sábado, 26 de maio de 2018

Mais uma aula do jornalista MAURO SANTAYANA sobre mais um apagão do PSDB, sobre a farsa jato de Sérgio Moro e a manipulação da classe média manipulada pela Rede Globo



"Na qual se prefere insistir em apresentar à opinião pública a tese calhorda, apoiada pela mesma velha plêiade de “analistas” e “especialistas” de um lado só, de que a culpa do que está acontecendo é do Partido dos Trabalhadores.

Que, tendo economizado 380 bilhões de dólares apenas em reservas internacionais e deixado mais 800 bilhões (260 bilhões de reais em dinheiro) em ativos no BNDES, fora o pagamento da dívida de 40 bilhões de dólares com o FMI, teria sido responsável por jogar a empresa no buraco e por “quebrar” o Brasil, deixando-o na terrível condição em que ainda se encontra de quarto maior credor individual externo dos EUA.

Sem aumentar a divida pública, que em 2002 ainda era maior do que é agora.

(...)

Quanto aos membros da classe média conservadora e manipulada que ajudaram a derrubar Dilma, aguentaram mais de 200 aumentos da gasolina sem chiar desde 2016 e agora se encontram bloqueados nos aeroportos tentando seguir viagem, cabe perguntar, respeitosa e carinhosamente: onde estão as panelinhas?"


Resultado de imagem para moro e parente destroem a petrobrás





(Do blog com equipe) - Nada de novo na forma como o Brasil atual está tratando e vendo a greve convocada pelos caminhoneiros em protesto contra os sucessivos e absurdos aumentos dos combustíveis, que passam de 50% em alguns meses. 

O senso comum imposto ininterruptamente a marretadas por uma mídia irresponsável e ideologicamente comprometida e o discurso oficial, mentiroso, hipócrita e mendaz, continuam se apoiando na tese, ou melhor, no conto do vigário, de que os caminhoneiros estão exagerando e que a culpa é do PT, que teria “quebrado” a Petrobras devido à política de preços adotada nos governos Lula e Dilma.

Quando, na verdade, o vaivém dos preços foi, pelo contrário, usado inteligentemente nos últimos anos, para impedir fortes aumentos, com a empresa guardando dinheiro quando a cotação do dólar e dos combustíveis lhe eram favoráveis, para subsidiar a compra de diesel e gasolina quando os preços estavam mais altos lá fora, evitando sacudir o mercado e o bolso dos consumidores com o desce e sobe (mais sobe do que desce) idiota e terrorista dos dias de hoje, em que um sujeito não pode sequer programar uma viagem de dois dias sem saber quanto vai gastar de combustível.

Uma doutrina - baseada no “laissez” faire” e na flutuação dos preços no “mercado”, essa entidade-anjo, uma verdadeira filial do céu onde vive Nosso Senhor Jesus Cristo - que só facilita a vida dos especuladores e dos donos de postos de gasolina, que também deveriam ter sido chamados para se sentar à mesa de negociação com o governo.

Afinal, caminhoneiros e cidadãos comuns estão fartos de saber que, depois que sobem, em uma espécie de “lei de antigravidade” que é extremamente grave e prejudicial para o país, os combustíveis, principalmente o diesel e a gasolina - que não dão safras sazonais como o álcool - jamais voltam a cair de preço no bico dos revólveres das bombas dos postos, a não ser na ordem ridícula dos centavos, em uma espécie de cruel gozação com a cara do consumidor brasileiro.

Em janeiro de 2016, o jornal ligado a uma importante rede de televisão publicou uma matéria tentando explicar, geopoliticamente, a razão para a queda de 60% da cotação do petróleo em menos de dois anos.

O texto citava, entre outras motivações: o aumento da produção de óleo de xisto nos Estados Unidos para 9 milhões de barris por dia; a decisão da Arábia Saudita de tentar atrapalhar a indústria de exploração desse recurso nos EUA, aumentando a oferta e vendendo o petróleo da OPEP a 25 dólares o barril; e a volta de outros grandes fornecedores de petróleo ao mercado, como o Irã, após o fim de sanções impostas àquele país pela ONU.

Essas notícias não foram publicadas há 14 anos. Elas saíram, inacreditavelmente, e com grande destaque, há menos de 15 meses. O que é fantástico é que, na cobertura da greve dos caminhoneiros, com a grave crise internacional dos preços do petróleo, que ainda continua, ninguém tenha tocado no assunto e elas tenham sido escandalosamente apagadas, como os desafetos de Stalin e os acusados do macartismo, da história “oficial” vigente.

Deliberadamente omitidas pelo Ministério da Verdade, o MINIVER do livro 1984, de George Orwell, em que se transformou a grande mídia neoliberal, que adotou a tática de chamar dezenas de “analistas”, a todo momento, alguns deles figuras carimbadas do desgoverno do Sr. Fernando Henrique Cardoso, para repisar a mentira deslavada de que a suposta crise que “obriga” a Petrobras a aumentar o preço dos combustíveis a cada vez que o Atchim da estória da Branca de Neve espirra é culpa da política de estabilização de preços internos criteriosamente adotada durante anos pelos governos anteriores.

