conter os imigrantes latinos.
Mais mulheres
Um voto nitidamente anti-Trump, a participação maciça do eleitorado progressista trouxe novos ventos para o Congresso dos EUA, a bancada feminina já é uma das maiores da história, um claro recado para um presidente nitidamente preconceituoso, sexista e homofóbico.
Homossexual
Vários negócios do TRUMP podem ser alvos investigações pela oposição Democrata, além de a partir dessa maioria conquistada ficar difícil para o presidente americano aprovar as sua maluquices, como por exemplo o de erguer um muro na fronteira do México para conter os imigrantes latinos.
Mais mulheres
Um voto nitidamente anti-Trump, a participação maciça do eleitorado progressista trouxe novos ventos para o Congresso dos EUA, a bancada feminina já é uma das maiores da história, um claro recado para um presidente nitidamente preconceituoso, sexista e homofóbico.
Homossexual
O estado do Colorado elegeu o primeiro governador assumidamente homossexual do país, Jared Polis.
Rejeição a Trump
O resultado indica claramente uma rejeição ao presidente fanfarrão e as suas fakenews, ele tem aprovação de apenas 40%, mesmo considerando o bom momento econômico dos EUA, o cidadão sabe que não é um quadro sustentável e que não vale a pena, a conta de TRUMP ainda chegará para a economia e os trabalhadores.
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Sérgio Moro - as leis fossem respeitadas ele seria um prisioneiro e não um juiz ou ministro
O esquema Moro/Bolsonaro é o maior crime contra a democracia brasileira, mais cedo ou mais tarde eles prestarão contas com a Lei e perante as instituições

CNJ vai analisar quatro representações contra Sergio Moro
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar pelo menos quatro representações apresentadas contra Sergio Moro, informa a coluna de Mônica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo; uma delas questiona o encontro dele com o economista Paulo Guedes para falar sobre a participação do juiz no governo de Jair Bolsonaro; outra questiona o fato de o juiz não ter se exonerado e sim tirado férias; um dos integrantes do CNJ diz que "não existe o sujeito fazer plano de governo de toga" pois a Constituição veda a participação de juízes em atividades políticas...
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Governo Hélder: Equipe de transição tem 5 mulheres entre os 11 membros
Embora a maioria seja de homem, inclusive o coordenador geral, merece aplausos a presença feminina na equipe, são 5 nomes: Hana Sampaio Ghassan, Ivete Vaz, Leila Freire, Maria Eugenia Rio e Rebecca Hesketh.
Demais nomes
Parsifal Pontes (Coordenador), Marcos Rodrigues de Mattos, Ricardo Balestreri, Alex Centeno, Eduardo de Castro Ribeiro Junior e Fabrício de Paula Santos Gomes formam a equipe.
Demais nomes
Parsifal Pontes (Coordenador), Marcos Rodrigues de Mattos, Ricardo Balestreri, Alex Centeno, Eduardo de Castro Ribeiro Junior e Fabrício de Paula Santos Gomes formam a equipe.
Comparando
Para ter idéia, apenas para comparar, o tresloucado presidente das fakenews, o Bolsonaro, tem uma equipe apenas de homens, no meio da tropa tem fardados e desorientados, condenados por estelionato, condenados por crimes da Lei Maria da Penha (agressão a mulheres) e, obviamente, acusados de Caixa 2 e corrupção.
A equipe foi anunciada com 27 nomes, todos homens, depois das críticas, indicaram uma "bombeira", melhor teria sido uma "caminhoneira", deve ter alguma disponível na praça, com a devida vênia a essas profissionais (leia AQUI).
Parauapebas também precisa de uma transição assim
Talvez, esteja passando da hora do prefeito de Parauapebas também fazer a sua transição, os exemplos estão postos.
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Pedral do Lourenço e as obras da hidrovia da bacia do Tocantins-Araguaia é prioridade para o governo Hélder
| Helder e Jáder - infra-estrutura é prioridade |
Estudos ambientais do Pedral do Lourenço seguem para o Ibama
"Mais um passo foi dado para que as obras do Pedral do Lourenço saiam do papel. Com objetivo de melhorar a navegabilidade na bacia do Tocantins-Araguaia, o empreendimento garantirá o escoamento da produção agrícola, pecuária e mineral durante todo ano nos estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso.
