sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Fazendeiro responsável por crimes ambientais em São Félix do Xingu/PA é preso em Goiânia

A Polícia Civil do Pará prende José Brasil, membro de uma associação criminosa  que atua em São Félix do Xingu, ainda permanecem foragidos os seus comparsas Geraldo Daniel de Oliveira e João Batista Rodrigues Jaime




"Policiais civis do Pará e de Goiás acabam de prender, em Goiânia (GO), José Brasil de Oliveira, em cumprimento a mandado de prisão. Ele é suspeito de envolvimento em derrubadas e incêndio de matas na área de Proteção Ambiental Trunfo do Xingu, conhecida como fazenda Ouro Verde, em São Félix do Xingu, sul do Pará. A prisão foi realizada no curso da operação Labaredas deflagrada, nesta quinta-feira (29), pela Polícia Civil paraense. Permanecem foragidos Geraldo Daniel de Oliveira, irmão de José Brasil, e João Batista Rodrigues Jaime." (Leia - clique aqui - Agencia Pará)

Léo Mendes e convidados no Concilia Plebis da Rádio Borborema de Campina Grande

Os professores Márcio Steves e Adeíldo Filho são os convidados de Léo Mendes - Sábado, 31 de agosto, às 8 horas - Rádio Borborema




quinta-feira, 29 de agosto de 2019

GLAUBER BRAGA (PSOL) faz EDUARDO BOLSONARO calar a boca sobre as ligações da sua família com as milícias


Eduardo Bolsonaro tem o costume de acusar sem provas. @Glauber_Braga então resolveu fazer algumas perguntas ao filho do presidente sobre as relações da família com a milícia. De lavar a alma!




Bolsonaro aumentou em três vezes a velocidade do desmatamento da Amazônia brasileira

Bolsonaro será denunciado no Tribunal Penal Internacional por ecocídio, um crime contra a humanidade




Bolsonaro e as organizações criminosas de fazendeiros na Amazônia

Para atender a organizações criminosas de fazendeiros que atuam na Amazônia, desmatando a floresta para integrar mais áreas à pecuária e ao plantio de soja, Bolsonaro adotou uma política de desmonte dos órgãos de fiscalização, alardeia um discurso de ataque às ONG's e aos ativistas ambientais, expondo-os à violência de milícias mantidas por pecuaristas e garimpeiros na região.

Genocídio das populações indígenas

As populações indígenas perdem suas reservas, elas são invadidas por fazendeiros e garimpeiros, ou seja, além de terem sua sobrevivência ameaçada ao longo do tempo pela destruição da florestas e perda das suas terras, no presente os índios ainda são alvos de garimpeiros e de milicianos contratados por fazendeiros.

Ecocídio

O desmatamento fora de controle levará a Amazônia a um ponto de destruição irreversível, caso Bolsonaro não seja detido.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Dos nove governadores, apenas Hélder Barbalho (PA) e Flávio Dino (MA) reagem ao incendiário da Amazônia

Foi um fracasso a reunião dos governadores com o incendiário Bolsonaro: humilhados, gestores da Amazônia Legal saem de mãos abanando




Perderam tempo e gastaram dinheiro


Os governadores da Amazônia Legal foram até Brasília ninguém sabe qual o objetivo, é como se a vítima de um roubo residencial fosse conversar com o ladrão, tentando que ele devolva os objetos surrupiados da sua casa, assim pode ser definida a viagem dos nove governadores da Amazônia Legal para se reunir com o ocupante do Palácio do Planalto.

“O clima de camaradagem só foi quebrado por dois governadores. Helder Barbalho (MDB), do Pará, argumentou que a crise diplomática pode prejudicar as exportações brasileiras. Flávio Dino (PCdoB), do Maranhão, lembrou que as verbas do Fundo Amazônia estão fazendo falta no combate às queimadas”, observa Mello Franco. 
“Até aqui, Bolsonaro já esnobou R$ 288 milhões em doações. “Nós não podemos rasgar dinheiro, porque rasgar dinheiro não é algo sensato”, afirmou Dino. O problema é que a sensatez anda em falta no Planalto”, avalia.