Como se o preço internacional do petróleo bruto não tivesse caído de 115 dólares em agosto de 2013, para 111 dólares em junho de 2014, 50 dólares em março de 2015, e 30 dólares em janeiro de 2016.

E como se isso não tivesse afetado em nada as contas da Petrobras, que produz quase três milhões de barris de petróleo por dia.

Mesmo assim, como mostram exaustivamente dados divulgados pela AEPET, a Associação dos Engenheiros da Petrobras, a Petrobras perto de estar quebrada.

Ela teve, apesar da política de estabilização dos preços internos de combustíveis e gás de cozinha adotada pelos governos do PT, uma geração operacional de caixa de 33 bilhões de dólares em 2011, de 27 bilhões de dólares em 2012, de 26 bilhões de dólares em 2013, de 26 bilhões de dólares em 2014, de 25 bilhões de dólares em 2015, e de 26 bilhões de dólares em 2016, ano do golpe midiático-parlamentar que derrubou Dilma Roussef e desestabilizou o país levando-o à lastimável situação jurídica, econômica e política em que se encontra agora.

Na qual se prefere insistir em apresentar à opinião pública a tese calhorda, apoiada pela mesma velha plêiade de “analistas” e “especialistas” de um lado só, de que a culpa do que está acontecendo é do Partido dos Trabalhadores.

Que, tendo economizado 380 bilhões de dólares apenas em reservas internacionais e deixado mais 800 bilhões (260 bilhões de reais em dinheiro) em ativos no BNDES, fora o pagamento da dívida de 40 bilhões de dólares com o FMI, teria sido responsável por jogar a empresa no buraco e por “quebrar” o Brasil, deixando-o na terrível condição em que ainda se encontra de quarto maior credor individual externo dos EUA.

Sem aumentar a divida pública, que em 2002 ainda era maior do que é agora.

A importância atribuída pelo terrorismo midiático à queda no valor das ações da Petrobras também é ridícula.

As ações de qualquer empresa do mundo flutuam e as da Petrobras se mantêm estáveis no médio prazo.

Elas estavam em vinte reais em maio de 2013, caíram para 5 reais no início de 2016 - quando foram usadas pelos especuladores para fazer rios de dinheiro e ajudar a derrubar Dilma - e estão em 25 reais agora, como sei na condição de modestíssimo acionista da Petróleo Brasileiro Sociedade Anônima.

Os idiotas que, para baixar ainda mais a cotação, venderam a cinco reais, às vésperas do impeachment, movidos pelo ódio contra o governo e o desprezo pela maior empresa brasileira se deixaram influenciar pelo preconceito ideológico e as emanações da mídia.

Com isso, quem ganhou gigantescas fortunas foram os gringos que apostaram dezenas de bilhões de dólares na empresa, como fez George Soros na época do impeachment, comprando suas ações a preço de jiló murcho, porque sabiam e continuam sabendo que a Petrobras vai continuar sendo um dos maiores negócios do mundo, e, se não a destruírem totalmente, uma das mais avançadas organizações na geração de tecnologia para o setor petrolífero, como mostra o fato de ser a mais premiada companhia na OTC, a Offshore Technology Conference, o “oscar” global da exploração de petróleo em águas profundas. 

O resto é especulação de curto prazo, em que “notícias” e boatos ajudam a fazer fortunas, literalmente da noite para o dia, como mostra a variação de mais de 10% nas ações da Petrobras nas últimas 48 horas.

O que não pode variar, como as ações, ao sabor do preconceito e da ideologia viralatista, pseudo-privatista e entreguista, é a indiscutível importância estratégica da maior empresa brasileira (condição que não se mede pelo seu valor em bolsa).

O que a greve dos caminhoneiros - com suas filas de caminhões nas estradas e ameaça de suspensão de viagens aéreas e de desabastecimento de gêneros essenciais, principalmente alimentícios, está mostrando ao país, clara e didaticamente, é que uma Petrobras mal administrada, como está ocorrendo agora, pode fazer muito mais mal ao Brasil do que ao bolso de seus acionistas. 

Ela pode paralisar o país, e, por isso, tem que ser vista - ao contrário do que afirmou o Sr. Pedro Parente ontem - não como uma empresa privada com objetivo de gerar mais lucro para seus acionistas, mas como uma decisiva conquista - desde a campanha do petróleo é nosso da qual temos orgulho de ter participado - de todos os brasileiros.

Como um fator de fundamental importância do ponto de vista estratégico - como mostra a existência de empresas semelhantes, da Arábia Saudita à Noruega, na maior parte do mundo - para o funcionamento da nação e o desenvolvimento econômico e social do país.

Da Petrobras o povo brasileiro espera poucas coisas, neste particular momento da vida nacional.

Que não se entreguem as riquezas que ela descobriu sozinha, depois do fundo do mar, com tecnologia própria, a preço de banana, aos gringos, é uma delas.

Principalmente quando se considera que o rasteiro discurso privatista vigente está apenas despindo o estado brasileiro para beneficiar governos estrangeiros, abrindo o pré-sal para estatais norueguesas e chinesas, ou grupos em que o governo é o principal acionista, como a Total francesa.

