terça-feira, 13 de março de 2012

Parauapebas: barraco no PMDB!


Pois é, dizem que na última reunião do PMDB o vereador ODILON entrou em rota de colisão com a ex-prefeita BEL, mas o barraco mesmo foi derrubado pelo blogueiro Zé Dudu, que quase foi  às vias de fato com o Valdir Flausino. Zé Dudu acusa o Flausino de tá negociando sozinho com o governo Darci. Todo mundo quer tirar uma lasquinha do governo dos petralhas, lá no PMDB eles querem atacar organizadamente (rsrsrsr)! Coitados dos petralhas!
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Nota: em tempo, pelo jeito o prefeito petralha já destilou do seu veneno no barraco peemedebista. 

3 comentários:

  1. PT: a derrota, Couto vencendo ou não
    Autor: Isaias Caminha
    Em xadrez há uma máxima: quando um jogo começa errado, termina errado. A posição do jogador no meio da partida depende dos erros ou acertos da abertura. Ocorre o mesmo com os partidos políticos.
    Tome-se o caso do PT de Parauapebas: desde a reeleição de Darci Lermen se afastou definitivamente de qualquer projeto popular; assumiu um estilo elitista, manifestado nos menores gestos, que impregnou toda a máquina administrativa; cada vez mais, seus próceres se fecharam nos gabinetes, sujeitando-se apenas à influência de aliados e bajuladores mais próximos. Ao final desse malfadado segundo mandato, esse isolamento foi levado ao paroxismo.
    O desprezo por tudo que simbolizasse participação, compartilhamento de decisões, levou ao isolamento e, depois, ao definhamento e à subserviência de grande parte da militância. E, pior, ao fim da veleidade de se lançar novos quadros, novas lideranças, permitindo a renovação e a oxigenação do partido.
    Essa renovação poderia se dar a partir da própria administração, revelando novas práticas que, eventualmente, pudessem ser incorporadas pelo partido. Nada foi feito. No governo Darci Lermen, os secretários se vangloriam de ter constituído tanques e mais tanques em sua fazenda, ou de ter adquirido uma nova Hylux, ou de ter assistido ao jogo de seu time preferido, ou por qualquer outra coisa, menos de ter contribuído para a melhoria concreta da vida da população de nossa cidade.
    As reuniões de secretariado tornaram-se incômodas: transformaram-se em encontro de comadres pra se falar de veleidades, ou de seus novos aparelhos celulares, quando não dos novos jogos que traziam. A coisa tornou-se tão improdutiva, que não se tem notícia de uma reunião sequer de articulação de trabalhos, a não ser dos sócios que assumiram o caixa do governo.
    Sem renovar idéias, sem lançar novos quadros, sem aplicar sequer o seu próprio modelo de gestão, o PT chega às vésperas das eleições 2012 tendo que se render (ou se vender) ao pior candidato que poderia buscar: José das Dores Couto (o tal “Continho da Semob”), que, a menos que se quebre o caixa da Prefeitura, tem poucas chances objetivas de vencer. E pior: o a administração Darci Lermen, com a conivência venal de muitos neo-petistas, está matando qualquer possibilidade de reavivamento da militância, de mudar a natureza do partido. (Tenho para mim, que é tarefa inglória: o PT entrou em um beco sem saída).
    Passa-me a impressão de que o prefeito Darci Lermen e seus “sócios iluminados” desenvolveram tamanho ódio ao PT, a todas as suas bandeiras, a toda a sua história, que isso se tornou o cimento de suas motivações: inclusive, para sua principal aliança, fundada apenas na negação petismo – no caso, com o PP e com o que há de mais danoso do PMDB.
    De sua parte, não há mais lealdade com o PT, com seu passado, com seu presente, como não terá com o seu futuro: ainda mais se seu pseudo-candidato for eleito. A não ser que seja do seu estrito interesse. De fato, o PT, sob os encanto$$$ do prefeito Darci Lermen, jogou todas suas fichas em uma aposta sem futuro.
    Se Coutinho perde, o PT está fora do jogo, sem caixa da prefeitura para turbinar o partido, sem interlocução com os governos estadual e federal e alvo da ira de todos os (ex-) correligionários. Joga fora o futuro - uma aliança com Roque Dutra (PP), provavelmente o mais escorregadio político de Parauapebas, depois do próprio Darci.
    Tudo isso foi digerido em nome de um risco maior: perder a prefeitura de Parauapebas. E qual a razão do PT local ter hipotecado seu futuro em favor dessa descabida estratégia? Provavelmente, a convicção de grande parte de sua militância de que esse futuro não mais existe: é melhor ficar com os trocados, as sobras deste desastroso presente!

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  2. Uma coisa é certa: O Partido dos Trabalhadores vai perder as eleições. Isso é irreversível!

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  3. Darci não estava preparado, de todos os pontos de vistas, para assumir poder dessa magnitude. Deixou ao longo dos dois mandatos a adm efetiva da prefeitura acéfala, preocupando-se mais com a caça a bons hotéis, vinhos e restaurantes espalhados pelo país. Foi de uma falta de responsabilidade sem precedentes, pois destruiu o seu partido e deixa caótico o município.

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