Leia - clique aqui - www.brasil247.com 

Bob Fernandes mostra como foi a reação na imprensa mundial aos incêndios na Amazônia e a Bolsonaro


terça-feira, 27 de agosto de 2019

Bolsonaro, o ecocida: Por crime contra a humanidade, presidente do Brasil será denunciado no Tribunal Penal Internacional

Segundo o site da TV Deutsche Welle (DW), a emissora internacional da Alemanha, "juristas preparam denúncia contra Bolsonaro por ecocídio"



Juristas levarão Bolsonaro ao Tribunal Penal Internacional 

O presidente do Brasil está brincando com fogo, acredita piamente que pode ser totalmente irresponsável com a Amazônia e suas populações nativas, adotando uma política ambiental que é verdadeiramente um genocídio - ecocídio:

"Estudamos o caso e vemos que os danos ocorridos neste ano na Amazônia podem ser vistos como consequência de declarações irresponsáveis de Bolsonaro, assim como do desmonte de órgãos ambientais e das políticas de Estado de proteção a direitos socioambientais", afirma a jurista Eloísa Machado, que iniciou a articulação da denúncia.

'Os ataques de Bolsonaro aos órgãos de pesquisa, aos ambientalistas, às organizações não governamentais e aos órgãos de fiscalização ambiental se apresentaram como um salvo conduto para ações criminosas contra o meio ambiente', destaca Machado, que é professora de direito constitucional da Fundação Getúlio Vargas (FGV)." 
(aqui no DW)

É evidente que o Poder Judiciário brasileiro faliu e virou uma "lavajatice"

Basta constatar que o PM miliciano FABRÍCIO QUEIROZ, braço direito da família do presidente Bolsonaro, está desaparecido tem mais de 8 meses, todas as ações contra as suspeitas transações financeiras do presidente e dos seus filhos são arquivadas pelos "juízes" do Brasil, tudo isso aponta para a falências do sistema de segurança pública e da justiça no país.

Vários episódios comprovam a falência das instituições no Brasil

O assassinato de Marielle Franco segue impune, o suspeito é vizinho do presidente do Brasil, isso mesmo, vizinho de Jair Bolsonaro, o mandante e o crime nunca foi totalmente esclarecido.

A condenação fraudulenta do presidente LULA, mantido em prisão política para facilitar a eleição de Bolsonaro, pela ORCRIM LAVA JATO, o juiz chefe e comandante da trama ganhou de presente um ministério no governo Bolsonaro. 

As fakenews disparadas por um esquema milionário de caixa 2 nas eleições de 2018 ajudando a fraudar a vontade do eleitor, tudo isso está impune.

Nuremberg condenou os nazistas por crimes contra a humanidade

Os fatos são mais que suficientes pra embasar que os membros do atual governo brasileiro sejam julgados em outra corte, no caso, o Tribunal Penal Internacional (TPI), em Haia, na Holanda.

Na Alemanha de Hitler, juiz não condenava nazista.

A Amazônia pega fogo e os governadores da região vão pedir ajuda ao incendiário Bolsonaro

Humilhados, Hélder Barbalho e governadores da região norte se ajoelham diante do incendiário da Amazônia




Mostrando covardia 

A Amazônia é atacada por um governo de incendiários instalado em Brasília, que ameaça o principal patrimônio do país, a floresta amazônica, mas os mandatários locais, ao invés de uma postura ativa, vão pedir ajuda ao incendiário.

Na verdade, os governadores Hélder Barbalho (PA) e seus colegas da região mostram covardia diante da gravidade dos fatos.

Nordeste é o exemplo

Bolsonaro já acabou com o Programa Mais Médicos, afetando dramaticamente os moradores da região, Bolsonaro praticamente encerrou o Programa Minha Casa Minha Vida, corta recursos da educação, extingue os programas de avaliação do ensino básico, os governadores da região ainda vão se ajoelhar diante do principal inimigo do país e da região Norte, deviam se espelhar nos 9 gestores do vizinho Nordeste, ou seja, criar um consórcio e buscar ajuda noutro lugar.

Foram avisados



Os governadores da região norte vão fazer turismo em Brasília, pois o governo federal é o incendiário da amazônia, nada fará pra ajudar a debelar o fogo, pelo contrário, é o que mostra o Ofício do Ministério Público que atua em Itaituba/PA, confirmando que o governo Bolsonaro soube 3 dias antes dos atos criminosos e nenhuma providência adotou contra os incendiários.

Depois da porta arrombada pelos aliados e apoiadores do presidente da república bananeira

Depois da porta arrombada, apesar dos avisos, a Procuradoria Geral da República, com sua "lavajatice", determina ao Ministro da Justiça, do governo de incendiários, que apurem a ação dos criminosos (leia aqui), na verdade, os bandidos são os fazendeiros aliados e apoiadores do presidente da república bananeira.

O jogo de empurra é pra inglês ver, não passa de uma patética encenação dessas instituições lavajateiras, na verdade, ao final protegerão os incendiários, igual abrigam e escondem os bandidos oficiais da "república de kuritiba".