A outra é que o preço dos combustíveis não mude, principalmente para cima, a cada vez que o Sr. Pedro Parente troca de camisa.

Também seria razoável que não se mentisse sobre a situação real da empresa, agora e no passado e se provasse a afirmação de que a Petrobras sofreu - sem que sequer um membro de comissão de licitação fosse investigado - um assalto de 6 bilhões de reais, nunca inequivocamente comprovado, mito estabelecido com a cumplicidade de uma empresa norte-americana cuja história está eivada de escândalos e de “barrigadas”, lamentavelmente chamada a fazer uma “auditoria” na empresa, por um governo teoricamente nacionalista, à época, levado a fazer isso pela ininterrupta pressão fascista desfechada a partir de 2006.

Mas isso já seria demais quando vivemos em um país em que reina a jurisprudência da delação e do punitivísmo mais reles e implacável.

No qual se extraem as narrativas mais estapafúrdias de empresários constantemente ameaçados, se não se submeterem a isso, de prisão e de definitivo fechamento de suas empresas.

Em que a condução irresponsável de uma guerra jurídica baseada na denúncia e na descarada criminalização da atividade política, da democracia e do presidencialismo de coalizão, levou ao sucateamento de centenas de bilhões de reais em obras e projetos judicialmente interrompidos, a centenas de milhares de demissões e à quebra de um igual número de acionistas, investidores e fornecedores.

Quanto à “negociação” do governo com os caminhoneiros - muitos dos quais devem estar arrependidos de ter bloqueado estradas contra Dilma - a suspensão da cobrança de pedágio a veículos que estejam circulando vazios, com o terceiro eixo levantado, pode ser muito mais efetiva do que a pretendida queda ou suspensão de impostos dos combustíveis oferecida pelo governo aos transportadores e caminhoneiros autônomos, recursos que vão acabar, com quase absoluta certeza, no bolso dos donos dos postos de gasolina, que, se não houver controle de preços, dificilmente repassarão essa queda para os consumidores.

Só há duas maneiras de resolver a questão a curto prazo.

Ou tabelar os preços, ou liberar as associações, organizações ou futuras cooperativas de caminhoneiros para comprar o diesel direto das distribuidoras, ao preço em que ele é vendido pela Petrobras, estabelecendo um prazo para que haja alterações de preço (uma vez por ano é razoável) voltando a dar oportunidade aos caminhoneiros de planejar suas atividades e à empresa de manter o preço mesmo quando houver queda no mercado internacional, para fazer caixa e comprar quando os preços subirem de novo. 

Finalmente, a reoneração da folha de pagamento de mais de 20 setores da economia atinge o país em uma região do fígado que é a mais sensível para os mais pobres, depois do deletério efeito sobre o emprego do punitivismo anti-empresarial da Operação Lava-Jato e a irresponsável e inócua - em termos fiscais - esterilização, pelo governo, com sua devolução antecipada e desnecessária ao tesouro nacional, de 260 bilhões de reais que se encontravam nos cofres do BNDES quando Temer assumiu, que poderiam ter sido investidos em novos projetos e na retomada de obras de infraestrutura com a geração de milhares de postos de trabalho.

Como já lembramos aqui, o Sr. Pedro Parente foi claro ontem na televisão.

O primeiro compromisso do atual governo com relação à Petrobras é tentar- o que não está conseguindo - agregar valor para os seus acionistas.

É aí que está - lembram-se quando tentaram trocar o nome da Petrobras para Petrobrax? - o X da questão.

A missão dos governos anteriores era usar a empresa para evitar que a inflação disparasse e permitir o abastecimento de combustíveis e a livre circulação de mercadorias, para cumprir o seu papel de garantir condições razoáveis de vida para a população e o funcionamento “normal” da nação.

Além de assegurar, a preços razoáveis, gás de cozinha para milhões de brasileiros - segundo o IBGE já são 1.2 milhões de famílias - que, hoje, em mais uma conquista neoliberal inesquecível, reviram caçambas em todo o país catando lenha para preparar a sua boia de cada dia. 

Quanto aos membros da classe média conservadora e manipulada que ajudaram a derrubar Dilma, aguentaram mais de 200 aumentos da gasolina sem chiar desde 2016 e agora se encontram bloqueados nos aeroportos tentando seguir viagem, cabe perguntar, respeitosa e carinhosamente: onde estão as panelinhas?

Um EXÉRCITO sem pátria que ataca o povo brasileiro


sexta-feira, 25 de maio de 2018

VALMIR DA INTEGRAL pode ficar inelegível para as eleições de 2018

A Procuradoria Regional Eleitoral pediu a manutenção da sentença que desaprovou as contas da campanha de Valmir da Integral 




Contas desaprovadas podem impedir a candidatura de Valmir da Integral

No último dia 23/05 a Procuradoria Eleitoral junto ao TRE/PA emitiu parecer pela desaprovação das contas de campanha do ex-prefeito Valmir da Integral, o processo ficou pronto para o seu julgamento final na corte regional, em Belém, caso a decisão ocorra antes da data de registro de candidaturas e mantida a condenação, Valmir da Integral terá sérios problemas jurídicos em 2018, numa eventual disputa para uma vaga na Assembléia paraense.