Para que as obras virem realidade, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) protocolou, neste mês (23), o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) do Pedral no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)."
Obra
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| Pedral do Lourenço - Marabá/PA Foto - Internet |
"O derrocamento consiste em desgastar os pedrais que impedem a navegação de embarcações com cargas durante os meses de setembro a novembro, período em que o rio fica mais raso. A navegação permanente na hidrovia Tocantins-Araguaia vai acelerar o desenvolvimento regional para a implantação de um novo conceito logístico que integrará a hidrovia aos modais rodoviário e ferroviário e garantindo o escoamento da produção Nos estados do Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás e Mato Grosso. A rota possui uma capacidade operacional estimada em 20 milhões de toneladas para o ano de 2025 e a posição do porto auxilia na negociação com o mercado europeu e norte-americano."
Iniciativa prioritária
"Essa é uma iniciativa que contou também com os esforços de Helder Barbalho, quando exerceu os cargos de ministro de estado do Governo Federal. Frente ao Ministério da Integração Nacional, por exemplo, Helder participou de diversas reuniões de governo, articulando com os órgãos federais responsáveis, o que garantiu mais celeridade ao processo."
(Ascom - Hélder)
(Ascom - Hélder)
segunda-feira, 5 de novembro de 2018
JACUNDÁ: Os empresários conseguiram a liberdade
Os empresários foram acusados de fraudes em licitação
Fraude em licitação no município de Jacundá
Os empresários Wender e Valdivino Cunha, acusados dos crimes de fraude em licitação e uso de documento falso no município de Jacundá-PA, conseguiram um ordem judicial e deixaram a prisão.
A informação é do escritório Araújo e Gonçalves, conduzidos pelo Dr. Rodrigo Araújo, Dr. Hélder Igor e Hawllyton Nota, em parceira com o Dr. Alexandre Carneiro Paiva, a medida foi expedida no último dia 1° de novembro.
A prisão convertida em medidas cautelares
Os advogados comprovaram a fragilidade da prisão dos empresários, o desembargador Leonam Cruz decidiu pela sua conversão em medidas alternativas, salientando que os crimes não envolvem violência ou grave ameaça e que os réus podem responder as acusações em liberdade.
Parauapebas: Hélder, o governador eleito do Pará, visita a aldeia Xikrin do Cateté e a mineradora Vale




Hélder em Parauapebas
O governador eleito do Pará, Hélder Barbalho, juntamente com a sua família, ao lado do prefeito Darci Lermen, fez um "tour" pelo município, visitando a mina de ferro da Vale e a aldeia Xikrin do Cateté.
Vale
A mensagem do governado eleito é boa para todos entenderem, visita a maior empresa em atuação no estado, que explora impiedosamente os recursos minerais do Pará, dos brasileiros, especialmente do povo indígena Xikrin do Cateté.
Xikrin
Muito importante a visita do governador eleito do Pará ao povo Xikrin do Cateté, esses indígenas são as principais vítimas da impiedosa empresa Vale, a presença do Helder e da sua família é traz esperança para esse povo, principalmente nesse momento onde um desequilibrado "presidente fake" direciona tantas ameaças a quem merece justamente o oposto, ou seja, PROTEÇÃO.
Vale
A mensagem do governado eleito é boa para todos entenderem, visita a maior empresa em atuação no estado, que explora impiedosamente os recursos minerais do Pará, dos brasileiros, especialmente do povo indígena Xikrin do Cateté.
Xikrin
Muito importante a visita do governador eleito do Pará ao povo Xikrin do Cateté, esses indígenas são as principais vítimas da impiedosa empresa Vale, a presença do Helder e da sua família é traz esperança para esse povo, principalmente nesse momento onde um desequilibrado "presidente fake" direciona tantas ameaças a quem merece justamente o oposto, ou seja, PROTEÇÃO.