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Belém protesta contra a destruição da AMAZÔNIA pelo governo Bolsonaro

Jornal dos Barbalhos esconde o nome do BOLSONARO como o verdadeiro responsável pelos incêndios na Amazônia





Amazônia arde e a população protesta contra o governo Bolsonaro

O Diário do Pará bem que se esforçou pra fazer jornalismo sobre os protestos contra o ecocídio na AMAZÔNIA brasileira, provocado pelo governo Bolsonaro, tentou e esqueceu o nome do principal responsável pelos incêndios.

Habilidosamente o governador HÉLDER mantém distanciamento do Bolsonaro, mas o Diário do Pará não precisa ter medo de fazer jornalismo e esquecer o nome do indivíduo que sintetiza a destruição da AMAZÔNIA.

De qualquer modo, a matéria vale a leitura.







domingo, 25 de agosto de 2019

INTERNET: Site de extrema-direita do Pará será investigado por divulgar FAKENEWS

O site de extrema direita é suspeito de propagar fakenews e será investigado pela Polícia Civil



As vítimas de sempre - fakenews e cultura de ódio na veia

O modus operandi dos grupos de extrema direita é sempre o mesmo, seu alvos preferenciais são as mulheres e a população LGBT, no caso, site reage diante da da abertura do inquérito policial mostrando que além de "fakenews" ele defende e divulga a cultura do ódio e da homofobia, o que fica evidenciado na patente e patético matéria que você pode acessar clicando no link a seguir: prepare seu estômago - AQUI)

Basta uma mulher se destacar na vida política, cultural e social, se ela for jovem e bonita, pronto, se encaixa perfeitamente no perfil para ser atacado por eles, no caso do Pará eles resolveram voltar suas fakenews contra a secretária de Estado de Cultura, Úrsula Vidal.

Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) resume as mentiras de Bolsonaro

sábado, 24 de agosto de 2019

COM GETÚLIO VARGAS A PETROBRÁS ERA NOSSA, COM A LAVA JATO E BOLSONARO ESTÃO DESTRUINDO




O 24 de agosto em 54 e 2018

A semana final deste agosto de 2018 pode não estar carregada das expectativas da semana final de agosto de 1954, há mais de sessenta anos, mas já apresenta sinais de que a história, antes vivida como tragédia, repete-se agora, muito como farsa, mas também como desafio e oportunidade.

Na manhã do 24 de agosto de 54, a do suicídio do Presidente Getúlio Vargas, eu vivi intensamente cada minuto do que acontecia, com 16 anos e já aprendiz de jornalista (pelo menos era “diretor”, imaginem, do jornalzinho mensal dos alunos do Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba, que publicou uma edição especial, mas já em setembro, com editorial e tarja de luto).

Sabíamos de algumas das razões e das circunstâncias da campanha contra Getúlio, mas com o tempo saberíamos:

(1) que a morte de Getúlio impediu o desmonte das principais conquistas de seus dois governos, desde a legislação trabalhista iniciada ainda nas primeiras semanas do primeiro deles, o governo provisório da Revolução de 30, até a Petrobrás, que ganhara vida efetiva apenas três semanas antes, a 1º de agosto, quando assumiu o controle e a posse de todas as reservas de petróleo do Brasil, das refinarias de Mataripe, na Bahia, e de Cubatão, em São Paulo (esta em construção), dos navios da Frota Nacional de Petroleiros e de todos os ativos do setor estatal de nossa indústria do petróleo;

(2) que a morte de Getúlio garantiu a sucessão presidencial de 1955 e a candidatura, a campanha, a eleição, a posse e o governo do Presidente Juscelino Kubitschek (JK teve de enfrentar duas rebeliões armadas, além do contragolpe, também armado, do General Lott, em novembro de 55, quando o governo do Vice da época tentou anular a eleição);

(3) que morte de Getúlio adiou por dez anos o golpe de 64, dez anos nos quais as conquistas lideradas por Getúlio enraizaram-se e avançaram tanto que os governos militares pouco mexeram com as garantias trabalhistas e não só não tentaram o desmonte da Petrobrás como lhe deram todo apoio;

(4) que a morte de Getúlio evitou uma guerra civil na qual morreriam muitos brasileiros, até, que sabe, jovens de 16 anos.

Com tanta a coisa a dizer sobre este 24 de agosto de 2018, especialmente sobre o comportamento da grande mídia, vou ficar no agosto de 54. Não preciso discutir o papel atual da grande mídia, da qual o “Jornal Nacional” ainda é o órgão de maior peso e poder: o Papa Francisco já desmascarou os processos de linchamento moral a cargo de tais veículos para instigar o clamor das ruas e abrir caminho aos golpes agora judiciais que tentam deter o avanço da história.

