terça-feira, 23 de outubro de 2012

Prefeito de BREVES é denunciado pelo Ministério Público

Breves na ilha do Marajó
Denúncia ingressada na justiça estadual, no início do mês de outubro, por meio do procurador de justiça Ricardo Albuquerque expõe esquema lesivo ao erário que demonstra indícios de fraudes em licitações com possíveis desvios de mais de 40 milhões de reais no período de 2009 a 2011, na prefeitura de Breves, município localizado na região ocidental da Ilha do Marajó a 200 quilômetros da capital Belém.

O esquema inclui um rosário de ilegalidades como a criação de empresas fantasmas, fraudes em licitações e enriquecimento ilícito de 27 pessoas entre gestores municipais, parentes e amigos do prefeito municipal. 

Robson Cristiano Leão Matos e Enaldo Prata Aguiar, vereadores da Câmara municipal de Breves, arquipélago do Marajó, denunciam que o atual prefeito, conforme documentação entregue ao Ministério Público não prestou contas de sua gestão relativa aos anos de 2009, 2010 e 2011 acrescido da ausência de publicação dos atos administrativos no Diário Oficial do Estado (DOE).

O prefeito, em questão, inclusive reeleito em Breves, chama-se José Antônio Azevedo Leão, conhecido como Xarão Leão. “Xarão” é acusado pelos Edis de ser o mentor do esquema que criou empresas fantasmas (existem somente no papel) para “legitimar” os desvios de recursos do erário que ultrapassam os 40 milhões de reais, nesse período 2009-2011.

O esquema lesivo aos cofres público, afirmam os denunciantes, é feito em concurso com familiares através de variadas formas de fraudes em processos licitatórios e a constituição de empresas fantasmas que servem de biombo e conluio entre os denunciados. Segundo a denúncia o esquema é familiar e envolve a esposa, primos, irmãos além de amigos da família que emprestam seus nomes as empresas fantasmas.

Com base no farto material apresentado e devidamente analisado o MP estadual denunciou 27 membros das famílias Leão, Brasil, Santos entre outros. Conforme os Edis na documentação repassada pela prefeitura há indícios de fraudes pelo direcionamento de licitações para empresas familiares e fantasmas.

Os recursos teriam sido utilizados em compras de imóveis, de medicamentos, de equipamentos médico-hospitalares e de materiais de laboratórios e odontológicos, passagens fluviais, obras e serviços diversos, construção e reforma de prédios, compras de alimentos em supermercados e armarinhos, pavimentação asfáltica, compra e comercialização de combustíveis. 

Edson Gillet
Assessoria de Imprensa do MPPA
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Nota: em Parauapebas Darci campeia sossegado, que nem viado em terra que não tem onça!

Um comentário:

  1. KD A POSTAGEM QUE FALA DA PREGUIÇA DO CHICO BRITO HOMEM FORTE DO GOVERNO VALMIR DA INTEGRAL. TIROU COM MEDO DE REPRESÁLIAS, KD OS COLHÕES? KKKKKKKKKKKKKK

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