quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Maus conselhos ou caçando sarna pra se coçar

A Câmara de Parauapebas institui seu PCS, o Plano de Cargos e Salários dos seus servidores por meio de Resolução, na gestão de Adelson Fernandes. Pois agora, novamente, já na gestão de Euzébio Rodrigues, a CMP insiste em afrontar à Constituição Federal ao enviar projeto de resolução para reajustar a remuneração dos seus servidores.  Um grande erro que vai custar caro, ainda mais diante de explicações requeridas pelo INERTE  Ministério Público. Talvez até a INELEGIBILIDADE de alguns!
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Nota: esqueci que em Parauapebas não existe lei, Constituição e muito menos Ministério Público, assim acreditam os políticos da cidade!  

Um comentário:

  1. ENIGMA
    Capítulo 1
    A Câmara Municipal de Parauapebas foi notificada pelo Ministério Público. O fiscal da lei indagou o poder legislativo sobre alguns pontos obscuros relacionados ao concurso público e ao quadro de servidores da CMP.
    Deve-se as indagações à doutora Bruna Rebeca, membro do MP em Parauapebas. A promotora quis saber a resposta para alguns enigmas que somente o presidente daquela casa poderá decifrar. Esses enigmas são dignos de verdadeiros livros de Dan Brown. Posso até imaginar um título para essa aventura: “THE SECRET LAWS – BY EUZÉBIO”.
    Os enigmas podem ser enumerados da seguinte forma:
    1 - Por que os cargos e vencimentos da CMP foram votados por Projeto de Resolução? Desde 1998 há obrigatoriedade de ser aprovado por Projeto de Lei.
    2 - Por que o edital de abertura do concurso público foi retificado reduzindo o quantitativo de vagas?
    E o mais intrigante de todos...
    3 - Por que há mais de 400 servidores comissionados na Câmara e apenas 12 concursados?
    Nenhuma das respostas oferecidas a doutora Rebeca a ajudou decifrar os enigmas. Pobre doutora Rebeca! Provavelmente deverá recorrer ao doutor Robert Langdon e a Sophie Neveu para ajudá-la resolver esses mistérios.
    Sobre os mais de 400 comissionados, o maior de todos os enigmas, o presidente não se deu o trabalho de escrever uma única linha, uma única pista. Não achou necessário, talvez.
    Mas a resposta mais intrigante, e que provavelmente a doutora Bruna Rebeca receberá como um desrespeito, trata da retificação do edital que diminuiu o quantitativo de vagas.
    Uma pista falsa foi enviada a doutora: a Câmara argumenta que não violou lei alguma quando da retificação. Segundo a justificativa, a mudança ocorreu antes do início das inscrições, mas a verdade é que as inscrições já haviam começado e a mudança só ocorrera quatro dias depois.
    Uma pista falsa tem o poder de levar o investigador para bem longe da verdade, mas mentira tem perna curta, é o que diz a filosofia popular. A mentira da Câmara, arquitetada pelo presidente da Casa, Euzébio Rodrigues, além de pernas curtas, caminha a passos rápidos. E tem uma estrada bem pequena para percorrer. Avizinha-se da reta de chegada: em setembro, a doutora Bruna Rebeca, representante do Ministério Público, voltará de férias. Ela não precisará ter muito trabalho para descobrir que tentaram enganá-la.
    Gostaria de escrever um pouco mais sobre esta empolgante aventura, mas creio que deverei esperar para saber se o delegado Bezu Fache, desta vez, perseguirá e prenderá a pessoa certa. Estamos torcendo por isso.
    Não percam o próximo capítulo, que se chamará: CADEIA NELES DELEGADO!

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