Quero voltar ao 24 de agosto de 1954 para contar de novo, sem a necessidade de qualquer comentário, um episódio daqueles dias. No auge daquela campanha, a mídia se mobiliza contra Getúlio, o jornalista Carlos Lacerda fala contra ele toda noite pelas duas únicas TVs em funcionamento no Brasil, uma no Rio e a outra em São Paulo, ambas de propriedade do Rei da Mídia de então, Assis Chateaubriand – um monopólio privado absoluto. A onda avança, manifestos militares exigem a renúncia de Getúlio e no auge da crise a chantagem e seu preço são anunciados sem meias palavras.

Assis Chateaubriand, que comanda o linchamento midiático de Getúlio, tem um encontro com o General Mozart Dornelles, subchefe do Gabinete Militar da Presidência da República, de quem era amigo pessoal desde a Revolução de 30, quando se conheceram, Mozart combatente e Chateaubriand jornalista. É Mozart que procura Chateaubriand, sem Getúlio saber, e pergunta por que tanto rancor, tanto ódio na campanha das televisões, das rádios e jornais fortíssimos da rede dos “Associados” de Chateaubriand em todos os Estados e de sua revista ilustrada O Cruzeiro, que vende meio milhão de exemplares por semana.

Chateaubriand não faz cerimônia, faz seu preço:

- Mozart, eu sou o maior admirador do Presidente, eu adoro o Presidente. À hora que ele quiser, eu tiro o Carlos Lacerda da televisão e entrego para quem ele quiser... É só ele desistir da Petrobrás.

É só ele desistir da Petrobrás...

O General, chocado com a crueza da proposta, volta para o Palácio do Catete, sede da Presidência da República, onde encontra o Ministro da Justiça Tancredo Neves, conta o episódio e pede uma opinião: deve contar ou não a Getúlio sobre a proposta de Chateaubriand?

- Acho que você deve contar – responde Tancredo. – O Presidente precisa saber disso. Mas nós dois sabemos de uma coisa: o Presidente morre, mas não desiste da Petrobrás.

Getúlio não desistiu – e o Brasil tem hoje o Pré-Sal, tão ameaçados neste agosto, o Pré-Sal e a própria e sessentona Petrobrás, quanto a Petrobrás recém-nascida no agosto de Getúlio na crise de 54.

Leia - clique AQUI - AEPET

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

LUIS NASSIF conversa com Ricardo Coutinho, ex-governador da Paraíba

O consórcio do Nordeste e o milagre das águas na transposição, por Ricardo Coutinho




Bolsonaro é uma praga bíblica

A chegada de Bolsonaro ao Palácio do Planalto está sendo pior que uma praga bíblica, tipo aquelas do Egito, um governo de milícias contra o seu próprio povo.

População indígenas 

O tresloucado, um amante da morte, o presidente fake protagoniza e lidera um verdadeiro holocausto na Amazônia, tendo como alvo as populações indígenas, um crime contra a humanidade que só encontra paralelo no nazismo alemão.

Nordeste

O governo miliciano chefiado por Bolsonaro tem como objetivo destruir as obras da Transposição do Rio São Francisco, atingindo todo o povo nordestino.

Há cerca de seis meses, Bolsonaro mandou suspender o bombeamento das águas do Rio São Francisco, visando causar danos estruturais na obra e cessar o fornecimento de água ao sertão do Nordeste.

Ricardo Coutinho

O ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, em conversa com o jornalista Luis Nassif (vídeo), explica o consórcio criado pelos 9 governadores dos estados do Nordeste, com o objetivo de enfrentarem o governo de milicianos que assaltou o planalto central do Brasil. 

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

HOLOCAUSTO AMBIENTAL: Algum juiz em algum lugar do mundo precisa decretar a prisão de BOLSONARO, MORO e SALES

O presidente francês, Emmanuel Macron convoca reunião do G7 para conter incêndios e destruição da Amazônia



As instituições brasileiras estão nas mãos de milicianos, principalmente o Poder Executivo chefiado por Bolsonaro, é preciso que o mundo e as nações civilizadas intervenham. 

A humanidade está em risco com essa gente que comanda a cúpula dos poderes institucionais do Brasil.

É preciso que o presidente BOLSONARO, o ministro do meio  ambiente, Ricardo Sales, e Sérgio Moro sejam responsabilizados imediatamente, além da Procuradora Geral da República.

