sexta-feira, 8 de junho de 2012

Governo DILMA vacila nas negociações e 51 universidades estão em greve

Sem espaço. Parreira, aluno de Filosofia 
da Unifesp Guarulhos, reclama da ausência 
da infraestrutura. 
Foto: Olga Vlahou
O caso da Unifesp de Guarulhos parece emblemático da situação das 51 universidades federais em greve no País. Foi preciso que os alunos invadissem o prédio da diretoria acadêmica para que a Justiça, ao determinar a reintegração de posse, obtivesse o compromisso da direção de atender às demandas. O campus não tem condições adequadas de funcionamento: as salas são abafadas, o refeitório funciona num galpão de madeira e não há espaço para os livros.

Enquanto isso, os professores seguem em greve Brasil afora – a categoria pede a revisão do plano de carreira e reajuste salarial. A greve, que já dura três semanas em algumas universidades, passou a ser alvo da campanha eleitoral em São Paulo. O PSDB acusa Fernando Haddad (PT), ex-ministro da Educação e candidato à prefeitura de São Paulo, de ser o responsável pelo sucateamento do ensino superior (universidades têm sido inauguradas sem estrutura suficiente, como em Rondônia). O PT acusa a oposição de oportunismo e critica a precariedade da educação paulista. Uma assembleia de servidores federais aprovou uma greve geral para 11 de junho. O impasse deve continuar: o governo diz que só negociará demandas pontuais.


Um comentário:

  1. CAIU A FICHA

    No horizonte moribundo dos sujeitos, nem BELa nem fera, mas a rotina dos movimentos cíclicos, trocas de protagonistas numa velha nova peça teatral. É desnecessário dizer do findo, quando tudo está perdido, sem choro nem vela, deixem os homens de lata fora disso, deixem as genis longe dos zepellins, nada disso, sejamos cerebrais.
    Velhas elites, novos ricos, os mesmos riscos calculados na ponta dos dedos, a calculadora já pifou, muitos zeros vertidos em antiação.

    Venceu o SIMULACRO, quase realidade, uma realidade, nenhuma possibilidade.
    Sem marolinha, nem onda, mediano corporativo, império das paixões, sacanagem refinada de “velhas putas velhas”. Com dinheiro não se brinca, se goza. Percebeu?!

    100% sem chance! Aqui nesse cárcere, encerram energias criativas, vilanias perdidas, outras adiadas, outros outubros virão, nessa vereda tropical. Uma pá de cal na memória desta gente, presente contínuo, mês a mês cá lembro duma conta ou outra em desacerto. O resto é futuro, sempre futuro, pra nos lembrar que adiamos o tempo do fazer em troca da promessa do bemvirá. É cômodo! É “terra de muro baixo” uai! Então deixa fazer, deixa passar.

    Moral imoralizante, como diria o Neto (Delfin, é claro!) ou quase isso – “primeiro mandamos os bugres para amansar a terra, depois chegam nossotros”. Domadores de feras, homeopaticamente melhoram essa selva – que tiramos das mãos dos indolentes índios e caboclos – o custo é alto, o retorno é caro, então “deu preguiça! Aí ó!” “saída pela direita” dessa esquerda de pés de barro.

    Nessa “terra estrangeira” nos reencontramos com as multipossibilidades do criare, mas o que fazer? Ah deixa quieto sô! Um dia acaba o que viemos fazer aqui, minha passagem ao futuro ta na mão manô! É de primeira classe sô pra arredar essa árida fronteira amazônica até o Titicaca, Thiago de Melo que se exploda. Nosso império é um Acre boliviano de Galvez. E tenho dito!

    Abraço cortez

    Isaías Caminha Neto, seu criado.

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