Cotado e com certo favoritismo, mas pode ter problemas

Embora cotado para ser candidato a deputado estadual em 2018, com boa aceitação e com seu nome entre os favoritos de Parauapebas, a desaprovação das contas no Tribunal Eleitoral pode trazer sérios prejuízos ao ex-prefeito Valmir da Integral, principalmente pelo fato de ter outros nomes concorrendo com ele dentro do seu partido, no importante colégio eleitoral de Parauapebas, o que poderia levar a legenda a não querer correr o risco com uma candidatura ameaçada pela justiça eleitoral.

Lembrando, a jurisprudência sobre a desaprovação de contas e uma eventual negativa de registro de candidatura é uma bagunça, como tudo nesse inepto e inapto Poder Judiciário brasileiro.
 
Leia trecho final da sentença que DESAPROVOU as contas da campanha do ex-prefeito VALMIR DA INTEGRAL

"E mais, considerando que os doadores eram à época subordinados direta ou indiretamente à pessoa do candidato e que seus vencimentos, ou parte deles, eram oriundos da pessoa jurídica de direito público para a qual este buscava sua recondução, resta nítida a afronta à moralidade administrativa. 

Com relação à alegação de que as doações obedeceram aos limites pessoais de cada doador, não ultrapassando o teto estabelecido pela Lei 9.504/97 e pela Res. 23.463/2015, não merece prosperar, haja vista que o candidato não trouxe aos autos documentos hábeis para atestar que os recursos doados pertenciam efetivamente aos doadores indicados, tampouco a disponibilidade para efetuarem tais doações. Além do mais, não está se discutindo aqui o limite de doação estabelecido pelo art. 21 da Res. 23.463/2015, ou seja, se esta se enquadra no limite de dez por cento dos rendimentos brutos auferidos pelos doares, mas sim a origem dos recursos utilizados para as doações, bem como se estes pertenciam efetivamente aos doadores indicados. 

O que torna o fato ainda mais grave é o valor exorbitante destas doações, que somadas, como suso mencionado, perfizeram o total de R$ 364.700,00 (trezentos e sessenta e quatro mil e setecentos reais), valor este significativo para uma campanha eleitoral. 

Assim sendo, tendo em vista que a falha apontada, não sanada e grave, é suficiente para comprometer fatalmente a prestação de contas, uma vez que atinge a transparência e lisura das contas, dificultando o efetivo controle por parte da Justiça Eleitoral sobre a licitude da movimentação dos recursos de campanha, restando, portanto, insanável e indicativa da não aprovação das contas do candidato por ofensa ao disposto no art. 24, II da Lei 9.504/97.

Diante do exposto, JULGO DESAPROVADAS as contas prestadas por VALMIR QUEIROZ MARIANO, referente aos recursos utilizados em sua campanha eleitoral como candidato ao cargo de prefeito do Município de Parauapebas, pelo PSD, nas Eleições Municipais de 2016, nos termos do art. 68, III, da Resolução TSE n. 23.463/2015. 

Considerando que tais recursos recebidos pelas doações em questão restaram como provenientes de fontes vedadas, e que os mesmos já foram utilizados pelo candidato, determino que se proceda à transferência dos valores para a conta do Tesouro Nacional, à vista do disposto no art. 26 da Resolução TSE 23.463/2015. 

Remetam-se cópias dos autos ao MPE, para os fins do art. 22, §4º da Lei 9.504/1997 e apuração do possível abuso econômico, nos termos do Art. 74 da Resolução TSE nº 23.463/2015. Registre-se. Publique-se. Intime-se. Ciência ao Ministério Público Eleitoral. Havendo a interposição de recurso, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal Eleitoral do Pará. 

"Após o trânsito em julgado, arquive-se com as devidas cautelas legais. Parauapebas, 12 de setembro de 2017. 

Eline Salgado Vieira Juíza Eleitoral da 75ª Zona"

GOLPE DE 2016 - A conta que Aécio Neves, Eduardo Cunha, Michel Temer e Sérgio Moro mandam pra você