LUIS NASSIF: Com BOLSONARO "o crime organizado se prepara para controlar o país" - por LUIS NASSIF

Já está bastante claro para todo o mundo CIVILIZADO que o Brasil foi entregue para um governo de milícias

Os 3 poderes, por suas cúpulas e bases, na sua maioria, está dominado por corruptos que usam suas funções públicas com fins políticos eleitorais e interesses financeiros, vide o exemplo do membro da ORCRIM LAVA JATO, DELTAN DALLAGNOL


Sentença contra HADDAD segue o padrão de um judiciário que virou "garota de programa" de milicianos

A justiça brasileira virou uma garota de programa da extrema direita e das milícias lavajateiras, bem paga




Sentença padrão organização criminosa LAVA JATO 

Na mesma balada da ORCRIM LAVA JATO, um juiz de primeira instância do judiciário eleitoral de São Paulo condenou o ex-prefeito, FERNANDO HADDAD, pelo crime de caixa de 2, sem provas e sem fatos, apenas para produzir notícias para a GLOBO e para o governo BOLSONARO, ou seja, o judiciário brasileiro parece que chupa mamadeira de piroca ou tem kit gay na gaveta das suas mesas, é um vergonha lavajateira que se desmoraliza perante qualquer estagiário de direito.

A defesa de HADDAD define a sentença como uma excrescência no padrão ORCRIM LAVA JATO, o  ex-prefeito de São Paulo e candidato pelo PT às eleições presidenciais de 2018 aponta vários pontos que comprovam que se trata de mais uma decisão política, sem técnica e com objetivos acanalhados:

1) A condenação sustenta que a campanha do então prefeito teria indicado em sua prestação de contas gastos com material gráfico inexistente, mas a defesa comprova os gastos; 

2) O juiz absolveu HADDAD da acusação original de Lavagem de dinheiro e corrupção e o condenou por crime do qual não foi acusado e nem consta nos autos.

3) A defesa protesta, lembrando que em um "Estado de Direito as decisões judiciais devem se pautar pela lei. O magistrado deve ser imparcial. Ao condenar alguém por algo de que nem o Ministério Público o acusa, o juiz perde sua neutralidade e sua sentença é nula”. 

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

AMAZÔNIA EM CHAMAS - Em Rondônia triplicam atendimentos de saúde

A "neblina de fogo" já provocou desvios de avião, triplicou atendimentos na saúde e gerou dificuldades no trânsito


Foto: Araquém Alcântara


Queimadas se alastram e triplicam atendimentos de saúde em Rondônia

O nível de fumaça gerado pelas queimadas no estado de Rondônia tomou proporções inéditas. A "neblina de fogo" já provocou desvios de avião, triplicou atendimentos na saúde e gerou dificuldades no trânsito. A escuridão que tomou conta do céu de São Paulo em plena tarde foi ocasionada pela devastação incendiária das florestas na região amazônica, dentre elas, a de Rondônia.

A democracia está presa - 500 dias de injustiça

“Boa tarde, presidente Lula!” na Vigília Lula Livre, em Curitiba,
nos 500 dias de luta, resistência e de solidariedade ao
 ex-presidente Lula / Ricardo Stuckert

A DEMOCRACIA ESTÁ PRESA - Publicado no Brasil de Fato - aqui - por Vijay Prashad*

Curitiba, Brasil. Ainda se sente o frio do inverno. Centenas de pessoas se reúnem diariamente para desejar bom-dia, boa-tarde e boa-noite ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Elas estão na Vigília Lula Livre, em frente à superintendência da Polícia Federal, onde Lula está preso há 500 dias. O grito é uma forma de protesto e – caso ele consiga ouvi-las – uma forma de mantê-lo animado.

A prisão de Lula é confusa. Ele foi acusado de corrupção, mas sem provas. Antes da eleição presidencial de 2018, Lula era um franco favorito. Teria derrotado com folga o candidato que acabou sendo eleito, Jair Bolsonaro. Mas Lula foi preso e ficou impedido de concorrer pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Eliane, correligionária do PT no estado do Paraná, me contou que participa da vigília há meses. Ela afirma que Lula representa os oprimidos do Brasil, os milhões de desamparados. A democracia brasileira está sendo lentamente corroída. É fácil identificar os ataques às instituições do país, incluindo ao judiciário (que conspirou com procuradores, como mostrado em materiais vazados pelo The Intercept Brasil, para colocar Lula na cadeia).

