domingo, 22 de abril de 2012


Parauapebas: DARCI-PT - terreno do LIXÃO milionário pode ter participação de ROQUE DUTRA (PP) e BRANCO da White Tratores. Ministério Público do Pará, estranhamente, faz de conta que nada sabe.
Darci-PT e Continho-PT: compraram terreno mais que
 superfaturado. Os valores são absurdamente elevados.
Roque da Gomides e Branco da White Tratores tem
participação no negócio.
Terreno que custou cerca de R$ 9 milhões de reais, que será usado para um LIXÃO, em Parauapebas, foram adquiridos com a participação do ROQUE DUTRA e BRANCO da White Tratores. O primeiro é o mesmo que contratou empresa da própria família para serviços que nunca foram executados, apenas pagos e o segundo é compadre do prefeito, já o tendo presenteado com vários brindes e tendo sido beneficiado com vários contratos na prefeitura de Parauapebas. 

Mais um escândalo que o Ministério Público do Pará faz de conta que não conhece!

2 comentários:

  1. Eleição 2012, “professores de Deus” em ação
    Um impasse predomina nas conversas e nas ações do grupo que dirige a pré-candidatura majoritária do PT e pode ser traduzido numa simples questão: o que fazer?

    Isto relaciona-se com três elementos fundamentais do cenário político-eleitoral que se vai consolidando e com poucas chances hoje de reversão, isto é, a péssima avaliação da prefeitura e pior ainda do atual prefeito, o pré-candidato que continua muito atrás dos até aqui favoritos, e a crise de recursos e espaços para avançar as negociações com os aliados internos e externos ao PT.

    É natural o gestor, detentor da máquina pública ser o principal eleitor numa disputa eleitoral municipal como a de Parauapebas, pois ao governar 8 anos o prefeito, cobra-se e espera-se, deixou um legado e marcas difíceis de serem apagadas pelos adversários, como também ele possui os instrumentos mais eficazes para apresentar, propagandear e convencer o cidadão/eleitor do sucesso do seu governo, principal razão, estima-se, para pedir o voto do eleitor para o seu sucessor. Dito isto, quais as principais marcas (positivas) do “governo cidadão”? Como o cidadão/eleitor avalia o prefeito? Qual a disposição do cidadão/eleitor em votar no candidato do prefeito?

    Nem só de pesquisa vive uma campanha, mas vá tentar viver sem ela pra ver o que acontece. Afinal, em tudo na vida busca-se o melhor, o avanço, portanto, a profissionalização, na política também isto ocorre é óbvio, é assim que as pesquisas ocupam uma centralidade cada vez maior em vários momentos e de variadas maneiras num processo pré-eleitoral e mesmo eleitoral. A partir delas pode-se identificar os pontos fortes e fracos de um candidato ou pré-candidato, como também perceber as inclinações e preferências do eleitor por temas e candidatos e dessa forma construir cenários aproximados do que pode-se suceder no pleito. Neste sentido, é importante perguntar: o sucessor do prefeito se hoje fosse a eleição seria eleito?

    Durante décadas na política republicana dominou uma visão economicista do processo eleitoral, colocando-se para escanteio alguns fatores dentre eles: o carisma do candidato, sua capacidade de liderança, a perspectiva sempre crescente por mudança, a capacidade de traduzir em discurso o desejo do eleitorado através da melhor estratégia de marketing eleitoral. Este fenômeno não atinge apenas candidaturas das elites econômicas, mas foi incorporado por novos grupos ascendentes ao poder vindos da classe trabalhadora, como da classe média.
    (continua a seguir)

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  2. continuação... eleição 2012, "professores de Deus" em ação

    O que ora vemos, então, é uma certeza firme, quase um credo que o dinheiro possa esconder/apagar do eleitor os problemas e defeitos da gestão, mostrando apenas as vantagens da candidatura da máquina.

    Compreendemos ser este um erro primário, pois da feita que há uma quase consolidada visão da atual gestão relacionada com “mal feitos”, como fala nossa presidenta Dilma Roussef, é necessário todo um trabalho articulado, persistente e estratégico para convencer o eleitor/cidadão do contrário, pois se os recursos são importantes e fundamentais numa campanha, não menos verdadeiro é que sejam aplicados com eficiência, equilíbrio e no momento certo.

    As “ondas políticas” são fenômenos cada vez mais frequentes em nossa sociedade, para isso basta lembrarmos da recente “onda vermelha” que, inclusive, favoreceu a chegada do PT ao poder no município. Para evitarmos que uma “onda amarela” surja se faz necessário uma mudança de rumos, unidade partidária e equilíbrio de condições.

    O cenário ainda está aberto, é fato, mas não por muito tempo e algumas questões carecem de resposta: quem de fato coordena a pré-campanha, o prefeito ou os correligionários do pré-candidato? Quais os avanços conquistados das prévias até aqui? Qual estratégia está em curso se a “coordenação provisória” não faz segredos quanto a uma possível “terceira via” e “terceiro turno”? Qual o papel que o governo e o prefeito jogarão na campanha, majoritariamente econômico, político ou ambos?

    Na política como na vida não há espaço para mirabolâncias e invencionices, o que observamos com certa reserva são “iluminados” tentando inventar a roda e vender milagres, como se “professores de Deus” o fossem.

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