Por BOB FERNANDES - TV Gazeta

"Há quatro anos, recém-encerrada a eleição presidencial, manifestantes foram às ruas. Pelo impeachment de Dilma. Todos juntos e misturados. Os bem-intencionados, de fato irritados com corrupção. Os que sonhavam com um Brasil novo. Os oportunistas. Os adeptos de nova ditadura. E os inocentes. Juntos e misturados com Eduardo Cunha, Temer, Geddel, Jucá, Moreira Franco, Agripino, Bolsonaro, MBLs e iguais. Lado a lado com acusados de corrupção ou defensores de tortura, ditadura e assassinato... Um ano antes daquela grotesca noitada do impeachment alertávamos aqui: -Os riscos são internos e externos. Internos porque, passados down e perplexidade virá a realidade: a conta gigantesca e o contra-ataque dos quem tem pressa e fome. Fome em baixo e fome em cima. -Risco externo porque derrubar presidente é ato seríssimo. Mancha quem cai, mas pode manchar para sempre quem, mesmo com a mão do gato, derruba. -Se não for ação estritamente legal, aos olhos da História e do mundo será altíssimo o custo de voltar a portar-se como republiqueta de bananas e golpes. Quatro anos depois, tudo exposto. O que a Comissão da Verdade informava, e faziam ouvidos moucos, agora é escancarado pela CIA. Ditadores-presidentes, Médici, Geisel e Figueiredo autorizaram: tortura e assassinato de opositores. Ditadores vizinhos também. Mas desses, muitos enfrentaram a história e a prisão. E o Brasil, esses anos depois? 14 milhões de desempregados; 11% de aumento da pobreza extrema. Aumento de 11% na mortalidade infantil entre um mês e quatro anos. Ano passado, por falta de dinheiro, 170 mil jovens deixaram a faculdade. Gasolina a R$ 4,50, gás a 80, dólar a 3,65. Acusados de corrupção estão no poder ou disputarão eleição. Condenados e presos, os suspeitos de sempre. Demais irão para suas instâncias, a primeira. Eduardo Azeredo, PSDB, 20 anos depois deve ser o primeiro fora da curva a pagar a conta. Grandes corruptores? Delações, alguma cadeia, tornozeleira e manutenção de patrimônio. Que as lições sirvam para 2018."

quinta-feira, 24 de maio de 2018

O repente - "Satanás desocupado e o golpista MICHEL TEMER"






AEPET: Entenda o "America First" da Lava Jato de Sérgio Moro que lesa a Petrobrás e "rouba" o brasileiro no posto de gasolina

Associação de Engenheiros da Petrobrás (AEPET) alertou contra a política de TEMER e Parente em decorrência dos ataques que a empresa sofre do juiz da Lava Jato - quem paga a conta do jantar e o "black tie" deles é você  






A AEPET reafirma o que foi expresso no Editorial "Política de preços de Temer e Parente é 'America First!' ", de dezembro de 2017.

A Petrobrás adotou nova política de preços dos combustíveis, desde outubro de 2016, a partir de então foram praticados preços mais altos que viabilizaram a importação por concorrentes. A estatal perdeu mercado e a ociosidade de suas refinarias chegou a um quarto da capacidade instalada. A exportação de petróleo cru disparou, enquanto a importação de derivados bateu recordes. A importação de diesel se multiplicou por 1,8 desde 2015, dos EUA por 3,6. O diesel importado dos EUA que em 2015 respondia por 41% do total, em 2017 superou 80% do total importado pelo Brasil.

Ganharam os produtores norte-americanos, os “traders” multinacionais, os importadores e distribuidores de capital privado no Brasil. Perderam os consumidores brasileiros, a Petrobrás, a União e os estados federados com os impactos recessivos e na arrecadação. Batizamos essa política de “America first!" - “Os Estados Unidos primeiro!”.

Diante da greve dos caminhoneiros assistimos, lemos e ouvimos, repetidamente na “grande mídia”, a falácia de que a mudança da política de preços da Petrobrás ameaçaria sua capacidade empresarial. Esclarecemos à sociedade que a mudança na política de preços, com a redução dos preços no mercado interno, tem o potencial de melhorar o desempenho corporativo, ou de ser neutra, caso a redução dos preços nas refinarias seja significativa, na medida em que a Petrobrás pode recuperar o mercado entregue aos concorrentes por meio da atual política de preços. Além da recuperação do mercado perdido, o tamanho do mercado tende a se expandir porque a demanda se aquece com preços mais baixos.

A atual direção da Petrobrás divulgou que foram realizados ajustes na política de preços com o objetivo de recuperar mercado, mas até aqui não foram efetivos. A própria companhia reconhece nos seus balanços trimestrais o prejuízo na geração de caixa decorrente da política adotada.

Outra falácia repetida 24 horas por dia diz respeito a suposta “quebra da Petrobrás” em consequência dos subsídios concedidos entre 2011 e 2014. A verdade é que a geração de caixa da companhia neste período foi pujante, sempre superior aos US$ 25 bilhões, e compatível ao desempenho empresarial histórico.




A Petrobrás é uma empresa estatal e existe para contribuir com o desenvolvimento do país e para abastecer nosso mercado aos menores custos possíveis. A maioria da população quer que a Petrobrás atue em favor dos seus legítimos interesses, enquanto especuladores do mercado querem maximizar seus lucros de curto prazo.

Nossa Associação se solidariza aos consumidores brasileiros e afirma que é perfeitamente compatível ter a Petrobrás forte, a serviço do Brasil e preços dos combustíveis mais baixos e condizentes com a capacidade de compra dos brasileiros.

* Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET)

Roubam você no posto de gasolina e a turma do Moro festeja em Nova York - Ele "U.S.A. Black Tie"

Olha a tchurma do Moro! Que chic! 