Mas o problema, acrescenta Eliane, é ainda maior. A atmosfera democrática do país está deteriorada. Lula se tornou um símbolo da democracia e, agora, a democracia está presa.

O que aconteceu no Brasil está acontecendo em todo o mundo. A estrutura externa da democracia ainda está lá, mas esvaziada de substância.

No início de agosto, o governo prendeu líderes de partidos políticos no estado de Jammu e Caxemira e cerceou a imprensa e os serviços de internet. Em seguida, o parlamento indiano aprovou a divisão do estado e a mudança de seu status político-administrativo. A decisão foi tomada no parlamento, com ares de democracia.

No entanto, o povo de Jammu e Caxemira não foi informado do que estava sendo feito com ele nem teve a oportunidade de participar do processo de decisão sobre o próprio destino. A assembleia estadual eleita foi dissolvida e seus membros, submetidos a um toque de recolher. Notícias sobre as duras táticas policiais e militares empregadas no estado só vazaram graças a pessoas corajosas da imprensa. O governo de direita de Narendra Modi, assim como Donald Trump, acusa a mídia de mentir.

‘Eleições’

A democracia é muito mais que um procedimento para eleger representantes. O espírito democrático é alimentado pela atividade pública. Algumas pessoas se unem para defender mudanças de políticas. Outras para protestar contra algo que entendem como hediondo. Há também aquelas que se organizam por uma ação pública, incluindo o voluntariado. Essa variedade de atividades fortalece a democracia e leva a população a desenvolver atividades em lugares onde podemos aprender sobre o porquê das coisas serem como são e como podemos melhorar o mundo em que vivemos.

De um lado do planeta ao outro, a atividade pública vem sendo aviltada. Empregos precarizados e jornadas mais longas dificultam o envolvimento da população no longo trabalho de construção da democracia. Políticos de direita atacam cotidianamente a ideia de ação pública como se fosse uma coisa subversiva. Eles preferem reduzir a “política” a “eleições”.

O processo eleitoral foi quase todo esfacelado pelo dinheiro e a manipulação. No pleito de 2016 nos Estados Unidos, foram gastos cerca de US$ 6,5 bilhões pelos dois partidos. É uma quantia monumental. A eleição indiana deste ano custou US$ 7,2 bilhões – foi a mais cara da história. A Índia está em 103º no ranking de 119 países do Índice Global da Fome de 2018. Esses bilhões poderiam ter sido usados para construir infraestrutura para combater a fome. Dessa soma, surpreendentes 92% foram para o Partido do Povo Indiano (BJP), de direita, que está hoje no poder.

Técnicas de supressão da participação eleitoral assolam o mundo. O pleito que elegeu Donald Trump foi o primeiro desde 1968 a ser realizado sem as proteções da lei dos direitos de voto dos Estados Unidos (1965). A Suprema Corte do país esvaziou a legislação em 2013. Nos últimos 10 anos, 33 milhões de pessoas foram excluídas dos registros eleitorais nos Estados Unidos. Na Índia, 21 milhões de mulheres estão fora do cadastro para irem às urnas, o que corresponde a uma média de 38 mil mulheres por distrito eleitoral.

A produção de notícias falsas por grupos de WhatsApp e outras formas de comunicação faz parte de uma tentativa de fomentar a violência e a desmoralização e enfraquecer o entusiasmo com o processo eleitoral. O Brasil sofreu essa enxurrada pelo WhatsApp – mensagens de ódio enviadas a públicos muito direcionados criaram agitação de setores da sociedade que apoiaram Bolsonaro (como aconteceu com Trump nos EUA). Ele não precisou de nenhuma pauta positiva para sua campanha. As redes sociais inflamaram o ódio contra seus oponentes. E isso foi suficiente.

Mesmo que o murmúrio habitual da democracia eleitoral continue ressoando, as elites no poder utilizaram métodos sofisticados de deslegitimação de candidatos populares. Na Vigília Lula Livre, os manifestantes falam em um “golpe brando” contra o ex-presidente. Existem políticos genuinamente corruptos no parlamento, mas que se mantêm intocados. Só Lula está preso.

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*Vijay Prashad é diretor do Instituto Tricontinental de Pesquisa Social e editor de “Strongmen” 

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Governo Bolsonaro e o "genocídio ambiental" - Amazônia arde em chamas, queimadas aumentam em 70%

“A Europa não deve ficar de braços cruzados enquanto um preconceituoso cético da ciência, movido pelo ódio, sacrifica vastas áreas de floresta para pecuaristas e plantações de soja” (Der Spiegel)




Queimadas fogem do controle e alarmam o mundo 

O mundo está em alerta total diante da irresponsabilidade criminosa do governo de Jair Bolsonaro, a floresta amazônica arde em chamas, os dados disponíveis pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) mostram que as queimadas em 2019 teve um aumento de 70% em relação a 2018. 