domingo, 4 de novembro de 2018
O Brasil caiu no conto do "juiz da toga fake", concluiu o El País
Em editorial, o jornal El País resume o "esquema" Moro/Bolsonaro - uma vergonha para o Brasil
Moro tira a máscara
A decisão do juiz de ser ministro de Bolsonaro macula retroativamente suas decisões sobre Lula e o PT
A decisão de Sérgio Moro de aceitar a pasta da Justiça no futuro governo do ultradireitista Jair Bolsonaro exige uma análise retrospectiva de suas ações, exame do qual o superjuiz, percebido como o paladino nacional da lei no Brasilnos últimos anos, não sai ileso. Sua elevação ao status de herói da justiça começou em 2014, quando suas investigações sobre a corrupção na Petrobras abalaram a política nacional ao prender dezenas de executivos, empresários e políticos, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O presidente eleito, Jair Bolsonaro, pode ter marcado um gol notável entre seus eleitores. Mas Moro maculou sua carreira e fez um débil favor à Justiça ao aceitar o cargo de ministro.
Para começar, como revelou em uma entrevista o vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, o cargo foi oferecido a Moro há algumas semanas. Mas depois de 1º de outubro, seis dias antes do primeiro turno das eleições presidenciais, o juiz tomou uma decisão surpreendente que já naquele momento causou polêmica: tornou pública uma declaração de Antônio Palocci, ex-ministro de Lula de 2003 a 2006) e de Dilma Rousseff (em 2011), na qual este acusava o ex-presidente de ter conhecimento de todas as tramas corruptas da construtora Odebrecht e da Petrobras durante seu governo.
As revelações de Palocci, que tinham sido produzidas em março deste ano, foram reveladas pouco antes do primeiro turno sem que o juiz explicasse os motivos processuais para isso. Moro deveria esclarecer agora, no mínimo, se tomou a decisão antes ou depois de receber o convite para ocupar o ministério.
Não é este o único movimento estranho no longo histórico de Moro com Lula, a quem mandou prender em abril passado após sua condenação em segunda instância. Na ocasião, o ex-presidente liderava as pesquisas e Bolsonaro já se apresentava como candidato, segundo nas preferencias dos eleitores.
Moro condenou o ex-presidente por ter recebido um apartamento tríplex de uma construtora em troca de facilidades para negociar com a Petrobras. Durante os quatro anos que durou a instrução, o juiz deu mostras claras em várias ocasiões de agir por motivações políticas, afetando o processo eleitoral, principalmente contra o Partido dos Trabalhadores (PT) de Lula.
Moro sempre negou que tivesse motivações diferentes das do direito e da lei, ou intenções de deixar a magistratura para passar diretamente à política. “Jamais, jamais. Sou um homem da justiça e, sem querer criticar, não sou um homem da política”, declarou ao jornal O Estado de S. Paulo há dois anos, em sua primeira entrevista como instrutor do caso Lava Jato. Já faz tempo, no entanto, que só os mais incautos acreditavam nisso de pés juntos.
Como resumiu de forma irônica Ciro Gomes, que concorreu à presidência este ano: “Moro tem de aceitar o convite [para fazer parte do Governo] porque não é um juiz, é um político e precisa assumir de vez sua vocação”. E a vocação não parece ter limites: em dois anos pode ser promovido ao Supremo Tribunal Federal (STF), como afirmou o próprio Bolsonaro, e alguns acreditam que o juiz também nutra aspirações para as eleições presidenciais de 2022.
Em uma declaração estranhamente premonitória, Moro garantiu no ano passado para a revista Veja: “Não seria apropriado da minha parte postular um cargo político, porque isso poderia, digamos assim, colocar em dúvida a integridade do trabalho que fiz até o momento”. O juiz tem toda razão. A democracia se baseia, entre outras premissas, em uma estrita separação de poderes e no império da lei. Os acusados têm direito a um juiz imparcial. A mera aparência de parcialidade pode ser causa de conflito de interesses, e a decisão do juiz Moro de se unir ao governo do presidente eleito, a cujo rival processou e condenou à prisão tão recentemente, sem dúvida inquieta os defensores de tal processo. O fato de Moro ser ministro de Bolsonaro joga de forma inevitável uma sombra retrospectiva sobre se Lula teve ou não um julgamento justo, ou se desfrutou do direito de ter um juiz imparcial. Mas o ex-presidente, hoje na cadeia, não é o único prejudicado. A imagem da justiça no Brasil, como um dos pilares da democracia, é a principal danificada pelo caso Moro.
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