Código de Ética da Magistratura? Ora, isso é uma bobagem!
publicado 17/05/2018
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Casal Moro contempla deslumbrado o que vende o pré-sal a preço de lenha (Créditos: Vanessa Carvalho/Estadão)
A respeito do prêmio (cafona) "Person of the Year" concedido ontem em Nova York e da foto com o prefake João Agripino Doria, o Judge Murrow disse, segundo a Fel-lha:
(...) “Estou num evento social e tiro uma foto, isso não significa nada. É uma bobagem isso”, disse Moro, pouco antes de seu discurso a um grupo de empresários num hotel em frente ao Central Park. “Não me arrependo nem um minuto de aceitar esses convites”, afirmou (...)

Em Nova York, Moro participou de encontros organizados por bancos, centros de estudos e grupos empresariais, como o Lide, ligado a Doria. (...) Essa é sua terceira viagem ao país neste ano. (...)

Reprodução: Instagram/@jdoriajr
(Na porta do evento, Moro sofreu escracho bilíngue! Leia mais em "Moro não resiste a um tucano!" e assista à TV Afiada "Quem paga a diária dele no Hotel Pierre, de NY?".)
colonista Sonia Racy, no Estadão, flagrou outros momentos importantes do tal "evento social" em NY. A tchurma presente, além do Judge, do Prefake e suas respectivas esposas, inclui banqueiros, atrizes globais, socialites, empresários e até o atual presidente golpista da Petrobrax, Pedro Malan Parente.
(Sobre a estatal, Moro declarou, em seu discurso à iniciativa privada no chiquérrimo Hotel Pierre: "estudei tanto sobre óleo e gás, por causa da Petrobras, até pensei em largar a magistratura e me empregar na área".)
Às fotos da tchurma:

Sérgio Moro e a esposa Rosângela (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Luiz Furlan, atual chairman do LIDE (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Benjamin Steinbruch e Alexandre Bettamio (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Patricia e Ricardo Marino (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Marcos Madureira, Katia Mindlin e Sergio Rial (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Candido Bracher (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Leticia e Antonio Camarotti (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Manoel Cintra Neto, Andrea e José Olympio Pereira (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

prefake João Agripino Doria e Bia Doria (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Marcos Molina e Wilson Ferreira (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Luiza Brunet e Maythe Birman (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Dinorah Rodrigues e Carlos Alberto Vieira (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Sérgio Amaral (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Maria Alice e Michael Klein (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Joana Henning e Pedro Parente (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

Paulo Galvão (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)

José Berenguer (Créditos: Reprodução/Estadão/Amcham)
Em tempo: o amigo navegante Henri Izzy afirma que Moro rasga o Código de Ética da Magistratura (essa bobagem...) até de black tie.
Em tempo2: outro amigo navegante, André Crasoves, comenta sobre a foto de Doria e Moro com o ex-prefeito de NY, Michael Bloomberg: "a cafonice do Doria, aquela gravatinha do Moro deslumbrado, meio no colarinho, meio no pescoço. Que coisa horrível, os dois (...) ladeando Mister Elite, os dois desconjuntados, fora de esquadro. Que coisa ridícula. Moro ficou um meio termo entre Mazzaropi e Didi Mocó. São o retrato do brazil canalha (segundo o Requiãoe o Lindberghe entreguista".

Reprodução: Facebook/João Doria

quarta-feira, 23 de maio de 2018

A suspeita fuga do doleiro que é protegido pela LAVA JATO

O jornalista Joaquim de Carvalho, do DCM, explica a mais que suspeita relação da Lava Jato com um doleiro que "sumiu", o rapaz cobrava propina pra proteger outros doleiros, resta saber em nome de quem ele cobrava as propinas




Doleiros delatam à Lava Jato um esquema de pagamento de propina para não ser incomodado pelo Ministério Público Federal e Policia Federal de Minas Gerais. Por trás dessas delações, informa o jornalista Joaquim de Carvalho, está Dario Messer, considerado o doleiro dos doleiros, nunca incomodado por Moro, um homem que teria informações que podem macular a imagem de herói do juiz.

terça-feira, 22 de maio de 2018

A grande derrota de Trump na Venezuela, o fim do império está "MADURO"

Nicolas Maduro obteve 68% dos votos válidos, impondo uma derrota avassaladora a Trump e opositores  





Maduro derrota Trump 

O mundo assistiu e comemora a vitória do povo venezuelano, no domingo 20 de maio, a soberania popular superou as ameaças do império moribundo dos EUA, que sob Trump e Bush vive seu momento de Nero e Calígula.

Vitória do povo

O povo venezuelano saiu novamente para votar e democraticamente reelegeu Nicolas Maduro, sob atenta vista de centenas de observadores internacionais, a soberania popular, cuja única arma é a urna, desde dezembro de 1998, vem impondo sucessivas derrotas ao governo dos Estados Unidos e seus asseclas na América Latina, diante de mais um fracasso a oposição venezuelana está à beira da histeria contra o povo do seu próprio país.

Um resultado comemorado

No último boletim divulgado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, com de 98,78% dos votos apurados, foram 46,02% participação, com 9.132.655 votos válidos, o resultado a favor de Maduro não deixa dúvidas da vontade manifesta e soberana do povo venezuelano:

1°) Nicolas Maduro - 6.190.612 votos
2°) Henri Falcon - 1.909.172 votos

O resultado foi comemorado pelo povo, Nicolas Maduro foi  ovacionado pela população venezuelana que foi pra frente do Palácio Miraflores.