Ataques

O governo Bolsonaro, na contra mão de tudo, corta os recursos para fiscalização e combate ao desmatamento, contesta o aquecimento global e a mudança climática que ameaçam toda a humanidade. 

A política ambiental de Jair Bolsonaro é genocida, ameaçando diretamente a exterminação de várias tribos indígenas, um crime contra a humanidade que deve ser apurado e julgado por um Tribunal Internacional.

"Ainda há muita água evaporando acima da floresta que gera uma grande parte da chuva que cai sobre ela. As nuvens sobre a Amazônia afetam o clima em todo o continente. Mas quanto menos árvores ficarem, menos chuva cairá. As temperaturas estão subindo. E eventualmente o sistema se inclina. Então a floresta tropical da Amazônia se torna uma savana. As consequências para o clima global seriam devastadoras. Portanto, é de todo interesse preservar a floresta tropical brasileira."

Ponto irreversível

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) apontam que cerca de 17% da floresta amazônica original já desapareceu, os cientistas Thomas E. Lovejoy e Carlos Nobre, em artigo publicado na revista Science Advances, mostram que se esse desmatamento alcançar os 20% da área original pode atingir um ponto irreversível na sua destruição total (aqui).

Criminoso

O governo Bolsonaro age de modo criminoso ao negar e desqualificar os dados científicos, aniquilando os órgãos de fiscalização e incentivando setores do agronegócio a aprofundar a crise ambiental. As consequências serão devastadoras.

Enrascado

O governo federal brasileiro está dominado por milícias, o chefe do Poder Executivo federal, Jair Bolsonaro, anda mais preocupado em blindar sua enrascada família, para isso aparelha a Polícia Federal com apaniguados incompetentes e com cultura de miliciano.

O presidente também tenta interferir no Ministério Público e no próprio Poder Judiciário, instituições já aparelhadas pela extrema-direita brasileira, fraudando processos e sentenças para prender o presidente LULA, evitando que ele participasse das eleições de 2018, quando venceria com relativa facilidade, segundo todas as pesquisas de intenções de votos.


segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Aprovada a LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE - um marco civilizatório para o Brasil

As corporações estatais, os representantes da "banda podre" das polícias,  do ministério público e do judiciário - as milícias - a face do verdadeiro crime organizado, do tipo Lava Jato, atacam a Lei de Abuso de Autoridade




A LEI DE ABUSO DE AUTORIDADE é para proteger o cidadão do pior criminoso que existe: o miliciano de toga, de farda ou de gravata

"O descumprimento das leis pelas autoridades é algo banal, principalmente nas periferias do país. Se você ligar a TV em qualquer programa policial hoje, a chance de não presenciar um ato de abuso de autoridade é mínima. Já nos acostumamos a ver suspeitos sendo tratados como culpados, pessoas sendo algemadas sem motivo, invasões de casas sem mandado etc. Os mais pobres sempre conheceram a face mais cruel do abuso de autoridade.

No Rio de Janeiro, moradores de favela são assassinados quase que diariamente e são tratados como efeito colateral do combate ao crime. As punições das autoridades que abusam do poder praticamente inexistem. Diante de um flagrante abuso policial, nós já sabemos como os órgãos oficiais vão se posicionar: “os possíveis abusos serão investigados pela corregedoria”. É a frase protocolar que precede todo o engavetamento. O corporativismo inibe qualquer tipo de investigação.

Me parece claro que precisamos de um mecanismo que garanta que autoridades serão punidas se não cumprirem a lei, como todo cidadão, por mais bizarro que isso possa parecer. Não existe hoje um sistema de proteção dos direitos fundamentais contra o abuso de autoridade. A nova lei pode ser um novo marco civilizatório para o país."

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

PARAUAPEBAS: PT e PSOL estão em movimentação para as eleições municipais de 2020



Em Defesa de Parauapebas, do Brasil e por Lula Livre 

Após a dura derrota na eleição presidencial de 2018, o Partido dos Trabalhadores (PT) admitiu um importante erro que foi cometido durante os 13 anos dos governos Lula e Dilma: reconheceu que falhou em não trabalhar pela conscientização política da população. Não obstante a súbita melhoria de vida de todos, em especial os mais pobres, as pessoas não conseguiram relacionar sua recente ascensão no padrão de vida à política pública de um governo de esquerda. 

