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domingo, 14 de junho de 2015

Ministério Público: a criminosa administração de Parauapebas tinha agenda com anotações de "propinas"

GAECO trabalhando em Belém, ele às gargalhadas em Parauapebas

Enquanto o Grupo de Combate ao Crime Organizado
investiga VALMIR, ele ri à toa, provavelmente zombando
dos frequentadores da semana do meio ambiente

Quem presenciou a abertura dos volumes de documentos apreendidos na sede do governo e na casa do prefeito de Parauapebas, confidencia que é nitroglicerina pura, tinha até agenda com nome de empresários e autoridades beneficiárias do "propinoduto" que imperava na administração municipal da cidade mais rica do Pará.


Algum pobre cidadão acredita que a máfia que governa Parauapebas ficou impune e ainda está impune sem pagar "mensalões" a muita gente no município e na capital do estado?

Em Parauapebas só o que se conta são lendas e lendas sobre esse assunto.

Veja a matéria no site do Ministério Público AQUI ou leia abaixo

BELÉM: MPPA promove deslacre de material apreendido na “Operação Filisteu”



O procurador de Justiça Nelson Medrado e o promotor de Justiça Hélio Rubens, acompanhados de técnicos e assessores do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e à Corrupção do Ministério Público do Estado, procederam hoje à retirada dos lacres dos documentos e equipamentos apreendidos na “Operação Filisteu”.

O ato de deslacre foi acompanhado por técnicos do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que testemunharam todo o rito de abertura e catalogação do material apreendido durante a operação.


“A análise dos documentos será realizada pelo Tribunal de Contas dos Municípios e a perícia dos computadores pelo Centro de Perícias Científicas Renato Chaves”, frisa o procurador de Justiça Nelson Medrado.


E complementa, “o compartilhamento dos documentos e equipamentos será efetuado após a desembargadora Maria Saavedra deferir o ofício que encaminhei solicitando autorização com esse fim”.

Todo o material apreendido pertence às secretarias do município de Parauapebas, são referentes à desapropriação, processos licitatórios, compras, entre outros.

“O material recolhido poderá comprometer pessoas ligadas à administração municipal de Parauapebas”, finaliza Medrado.


As testemunhas presentes ao ato de deslacre do material apreendido foram: Odiléa Ceilima, Melina Brito Conte, Bernardo de Oliveira Araújo e Vanessa Fonseca Sodré, todos do TCM, além de Cláudio Gonçalves Moraes, advogado de José Arantes.

Operação Filisteu

O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Pará coordenou a chamada “Operação Filisteu”, realizada no dia 26 de maio em Parauapebas e que desmontou esquema criminoso de fraudes em processos licitatórios e superfaturamento de terrenos desapropriados pela prefeitura; emissão de notas fiscais frias e desvio de recursos públicos entre membros da Câmara Municipal e o comércio na região.

Atuaram na operação os promotores de Justiça de Parauapebas Hélio Rubens, Paulo Morgado Junior, Franklin Jones e Eduardo Falessi. Pelo Gaeco os promotores de Justiça, Milton Menezes (coordenador), Harrison Bezerra, Arnaldo Célio de Azevedo, Raimundo Aires, Daniel Barros e Augusto Sarmento e pelo Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e à Corrupção, o procurador de Justiça, Nelson Medrado.


Leia mais sobre a operação:




Texto: Edyr Falcão
Fotos: Fernanda Palheta (graduanda em Jornalismo)
Assessoria de Imprensa

2 comentários:

  1. Vai terminar o mandato tranquilo

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  2. Hum e quando estourar a Mafia do Transporte Público vai ser mas uma. O Diretor do DMTT ta ficando rico com o suor dos Trabalhadores.O diretor que é cria do Devanir.

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