"mi mi mi"

 Começou o "mi mi mi" das agências de propaganda a serviço de TRUMP (EUA), entre as quais a mídia brasileira, liderada pela Rede Globo, tentando deslegitimar as eleições venezuelanas, alegando uma alta abstenção, tudo manipulação, pois a verdade é que o comparecimento não é obrigatório, sendo que a oposição histérica e seus "coxinhas", tal qual no Brasil, preferiram promover a abstenção, diante de mais uma derrota certa.

Em outubro

No Brasil, em outubro, o povo também derrotará Trump e Golpistas da Lava Jato, Rede Globo, PSDB.

Aqui, o GOLPE de 2016 usa os vigaristas do Poder Judiciário para tentar inviabilizar juridicamente a candidatura de LULA, em vão, o povo votará em LULA e em seu vice, impondo a quinta derrota ao PSDB e aliados.

Está escrito nas estrelas!

Governo JATENE "desvia" os recursos da taxa mineral, mais de R$ 600 milhões, maior parte arrecadada com o minério de ferro extraído em Parauapebas

O inexplicável é que nenhum deputado ou partido pede o IMPEACHMENT do governador Jatene


Nome complicado e mais de R$ 600 MILHÕES que ninguém sabe onde Jatene gastou

Ela tem nome complicado - Taxa de Controle, Acompanhamento e Fiscalização das Atividades de Pesquisa, Lavra, Exploração e Aproveitamento de Recursos Minerários (TFRM) - simplesmente Taxa Mineral, ela já rendeu mais de R$ 600 MILHÕES aos cofres do governo do Pará, mas ninguém sabe bem onde Jatene gastou tanto dinheiro.

Maior parte é arrecadado em Parauapebas (e daí?)

A taxa é cobrada desde maio de 2012, estima-se que o governo estadual já faturou mais de R$ 600 milhões das mineradoras, sendo que o minério de ferro contribui com cerca de 95% dessa arrecadação, ou seja, Parauapebas é a responsável pela maior parte dos recursos arrecadados, mesmo assim não se tem notícia que o governo Jatene tenha investido algum centavo desse montante no território do município, para a finalidade exigida pela lei que criou a Taxa Mineral.

Finalidade específica

Segundo a lei, o fato gerador da TFRM, a dita Taxa Mineral, é “o exercício regular do poder de polícia conferido ao Estado sobre a atividade de pesquisa, lavra, exploração e aproveitamento, realizada no Estado, dos recursos minerários”.

Diz a lei que caberia a Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração “planejar, organizar, dirigir, coordenar, executar, controlar e avaliar as ações setoriais relativas à utilização de recursos minerais e à gestão e ao desenvolvimento de sistemas de produção, transformação, expansão, distribuição e comércio de bens minerais, registrar, controlar e fiscalizar as autorizações, licenciamentos, permissões e concessões para pesquisa, lavra, exploração e aproveitamento de recursos minerários; controlar, acompanhar e fiscalizar as atividades de pesquisa, lavra, exploração e aproveitamento de recursos minerários; e defender os recursos naturais”.

Pois bem, onde estão os recursos?

Os recursos são quase na sua totalidade oriundos de Parauapebas, onde está situada a mina de ferro de Carajás, explorada pela mineradora Vale, era pra supor que as ações do governo Pará, utilizando os recursos da Taxa Mineral, teriam como destino principal esse município, mas não é isso que acontece, nem os aliados do governador Jatene em Parauapebas sabem onde ele aplicou tanto dinheiro, mais de R$ 600 milhões.

A população de Parauapebas não conseguiu (ainda) localizar os investimentos do governo nem na cidade e nem na região, ainda mais com a finalidade específica definida em lei.

Impeachment

Jatene fez e faz muito mais que pedalada fiscal com os recursos da Taxa Mineral, isso sim é motivo pra IMPEACHMENT, mas falta 'convicção' aos deputados paraenses.

Jatene faz o pior governo da história do Pará, se comporta como um verdadeiro inimigo da população de Parauapebas, de Canaã dos Carajás e de toda a região sul e sudeste do estado.

Prefeitos do Pará estão em Brasília, mas a XXI MARCHA da CNM encontrará um governo federal moribundo, em pleno desmanche

O governo federal está sem recursos e sem capacidade política para ajudar os municípios, os prefeitos do Pará voltarão de Brasília com as mãos vazias



Em Brasília

Vários prefeitos e vereadores de cidades paraenses estão em Brasília para a XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o evento começa nesta terça-feira (21) e segue até a quinta-feira (24).

Assuntos antigos e sem recursos  

Os prefeitos da região Sul e Sudeste do Pará  elencam os principais assuntos que serão apresentados em Brasília, para o governo federal: recursos para o Incra, a conclusão da Transamazônica, a derrocagem do Pedral do Lourenço, a recomposição das perdas provenientes de compensação financeira dos recursos hídricos, a implantação da TransCarajás, a lei Kandir, etc.