A falta de esclarecimento produziu uma sociedade incapaz de perceber que ao votar em Bolsonaro, como diz o sociólogo Jessé Souza, estava legitimando uma velha política de governo que tem um princípio e um objetivo. Por princípio, o governo Bolsonaro tem desprezo ao povo pobre e trabalhador e como objetivo ele tem a destruição de todos os programas de inclusão social e distribuição de renda. 

Para conter os retrocessos, o PT decidiu – antes tarde do que nunca – que seria de vital importância a conscientização política de toda a sociedade. Apenas o povo consciente será capaz de retirar o país do atraso bolsonarista e recolocá-lo no caminho do desenvolvimento social, cultural e econômico. A conclusão óbvia: é necessário municipalizar o debate das questões nacionais, notadamente a defesa do emprego, da aposentadoria e da educação pública e gratuita

A proposta é levar a discussão de programas como, por exemplo, FIES, Minha Casa Minha Vida, Fome Zero, Mais Médicos, Cotas e Reforma da Previdência para todos os bairros de todas as cidades do país. 

O objetivo é abrir um canal direto de comunicação com o povo mais pobre a fim de esclarecer, em paralelo à discussão dos problemas locais, o que verdadeiramente representa o desgoverno Bolsonaro em suas vidas e quais os reais motivos que levaram à prisão sem provas do maior líder popular do Brasil, Luís Inácio Lula da Silva

Para materializar essa estratégia, decidiu-se que em todas as cidades a esquerda terá um candidato ou candidata a prefeito em condições de liderar esse debate, não necessariamente do PT. Sabiamente, apesar de seus 56 deputados (eleitos), 6 senadores e 4 governadores, o PT não irá lutar pelo protagonismo no campo progressista. Na verdade, decidiu-se até mesmo renunciar à candidatura própria nas cidades em que outros partidos de esquerda estiverem em melhores condições como, por exemplo, é o caso da cidade do Rio de Janeiro e Belém do Pará, o PT tende a apoiar os candidatos do PSOL, Marcelo Freixo e Edmilson Rodrigues. 

O entendimento é claro: o que estará em jogo em 2020 não é a luta por um mandato pura e simplesmente, mas a construção de uma narrativa de alcance nacional e a batalha pela garantia de direitos sociais mínimos duramente conquistados ao longo do governo LULA e DILMA. 

Nesse cenário, os partidos do campo progressista em Parauapebas fatalmente deverão lançar candidaturas próprias.  O PT e o PSOL tem quadros preparados e 6 nomes estão em evidência nessas legendas: Raimundo Neto (PT), Miltom Zimmer (PT), Miquinhas (PT), Raimundo Moura (PSOL), Mardem Lima (PSOL) e o advogado Rubens Morais (PSOL). 

Uma coligação entre o PT e PSOL seria o ideal para disputar a prefeitura de Parauapebas, inclusive com a eventual participação de outras legendas do campo progressista, tal como PCdoB, PSB e PDT, mas a realidade e as diferenças locais ainda prevalecem, impondo candidaturas próprias, sendo este o caminho mais provável até o momento. 

Para PT e PSOL de Parauapebas seguir o exemplo do Rio de Janeiro e Belém deveria ser a prioridade, uma aliança entre esses partidos fortaleceria significativamente a esquerda no município.

O Brasil logo seguirá a Argentina, este país já começou a reagir fortemente a agenda neoliberal que Macri e Bolsonaro, a mando de Trump, querem impor em toda a América do Sul. 

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

O Piauí e o Nordeste não querem nada do Bolsonaro e muito menos sua presença

Veja vídeo: O povo repudia a visita inoportuna do presidente fake ao Piauí


DELTAN DALLAGNOL, um dos chefes da quadrilha LAVA LATO, sela seu expurgo do MPF em direção à cadeia




Deu "chabu"

Mais um lote de conversas secretas dos chefes da ORCRIM LAVA JATO foram reveladas pelos editores do site THE INTERCEPT (aqui), evidenciando a mentalidade corrupta e criminosa de Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.

Moro e Dallagnol, num país sério, já estariam processados e condenados, além de obrigados a indenizar suas vítimas e toda a sociedade brasileira. O Poder Judiciário e o Ministério Público Federal tem o dever de aplicar a lei para esses dois facínoras, dois marginais.

É ministro chefe da PF

É inacreditável que Sérgio Moro ainda seja ministro de estado, algo só possível pelo momento que o Brasil vivencia, com o governo central sendo chefiado por um defensor de milicianos, torturadores, corruptos e assassinos.


Assista a "live" do The Intercept