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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

JOÃO SALAME OU SOLAMA: ARMOU PARA O ARMANDO

                   

O prefeito de Marabá deu uma de Roberto Jeferson, o delator do mensalão, entregou o colega de Marituba, após uma frustada negociação para comprar sua absolvição e salvar seu mandato.

De sorte, sem querer querendo, João Solama prestou um grande serviço para o povo paraense, desnudou nosso judiciário, mostrando como as coisas funcionam na mais alta corte eleitoral do estado.

Os juízes envolvidos, caso comprovadas as "falas" dos dois políticos, mereciam um julgamento a "la China", mas, no máximo, receberão aquela gorda aposentadoria.

Uma pergunta ao João Salame ou Solama: caro prefeito, se as coisas tivessem dado certo, o nobre político teria denunciado essa ligação telefônica? Desconfiamos que nunca!

5 comentários:

  1. O mais interessante dessa cagada toda é que o advogado do Solama, chama-se Inocêncio Mártires Coelho Junior, o mesmo que advoga pros safados dos BARBALHOS, então deve ter boi na linha

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  2. É o que se pode dizer: todos comem na mesma gamela. Apelar a quem?
    Olha, que eu pensei que o Salame fosse um político de vergonha e de caráter...

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  3. um grande safado um grande pilantra, um grande sem vergonha, um grande desesperado por dinheiro, um grande chefe de nepotismo, como um cara desse pode ser gente boa meu amigo,,,,,

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    Respostas
    1. Merlânio Maia

      No período eleitoral
      Candidato vira santo
      Bota a cara em todo canto
      Favela, sítio, hospital,
      Tapera, escola, curral,
      Velório, igreja, pensão,
      Promete o céu e o chão
      Jura descaradamente
      Mas muda radicalmente
      Quando acaba a eleição!

      A teta é bem saborosa
      Por isso, quem quer deixar?
      O salário é um manjar
      E a função é poderosa
      A mala preta formosa
      Enche os cofres e o colchão
      Pois é na corrupção
      Que o ganho se multiplica
      E a politicalha enrica
      Quando acaba a eleição!

      O pobre eleitor coitado
      Detém o real poder
      De banir, cobrar, deter,
      E excluir o candidato
      Mas o político de fato
      Encanta e ilude o povão
      Como um piolho malsão
      Retorna ao poder de novo
      Pra sugar o nosso povo
      Quando acaba a eleição!

      Mau político tem prazer
      De enganar quando promete
      Setecentos vezes sete
      Promete sem se conter
      Sabe que vão esquecer
      Nunca houve punição
      Não há lei que diga não
      Quem paga a promessa é o povo
      E o peste vai rir de novo
      Quando acaba a eleição!

      Pobre do povo enganado
      Trucidado em sua calma
      Vende o voto e perde a alma
      Paga caro ter votado
      Não verá do combinado
      Nem saúde, educação,
      Nem infra-estruturação
      Nem água, esgoto ou transporte,
      Segurança só na sorte
      Quando acaba a eleição!

      O que se vê todo o dia
      É a briga pelo poder
      Quem mais tem mais faz pra ter
      E haja dinheiro e folia
      A bandidagem alicia
      No caos da corrupção
      A ética perde a razão
      Ser honesto é coisa rara
      Falta vergonha na cara,
      Quando acaba a eleição!

      E a gente sente vergonha
      De ver chafurdando em lama
      Símbolos que a gente ama
      De forma torpe e bisonha
      Mas a nação ainda sonha
      Botar na grade o ladrão
      E sanear a nação
      Pra ter sua honra de novo
      E o governo ser do povo
      Quando acaba a eleição!

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    2. Juíza aposentada é acusada de três crimes no Pará

      O Instituto Médico-Legal de Belém divulgou nesta sexta-feira um laudo que diz que a juíza aposentada Ana Teresa Murrieta não tem qualquer sinal de insanidade mental. Ela é acusada de peculato por ter sacado mais de R$ 3 milhões que estavam depositados em processos judiciais. Ana Teresa é acusada também de falsidade ideológica e falsificação de documentos quando era juíza da 1ª Vara Cível de Belém.

      A juíza aposentada responde a processo na Justiça comum, onde foi acusada pelo Ministério Público estadual de sacar dinheiro irregularmente de contas judiciais.

      O advogado da acusada, Oswaldo Serrão, pediu exame de sanidade mental de Ana Murrieta, alegando que ela teria problemas mentais.

      Em 1990, o comerciante José Cardoso Paes sofreu um acidente de carro e entrou na justiça contra a seguradora, que não queria indenizá-lo. Depois de dez anos, o comerciante ganhou a causa, mas quando foi buscar os R$ 107 mil a que teria direito, foi informado que a juíza já havia sacado o dinheiro.

      - Foi ela que tirou, se apossou do dinheiro e até hoje não vi o dinheiro.

      Segundo o Ministério Público, entre 1996 e 2000 a juíza Ana Teresa Murrieta fez mais de 200 saques, totalizando cerca de R$ 3 milhões. De acordo com funcionários do banco Banpará, era a própria juíza quem passava no caixa para sacar o dinheiro.

      Em depoimento, a bancária Simone Giordano disse que atendeu a juíza várias vezes e que a magistrada fazia os saques na boca do caixa. A promotora do caso afirma que os saques eram feitos enquanto os processos tramitavam na Justiça.

      - Entre o depósito e a sentença eram efetuados esses saques. Os valores, na realidade, iam sendo retirados e não tinha como determinar os saques, porque não existiam mais os valores - disse Sueli Cruz.

      Em novembro, Ana Teresa Murrieta negou as acusações.

      - Eu não tenho dinheiro de contas judiciais. Não estou fora de si e não fiz isso.

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