Passeio

Na verdade, trata de um passeio, os prefeitos ficam uma semana longe dos problemas nos seus municípios, único sentido para a XXI Marcha organizada pela CNM.

Vade retro

Nesse ano eleitoral, mesmo para os municípios mais pobres, qualquer aproximação com o golpista Michel Temer trará mais prejuízos que benefícios, não há recursos federais para nada, em 2 anos eles quebraram o Brasil, junto com os lavajateiros, o recomendado é manter distância dos golpistas.

Quem tiver sua imagem vinculada a Temer e aos corruptos de togas do Poder Judiciário brasileiro, será defenestrado pelo eleitor, ao contrário do que defender a Rede Globo e um indexado dono de instituto de pesquisa eleitoral do Pará.

Quem viver, verá!

Afasta-te!

Até no Goiás LULA venceria as eleições de 2018, diz pesquisa eleitoral





Até no Goiás LULA lidera com folga

Por mais limitado que você possa achar que seja um "goiano", a verdade é que LULA é a única esperança do povo, seja em qualquer estado do Brasil, até no Goiás.

O PT perdeu as eleições de 2014 no Goiás, Dilma Rousseff obteve apenas 32,10% contra 41,54% de votos dados ao meliante Aécio Neves, isso no primeiro turno, no segundo a situação foi pior ainda para a petista, bovinamente os goianos deram 57,11% ao tucano contra 42,89% para Dilma.

Agora, em 2018, tudo é bem diferente, LULA lidera com 28,5% no primeiro turno e vence com folga num eventual segundo turno, o melhor presidente que o Brasil já teve alcançaria cerca de 40% dos votos dos goianos, mantendo uma diferença de cerca de 10% para qualquer adversário. 

segunda-feira, 21 de maio de 2018

ÚRSULA VIDAL e FERNANDO CARNEIRO em Parauapebas




Parauapebas recebe Úrsula Vidal e Fernando Carneiro, do PSOL, dia 21 de maio, segunda-feira, às 18 horas, no auditório do CEUP – Centro Universitário de Parauapebas, para a realização de um grande Seminário, aberto ao público, que tem o objetivo de debater os problemas que atravancam o desenvolvimento regional e Estadual, bem como pautar propostas e alternativas para enfrentar estes desafios.

Participe, segunda, dia 21 de maio, no auditório do CEUP - centro universitário de Parauapebas.

População de cidade de Minas Gerais diz: "Mineração? Aqui não!"

A Câmara Municipal de Rosário da Limeira/MG aprovou, por unanimidade, uma moção de repúdio ao avanço da mineração de bauxita no território do município





Viver sem a mineradora é possível

Rosário da Limeira/MG é um pequeno município com apenas 4.580 habitantes, localizado no sudeste mineiro, no último dia 2 e maio a sua Câmara de Vereadores aprovou uma moção de repúdio ao avanço da mineração no seu território.

Moção de repúdio

O autor do requerimento da moção foi o vereador Davi Aparecido (PT): “Nós tivemos uma excelente audiência onde participaram mais de 300 pessoas, nela ficou evidente a preocupação das comunidades com o avanço da mineração. Nós sabemos que a vocação de nossa cidade é a agricultura familiar e que a mineração inviabiliza a produção sadia de alimentos, por isso devemos repudiar esse projeto que não tem nada a nos oferecer”, defende Aparecido.

Defesa das águas, da terra e dos direitos das comunidades

Para o vereador José Geraldo Chaves (PP), a defesa das águas, da terra e dos direitos das comunidades deve ser pensado visando, também, as futuras gerações. “Meu posicionamento é muito claro contra a mineração em Rosário da Limeira e faço isso pensando não em mim, mas naqueles que virão. O que vai adiantar minerar agora e as futuras gerações ficarem sem água, saúde e terra para terem uma vida próspera? ”, questiona Chaves.

O engodo que atende pelo nome de CIRO GOMES





Blog Tijolaço (AQUI) fez um alerta para aqueles que tentam se agarrar a tudo, acreditando que uma eventual candidatura CIRO GOMES seria uma alternativa  para o campo progressista da política brasileira, engano, trata de apenas mais um engodo.

CIRO GOMES com  sua medíocre postura diante do momento político brasileiro, tentando algum benefício do estado de exceção imposto pela mídia e pela vigarice togada, revela apenas que o "cearense de Pindamonhangaba" se comporta como o coveiro da sua própria candidatura, um reles oportunista.

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"Existe um processo, facilmente visível, de demolição do Brasil, de seu Estado e, com ele, da capacidade de intervirmos coletivamente sobre nosso futuro.

A resistência a esta máquina monstruosa é nosso ponto de união, muito mais forte que qualquer dissenção que possamos ter.

E essa resistência tem um símbolo, que é Lula.

Ninguém governará democraticamente o Brasil sem ele.

Mas a maré de mediocridade que governa a “mente midiática” que acha ter se apossado do país diz o contrário, que defender Lula é fatal para qualquer candidatura.

Não é, é o contrário. Não é fatal, mas é vital para qualquer candidatura progressista."  (Leia mais AQUI)